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A Paz

segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

Saúde! Feliz ano novo! Paz e Amor!



Brinde à vida
Agradeça a sorte
Comemore a família
Valorize o alimento
Reverencie a saúde
Aprimore a esperança
Cultive a paciência
Tolere as dores
Esqueça os adversários
Ajude os amigos
Apoie os aflitos
Alcance os sonhos
Eleve as ilusões
Incentive as artes
Prestigie os guerreiros
Admire os resilientes
Abrace as meninas tristes
Aplauda os garotos desportistas
Receba no coração as criaturas solitárias
Ore pelos excluídos
Creia nos seres bondosos
Acaricie as pessoas honestas
Proteja os injustiçados
Reclame dos mal intencionados
Perdoe os arrependidos
Retribua aos dadivosos
Almeje fazer bem a muitos
Planeje ficar de mal com poucos
Ultrapasse as discórdias
Ame tudo que conseguir
Ame sempre e seja amado
Eternamente...
Cida Torneros  

Sujeito de sorte



Um Cidadão consciente será sempre um militante contra a injustiça


Happy new year 2019!


Como saudar ano que promete ser tão difícil?

Como diria Sócrates:  O que sei é que nada sei. Apesar dos quase 50 anos do exercício da profissão de jornalista, sigo atrelada a muito mais perguntas do que a respostas. Na história da humanidade a gente sabe que grande parte das guerras tem cunho de saga poderosa baseada em dominação econômica,  religiosa ou simplesmente pela sede imperialista. Nas sociedades do século XXI, proliferam e renascem as discriminações e preconceitos, repletos de intolerância e muros assustadores.
Pensei que a queda do muro de Berlim teria encerrado período funesto da vivência humana mas acho que me enganei . Há  os episódios do Iraque, do Afeganistão,  do Iêmen,  do Congo e muitos outros. Há ameaças na América Latina de conflitos à beira das fronteiras brasileiras.  Há um poder crescente e paralelo das facções do Narcotráfico em nosso quintal. Por outro lado haverá um governo de extrema direita a traçar novos rumos para um Brasil depenado pela corrupção. 
A tanta previsão fúnebre,  se contrapõe o otimismo salvador. É necessário crer na esperança a favor das gerações futuras.
Vamos torcer. Por generais com patriotismo acima de viés ideológico.  Por um capitão que seja capaz de superar seus históricos hábitos de apoio à tortura e busque placidez e diálogos.  Parece difícil?  Será impossível? 
Só o tempo dirá.  Esse 2019 deve trazer respostas para indagações de todo o Planeta. Este precisa sobreviver. Precisamos todos resistir aos medos e às incertezas.  Queremos e merecemos Paz no Brasil e no mundo.  Sejamos respeitosos e tolerantes. Porém nunca aceitemos qualquer opressão novamente. Basta de feminicidios e arbitrariedades. Chega de injustiças.  Adeus a tantas mentiras. Estejamos atentos e resistentes. Nosso povo clama por caminhos corretos. Quem não os traçar,  que saia fora.  Ao fascismo ,não se pode dar passagem. À justiça,  temos que lutar por ela. À esperança,  seremos sempre reféns dela, até o fim.
Cida Torneros 

quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

Ana Moura - O Meu Amor Foi Para o Brasil (Ao Vivo)

Ana Moura - O Meu Amor Foi Para o Brasil (Ao Vivo)

Camané - Fado da sina

Amália - /** A Mulher que já foi Tua**/

Lenita Gentil " Carmencita "

Lenita Gentil - Restaurante Tipico O Faia -Interpreta: Maria Là Portuguesa.

AMÁLIA RODRIGUES - "Vi o Menino Jesus"

Viva Portugal!

Fui duas vezes. Em 2009 e 2011. Adorei. Tenho o sangue do meu avôzinho, Antonio Silva, que perdi quando tinha 9 anos. Mas  ele me deixou muitas boas lembranças. Convivemos muito. Ouvi bastante musica portuguesa com ele. Aprendi a falar em publico e escrever poemas também com vô Antonio.
Em Portugal, com amigas, andei por muitas cidades, além de Lisboa.
Senti-me em casa. A comida e a literatura são um encanto, sempre.
quem sabe, um dia, volto lá. Quero ir de novo no Porto, na Ribeira.
Atualmente, muitos brasileiros estão emigrando para lá. 
Vive-se bem ali. 
Um país que se modernizou mas não abandonou raízes e hábitos das suas aldeias.
Viva Portugal!
Cida Torneros










Pela luz dos olhos teus


Adeus, Miúcha!


Filarmônica de Milão



quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

Paulo Coelho. O hippie!


Ainda não li. Mas assisti sua entrevista no Globonews literatura quando ele falou sobre seu livro autobiográfico.  Sua viagem de 1970 desde Amsterdam ao Nepal, registrada em histórias que traz no coração. Espírito hippie desapegado, segue leve aberto, segundo ele, para energia espiritual. 
Eu tinha 20 em 1970. Também fui um pouco hippie. Fiz viagens emocionais. Movimento anti industrialização. Usei muito artesanato e andei bastante a pé.  Era uma juventude sonhadora. Trilhas de "hair", o musical inesquecível. 
O escritor relembrou suas canções em parceria com Raul Seixas. 
Deixou mensagem, dizendo que esse livro é sua alegria.
Cida Torneros 

Aquarela do Brasil


Poema de Miguel Hernández que lutou contra o franquismo


Em tempos obscuros, Bom refletir sobre o podre machismo.


Salvemos nossas baleias!


terça-feira, 25 de dezembro de 2018

Michael Bublé


Andrea Bocelli - Jingle Bells

Na Suécia, Val recebeu meu presente!

Minha amiga viajou para passar o Natal com a filha e netos, que vivem no interior da Suécia.  

Eu tinha comprado em Aparecida do Norte, uma almofadinha com a imagem da Santa para crianças e guardei para enviar pra sua netinha.

Na madrugada, recebi a foto da menina de 8 anos com a bonequinha. A avó me escreveu: ela gostou, principalmente dos olhos!

Isso é o espírito do Natal. A gente tem que abrir os olhos do coração e enxergar que a vida segue em frente para longe, apesar dos muitos graus abaixo de zero, e leva amor além do tempo. 

Conheci a avó da Valentina quando éramos adolescentes estudantes do Colégio Pedro II. 

Passados mais de 50 anos, aqui estou, emocionada,  sabendo que uma doce menininha, cujos pais  não seguem necessariamente, uma religião,  declarou que gostou dos olhos mágicos da mãe dos brasileiros, que crêem na paz e na força do filho dela, o Jesus menino!
Amém!  

Cida Torneros 

História de Natal!


sábado, 22 de dezembro de 2018

Primeiro dia de verão no Rio 40 graus, dezembro de 2018!

Como Boa carioca da gema, começo o verão deste dezembro de 2018 com alegria e reservas. 

Vou reservar cautela diante dos raios solares e parcimônia frente aos pratos saborosos. Tem a ver com as recomendações do cardiologista e os resultados de uma bateria de exames. Nada que não me permita uma escorregada na noite de Natal por exemplo. 

Vou esperar 2019, ano em que completo 70, certa de que tenho vivido intensamente tudo que me é oferecido pelo destino.

Como Piaf, não me arrependo de nada.

Hoje, nesta foto, em plena tarde de um sábado escaldante, saio em busca de alguma brisa e algum sorriso de esperança.  

Deparei-me com um senhor caído na calçada,  aparentemente alcoolizado, sob o sol infernal. Pedi ajuda e conseguimos arrastá-lo para a sombra. Uma senhora trouxe um copo d'água. Eu liguei pra emergência. A médica me pediu que localizasse o endereço é tentasse falar com ele. Consegui. Ele disse se chamar Rogério.  Perguntei se aceitava ir na ambulância. Respondeu que sim. Tinha bebido demais. 
Deixei a moça do salão de cabeleireiro encarregada de vigiar a chegada do Socorro.

Espero que o Rogério tenha ido curar seu porre pré natalino com soro glicosado  nalguma emergência.  
Fiz a minha parte. Ele me sussurrou "vai com Deus". Presumi que tenha uns 35 anos. Estava jogado ao meio dia, no boulevard 28 de setembro.  No seu coração,  jamais saberei o que se passa. Mas estimo que ainda viva muitas alegrias.

Cá estou vivendo as minhas
 Ainda bem. Tenho mamãe que vai completar 92 em Janeiro. Filhão que mora fora já chegou para as festas com minha nora. Irmão, cunhada e sobrinhos, estaremos juntos.

Eu estou  pronta para passar um bom Natal!
Cida Torneros 

A ira de Bolsonaro conquistou os brasileiros da classe trabalhadora, mas sua presidência pode traí-los ?

A ira de Bolsonaro conquistou os brasileiros da classe trabalhadora, mas sua presidência pode traí-los ?

Roberto Carlos

Ciranda, desde a República de Vila Isabel!


sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

Roberto Carlos e Zizi Possi


√♥ Don't Cry For Me Argentina √ Madonna √ Lyrics

Don't cry for me Argentina


Nacha Guevara interpreta No llores por mi Argentina


Argentinos não perdoam Michelle Bolsonaro por usar foto de atriz no lugar de Eva Perón, o verdadeiro MITO!






Na Argentina, se existe um verdadeiro Mito, ele tem nome de mulher e atravessa o século:  Maria Eva Perón. Aquela que abraçou os descamisados,  era chamada mãe dos pobres, morreu aos 33 anos como primeira dama, esposa do político presidente que ela por seu carisma, suplantou em prestígio e popularidade.
Evita, como era chamada pelo povo, tem sido recontada em filmes e livros. Até Madonna já a interpretou.
Em tempos de Twitter vejo um que me espanta. A atriz Argentina Nacha Guevara postou um comentário com a foto da nova primeira dama brasileira dizendo: no Brasil sou Eva Perón . Isso porque a Michelle Bolsonaro posou em frente a uma parede com imagens de mulheres que admira, mas usou a foto da atriz em lugar de uma reproreprodução da Evita real que tanto foi registrada nos anos em que viveu encantando o seu povo.
Comentários surgiram nas redes sociais dos Hermanos, claro, porque é como se alguém usasse o retrato de um ator interpretando Pelé e não o rosto do próprio que por aqui é um mito real.
A gente só pode pedir desculpas aos amigos argentinos. Talvez a própria Michelle achasse que a foto era a de Evita e não de uma intérprete .
Entretanto,  o fato de Michelle brasileira admirar Maria Eva portenha revele um sonho mítico inconsciente da senhora Bolsonaro em crescer como nova figura feminina junto aos pobres do Brasil. Pode ser. Ela gosta de difundir seu trabalho em prol dos deficientes auditivos. Fala em missão religiosa. Declara que irá trabalhar nessas causas.
Tudo parece o enredo de novo filme latino americano. Parece mas não é .
Argentina tem passado maus bocados.  Brasil também.
As figuras femininas bonitas deixaram de ser protagonistas pois as mulheres cultas e inteligentes ocupam mais espaços embora ainda enfrentem preconceitos e barreiras se ousarem construir carreiras políticas sem usar sobrenomes de maridos importantes.
O mundo está mudando freneticamente. Sonhos de pobres viram lutas nas ruas ou greves por direitos. Quando se ouve a bela canção "Não chore por mim Argentina " é  um alerta geral.
Não chore por mim Brasil, ou melhor, choremos todos com as perspectivas econômicas sombrias porque passam nossas duas pátrias . Atrizes e primeiras damas se confundem nos papéis sociais de interpretar a maternidade freudiana para povos explorados e sofridos.
Os excluídos somos todos nós. Elas podem até encantar, mas não resolvem nossas vidas apesar de fomentarem ou talvez oferecerem esperança por momentos, à massa de desempregados e deficientes.
Não chore por nós,  todos temos nossos Mitos. Pelé é eterno. Como Evita também !
Cida   Torneros  

Feliz Natal


segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

Perdemos a compositora Isolda


Hannah Rosin


The End of man


Para não ser triste


That's amore


Palácio da Alvorada é patrimônio do povo brasileiro!


Dona Michelle Bolsonaro pretende retirar as imagens religiosas do Palácio.  Bom explicar que a arte sacra é cultural e não indica prática de fé em especial. Todos os visitantes e turistas têm o direito de apreciar a arte que ali se acumula desde 1958. Nos seus aposentos pessoais a futura primeira dama tem todo o direito de promover a decoração que lhe aprouver. Mas no resto do Palácio deve respeitar a história e a cultura como é feito no mundo inteiro com os palácios e museus abertos à visitação pública. Questão cultural e não religiosa. 
Cida Torneros 

Corcovado


sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

A casa do Lago


Bom dia em tempo de maus dias!


Deve ter, com certeza, muita notícia boa neste mundo de Deus manipulado. Pra nós,  se acompanharmos os jornais e redes sociais, sobram tragédias.  Violência, corrupção e desigualdades sociais. Fanatismos e desinformação sobre as mudanças climáticas e o drama dos refugiados. Enfiam nossa goela adentro muitas mentiras e até deboches. Promessas vãs. Gestões assassinas que desviam verbas de saúde e educação.  Quadrilhas de poderosos engravatados e de milicianos destemidos.  Audácia sanguinolenta de traficantes. Abusos sexuais cometidos por líderes espirituais. Desrespeito total aos diferentes que podem ser gays, trans, negros, religiosos que professam seus credos afros ou suas práticas pentecostais. Que importa tudo isso desde que todos ocupem com parcimônia e extremo respeito o direito da liberdade de ser dos outros?
Mesmo assim, vi crianças rindo e esbanjando esperança.  Que possamos lutar por um desenvolvimento sustentável que legue a elas um planeta vivo e saudável. Que o ódio seja derrotado e o Amor vença nos presenteando com milhões de bons dias!
Cida  Torneros 

Hoje o mundo se despede da voz de Nancy Wilson


Rita Pavone


quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

O tempo não pára


CAZUZA

Mulheres. Contardo Calligaris

Voz da América

Neste 13 de dezembro quando o AI 5 completa 50 anos, nossa América passa por ameaças de guerras entre fronteiras desde o Norte ao Sul. Esta América  tão desigual é  continente rico de natureza e herdeira de povos indígenas guerreiros e massacrados. Nessa América foram escravizados negros roubados da África e para nossas terras vieram imigrantes trabalhadores do mundo inteiro. Hoje, somos o resultado de tantas lutas e muitas injustiças também.  Somos povos diversos mas temos ainda garra para resistir ao momento pelo qual passamos todos. Nos EUA, na América Central, em vários países da América Latina,  e, infelizmente,  no Brasil, há insegurança e atraso social, político e econômico.
Lutemos. Resistamos. Tenhamos esperança.  Tortura e ódio: NUNCA MAIS!
CIDA TORNEROS

Sem fantasia


quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

Tulipas a caminho da Suécia



Regina Lúcia que eu chamo de Reja desde 1967 quando estudamos juntas no Colégio Pedro II, está,  mais uma vez, a caminho da Suécia,  por estes dias, onde vai encontrar a filha Nane e os netos Klaus e Valentina, onde vivem. Seu genro é  sueco. Ela ficará para as festas de Natal e Ano Novo e seu filho Ricardo irá conhecer o país que a irmã adotou há  alguns anos. Reja tem, como eu, grande  amor pelas tulipas.
Já esteve na Holanda e me enviou fotos tempos atrás.  Na última semana nós vimos. Mandei um presentinho pra Val. Uma bonequinha almofada que comprei na Basílica de nossa senhora Aparecida.  Como o Feitiço das Tulipas, a fé é algo muito pessoal mas pode ser compartilhada. Fiz também  um bilhetinho pra Val tentar ler em português.  Ela fala sueco e inglês mas a mãe brasileira conversa em português pra ela aprender. Estive com a família há pouco mais de um ano e meio quando vieram ao Brasil comemorar os 90 anos da Dedé que é  a mãe da Reja.
Torço para que as festividades na terra gelada vibrem de muita paz e alegria para os filhos e netos da Regina. Que suas tulipas enfeitem pensamentos fortes de positividade neste mundo aparentemente tão difícil e controverso. Feliz Natal para todos na Suécia,  no Brasil e no resto do mundo!
Cida Torneros

Toda palavra


terça-feira, 11 de dezembro de 2018

Bon soirée avec Aznavour


VIDAS DENTRO DA VIDA

Momentos pelo mundo

Discurso de despedida de Requião


70 anos da declaração de Direitos Humanos


Susana Rinaldi para comemorar o dia Nacional do tango na Argentina!


Belchior - Princesa do meu lugar (Programa Som Brasil)

Repensar o Consumo: Andre Trigueiro at TEDxSudeste

John Lennon - Happy Christmas

Por una cabeza


MARIA APARECIDA TORNEROS : A extraordinaria historia de Jane e Stephen Hawkin...

MARIA APARECIDA TORNEROS : A extraordinaria historia de Jane e Stephen Hawkin...: Livro - A Teoria de Tudo: A Extraordinária História de Jane e Stephen Hawking Quando Jane conhece Stephen, percebe que está entrando...



Ontem revi o filme!

Há 128 anos nascia Carlos Gardel


segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Tu me acostumbraste


Jubileu da formatura de professora do Instituto de Educação RJ.



Esta semana recebi fotos que uma amiga me enviou registrando a festa dos 50 anos da formatura  de 1968 das professoras  primárias alunas do Instituto  de Educação RJ.  Eu não sabia da comemoração.  Teria ido com o maior prazer. Pena que não pude rever tantas companheiras do antigo curso normal para o qual fui aprovada em segundo lugar em 1966.
Na formatura fui a oradora no Maracanãzinho naquele dezembro do AI 5. Tinha preparado e ensaiado um jogral que foi uma surpresa. Dias antes recebi telefonema da diretora professora  Niobes dizendo que o DOPS pedia que eu mostrasse o meu discurso  com antecedência.  Eu me recusei. Aleguei que o texto versava sobre a responsabilidade das novas 900 formadas que iriam ensinar às  crianças  das escolas públicas. Assumi o risco. Eu tinha 19 anos. Não contei pra ninguém  a não ser minha avó.  Achei que se dissesse às  meninas elas poderiam  ficar tensas. No dia, dois agentes me procuraram pouco antes do início  do evento e avisaram que ficariam de prontidão  caso eu falasse algo com teor político contra o governo militar. 
Quando anunciaram meu nome subi ao palco com todas as companheiras. Foi um espetáculo  de sensibilidade que culminou com uma menina uniformizada indo nos abraçar. Tudo combinado antes. A criança  era irmã  de uma das minhas amigas.
No final, os agentes vieram se despedir e saíram sem me prender. 
O teor do jogral era sutil. Chamava a atenção  sobre a missão  que teríamos  pelo futuro junto à  infância  do nosso Brasil Amado. 
Depois disso cada uma de nós  tomou seu rumo. Como fui estudar jornalismo, pouco mantive contato  com minhas colegas de classe. Mas gostei de ver as tais fotos do jubileu lamentando não  ter comparecido 50 anos depois ao encontro que, para mim, sob o ponto de vista sócio- político, continua a ser solene e de muita reflexão sobre a educação  fundamental em nosso país. 
Cida Torneros

O que é essa tal de sustentabilidade? | Saulo Chielle | TEDxUnilasalleCa...

Vinicius de Moraes


Samba da Benção


Bonjour avec Charles Aznavour!


sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Forever young


Meio ambiente, sustentabilidade e desafio supra ideológico!



Em 2005, eu trabalhava na área de Comunicação da secretaria estadual de Meio Ambiente no Rio de Janeiro. O secretário era o arquiteto Luiz Paulo Conde. Este sugeriu que eu cursasse o MBA em gestão ambiental da escola politécnica da UFRJ, dirigido pelo Professor Haroldo de Mattos Lemos. Fiz o curso que durou um ano de 18 às 22 h, de segunda à sexta, incluindo viagens para trabalho em campo o que me levou ao Espírito Santo para visitar a Aracruz celulose por exemplo. Mas, participações em encontros nacionais como o Seminário sobre problemas de hidrologia, pude participar em João Pessoa de uma semana de discussões que ferviam naqueles dias, sobre a transposição do Rio São Francisco. Fomos ver de perto em outra ocasião, o sistema Guandu, de abastecimento de água do Rio de Janeiro e lembro das aulas sobre destino de resíduos, manipulação do lixo, além dos conceitos apavorantes sobre as pesquisas em torno do aquecimento global, de cunho científico inquestionável. Algumas vezes, dr. Conde me perguntava o que eu estava achando do curso. Minhas respostas eram sobre minhas depressões pessoais, a nível emocional, pois constatava diariamente o quanto o modelo consumista era auto destrutivo para o Planeta Terra. De cunho capitalista, baseado na exploração aparentemente inesgotável das riquezas naturais, esse modus vivendi capitalista mantido pela busca insana do lucro, queima de combustíveis fósseis, indústria automobilística, agronegócio alimentado pelo viés carnívoro, exploração desmedida de mares, um sem número de hábitos acumuladores por parte das Nações mais ricas em detrimento dos povos pobres, tudo isso me fazia repensar sobre os caminhos da humanidade naquele 2005.
Eu cursei e fiz monografia. Mas sabia que ia me aposentar em menos de dez anos e talvez não trabalhasse efetivamente com meio ambiente no meu dia-a-dia.
Entretanto, o bichinho da sustentabilidAde me pegou. Em 2009, viajando pela Europa, fiquei deslumbrada ao ver os imensos ventiladores da energia eólica e os veículos movidos à eletricidade que iniciavam a busca humana por sobrevivência alternativa aos modelos depredadores  por nós excessivamente utilizados.
Na Verdade, pouco mudou. Acompanhei a Rio 92 como jornalista. Fui na Rio mais 20 como ativista. Torci pelo acordo de Paris com esperança. Nos dias atuais padeço de certa desesperança face aos dramas da emissão de dióxido de carbono de países como China e Estados Unidos, sendo que estes, na era Trump, sairam do acordo de Paris.
Para completar minhas reservas pessoais, observo que o Brasil, da era Bolsonaro, já não vai sediar a COP 25, o que parece cortar a trajetória de luta da brava gente brasileira que sonha com a sustentabilidade possível.
Ao que tudo indica, o nome do novo ministro da pasta do Meio Ambiente deverá se alinhar à ideologia do governo recém eleito que nega em tese os argumentos comprovados da necessidade de mudarmos o curso da estrada. Conter desmatamento e preservar áreas florestais é dever nacional. Empregar energias de fontes limpas é necessidade. Manter-se no acordo de Paris, é ato de consciência humanitária, afinal.
Nossas vidas humanas, animais, vegetaisvão nos agradecer nos séculos vindouros. Se diminuirmos lucros, valerá por salvarmos a natureza explendorosa e pudermos salvar gerações hoje imersas na miséria da desesperança de um futuro supra ideológico. Maior que a ultrapassada guerra entre esquerda e direita ou entre riqueza e pobreza, está o elo quase perdido entre manter a Terra viva ou acelerar seu trágico fim.

Cida Torneros

Paz e bem


Tente outravez


Padre Juarez

U

quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Maria Madalena


Sully, o último companheiro de Bush pai!





Os americanos se despedem hoje do ex presidente Geoge Bush pai que morreu com 94 anos. Viúvo de Bárbara com quem foi casado por 73 anos, nos últimos meses sem ela,  foi presenteado por uma ONG com o cão labrador Sully, treinado para abrir portas e pegar objetos para ele.
O novo e último amigo o acompanhou até Washington, demonstrando fidelidade, amizade e respeito que é possível constatar nas imagens.
Sully representa o amor incondicional, não está atrelado ao racional ideológico, tem a liberdade da doação e exerce a dádiva do cumprimento de missão até o fim. Tomara que Sully seja adotado por alguém que lhe dê carinho proporcional ao afeto que esses bichinhos como ele costumam oferecer aos seres humanos sejam eles ex presidentes ou moradores de Rua!
Cida Torneros

terça-feira, 4 de dezembro de 2018

Lá casa de papel


Salve Iansá!


Pintou um clima de desesperança em Buenos Aires!

Ao observar o noticiário sobre a reunião do G20 em Buenos Aires, nos últimos dias, senti que a desesperança me invadia, sorrateira, com o amargo gosto da eterna disputa entre a fúria capitalista e o mundo devastado pela exploração dos recursos naturais finitos que o Planeta vai perdendo em ritmo repentinamente avassalador.
O acordo de Paris foi ratificado por 19 participantes e os EUA manteve-se de fora. O presidente "fake"Donald Trump teima em desacreditar que as mudanças climáticas sejam efeito direto de uma soma de atitudes egoístas e irresponsáveis de governos altamente industrializados cujas populações serão e já são tão prejudicadas como quaisquer povos dos recantos mais distantes da mãe Terra.
Ao mesmo tempo, o Brasil terá um novo presidente e equipe que parecem retroceder ao velho esquema de favorecer o agronegócio explorador em detrimento da preservação das matas renovadoras do oxigênio necessário à sobrevivência do mundo sustentável.
Na reunião realizada esta semana, na Polônia, assistimos ao recado dos que reiteram que o aquecimento global corre e cresce mais rapidamente que as providências tomadas pelos países signatários para conter as emissões de dióxido de carbono na sofrida atmosfera da Terra. 
China e EUA ensaiaram uma trégua de 3 meses nas suas disputas comerciais mas suas fatídicas participações na tragédia climática caminham a passos lentos que ajudam muito pouco ao resto do mundo no combate decisivo para salvar a humanidade da visível autodestruição impulsionada pelo modelo capitalista que domina cabeças interesseiras em corpos cujos pulmões respiram ares poluídos e não se dão conta disso.
Não querem enxergar? Negam-se a crer nos estudos científicos? Acreditam que as lutas dos ativistas ambientais são meras performances políticas de protesto e guerra ideológica?
Pobres criaturas presas a conceitos ultrapassados que não evoluem para desenvolver o verdadeiro amor pela humanidade, seu futuro e principalmente o respeito às novas gerações que herdarão o caos.
O Brasil, que sempre foi protagonista na luta pela preservação da biodiversidade e busca investir no uso das energias limpas, de repente, se recusa a sediar a COP 25, em 2019, por interferência e sugestão do próprio novo dirigente que ao que tudo indica acha que, sozinho, representa o pensamento dos mais de 80 milhões que não o elegeram.
O clima pintado nesse quadro internacional é cinza. Falta o colorido da esperança mas nem tudo está perdido. Nem só de lucros vive a espécie humana e as outras espécies vivas que por aqui sobrevivem.
O meio ambiente é nosso. Pertence a ricos e pobres. A índios e brancos, a negros e mestiços, a governantes e governados, a ativistas e a desinformados.
Nos protestos em Bruxelas, jovens gritaram pelo direito de manter as metas do acordo de Paris. Os governantes presentes ao G 20 da Argentina também o fizeram exceto o controverso Trump que não consegue ver nos incêndios florestais da Califórnia a ligação direta à ação criminosa humana na manipulação industrial em busca de cifras mirabolantes para manter estilos de vida privilegiada a poucos ricos num mundo de milhões de pobres explorados e refugiados.
Parodiando o novo dirigente brasileiro que no seu discurso capitaneado por preconceitos mais religiosos do que científicos, resta-me acreditar que o tal Deus não dorme eternamente. Haverá de provar aos poderosos que seu tempo também tem prazo de validade. Que infelizmente os efeitos dessa falta de atitude firme diante da premente  catástrofe planetária poderão atingir povos cujo poder de decisão é zero à esquerda. Mas, voltando ao dogma de que Deus não dorme, o Deus capital, por sua vez, há de cochilar, alguma vez, é dar lições de provável arrependimento aos que decidem se julgando poderosos, o destino de um planeta que começa a agonizar sufocado pela ignorância do modelo capitalista dominante. 
Cida Torneros

sábado, 1 de dezembro de 2018

Casamento de um jovem militar





Ontem assisti ao casamento de um jovem militar filho de uma grande amiga. Eu o conheci ainda menino quando sonhava entrar para o Colégio militar. Fez carreira. Passou pela escola preparatória em Campinas e depois pela academia das Agulhas Negras. Tem servido em lugares diferentes do Brasil. Ficou até pouco tempo no interior do Pará e foi transferido agora para Santa Catarina. 
O casamento se realizou na linda Capela do Colégio Militar e contou com a cerimônia do cruzamento de espadas. Foi lindo!
Cida Torneros