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A Paz

terça-feira, 27 de novembro de 2018

Mona Lisa


Série Merlí


Merlí, o professor de filosofia que me encantou!






Estou assistindo ainda o final da segunda temporada da série espanhola Merlií, que teve três fases e deixou uma certa síndrome de abstinência no público que a acompanhou. Ando no desfrute do encanto. Claro que sei que os temas abordados pelo professor de filosofia Merlí Bergeron, na escola catalã de ensino médio, na verdade atingiram e atingem mentes e corações de nossa sociedade contemporânea carente da reflexão não consumista.
Justamente o caráter humano da vivência do dia a dia dos personagens da série, professores, alunos e familiares, é que nos leva a uma identificação filosófica com o sentido da vida refletindo dramas e questionamentos, além de prazeres e buscas de felicidade.
Agora, pós temporada, os autores do seriado lançaram um livro interativo que se propõe a ruminar um leque de sentidos provocados pelos diálogos e cenas dos episódios. 
Há no espaço atual um grande vazio ideológico para a discussão filosófica. No fundo, há uma necessidade inconsciente de se repensar a corrida armamentista, o descaso com a destruição ambiental, o futuro dos jovens, os êxodos dos refugiados, as discriminações religiosas e racistas, as desigualdades econômicas, os feminicidios, as disputas de poderes democráticos ou ditatoriais e sobretudo, as injustiças generalizadas.
Depois de assistir toda a série, pretendo ler o livro.
Quem sabe vou minimizar a tal abstinência que minha amiga Denise , brasileira que vive na Espanha, que me recomendou a série, definiu como "saudade do Merlí" e constato antecipadamente que também vou padecer da falta dele e sua gente logo, logo!

Cida Torneros



Csardas


O último imperador


domingo, 25 de novembro de 2018

RIO MAIS 20 EM 2012

http://bahiaempauta.com.br/2012/06/10/cida-torneros-na-rio-20-seguimos-sonhando-como-nos-tempos-das-cancoes-do-benvenido-granda/

O meio ambiente. Lembrando a Rio mais 20!





http://uniondepueblosdeamericalatinaecaribe.blogspot.com/2012/06/cida-torneros-na-rio-20-seguimos.html?m=1

Quando aconteceu a Rio 92, eu estava lá no Rio Centro e nas instalações do Aterro do Flamengo. Cruzei com gente do mundo inteiro. Até com Shirley MacLaine. Estávamos sonhando com um mundo saudável e cuidadoso com o seu futuro no meio ambiente.
Passados 20 anos, em 2012, fui ver o trabalho no forte de Copacabana e escrevi um artigo sobre o tal momento de tantos entraves e retrocessos. Deu-me certo desânimo mas tinha cursado o MBA em gestão ambiental em 2005 que me deu forças para ainda acreditar que o sonho seria possível.
Hoje, às portas de 2019, começo a descrer, pelo menos para a minha geração, que eu possa testemunhar um planeta consciente da recuperação do seu habitat para humanos , vegetais e animais, sem a depredação que a ganância das indústrias, governos e irresponsáveis criaturas promovem em detrimento da tal sustentabilidade.
Descobri que o sonho está sumindo do meu horizonte. Pena para as novas gerações. Dó para os ativistas que seguem proclamando que algo seja feito para preservar o planeta hiperexplorado. Mudanças climáticas devastadoras estão chegando.
Rio mais 40, acho que não vou ver. Será em 2032! Quem sabe se poderá comemorar em base interplanetária? Alguns lembrarão da história passada na Terra arrasada que não conseguiu salvar sua riqueza natural? Resquícios do Planeta Água serão memórias também apagadas, provavelmente!
Cida Torneros

Ovelha negra


sábado, 24 de novembro de 2018

Geni e o Zepelim


Marcelino Pão e Vinho, filme da minha infância!

Quando menina, nos anos 50/60 fui muitas vezes com minha avó Espanhola Carmen Torneros, assistir esse filme cujo ator principal era um menino espanhol chamado Pablito Calvo. Uma história bonita e triste mas com mensagem religiosa de muita fé. O cinema Rosário, do subúrbio de Ramos, no Rio de Janeiro, exibia muitos filmes com artistas espanhóis famosos na época. Víamos Marisol, Sarita Montiel e adorávamos. Foi um tempo inesquecível de muitas cenas e canções que me marcaram para sempre!
Cida Torneros

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

terça-feira, 20 de novembro de 2018

Bonjour!

bom dia!

Unforgetable


Professora NILZA e a consciência negra!



Ela já partiu. Tive pouquíssima convivência com a professora Nilza. Em 1999 fomos em grupo a Buenos Aires e uma amiga levou-a conosco. Nosso time feminino tinha adultas e adolescentes. Figuras femininas alegres e falantes que andavam pela cidade portenha deslocando-se em transporte público como metrô, ônibus e trens. Nilza era mansa, vozinha calma e fiquei sabendo que era excelente alfabetizadora.

Uma coisa naqueles 10 ou 15 dias que estivemos passeando, nos acostumamos a perceber: como ela era a única pessoa negra da nossa turminha brasileira e como naquela cidade ainda não se viam quase afrodescendentes, os olhares das pessoas se detinham nela com visível curiosidade.

Ela tinha plena consciência disso mas tirava de letra. Sabia o quanto estava inserida num mundo que encarava de frente. Tinha uma filha que criou com amor e foi uma profissional exemplar do magistério. Ela me passou energia muito positiva.

Anos depois, em 2008, fui lançar meu livro "a mulher necessária", na Bienal de São Paulo, e tive o prazer de rever e receber Nilza que estava na casa da filha na capital paulista. Nesse dia, conversamos um pouco mais. A mesma Boa aura me inundou.

Hoje acordei e me lembrei dela que já partiu há alguns anos. Dia da Consciência Negra é dia de homenagear esse povo de tanta força interior.

Como a professora Nilza, milhares de pessoas de sua raça em nossa história,  nos orgulham como brasileiros merecedores de nosso respeito e luta contra o racismo estrutural que ainda nos persegue.

Foi uma honra ter cruzado com a Nilza nessa vida. Devo isso à minha amiga Rosária, que a convidou naquela excursão à Argentina no final dos anos 90. Tornar a vê-la, tempos depois, foi um prêmio, tal a dignidade que a professora Nilza me ofereceu e a todos que tiveram o privilégio de estar com ela.

Cida Torneros

O que é racismo estrutural?


sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Merli - Redes sociales

Festival Mulheres do Mundo (WOW)

GILDA A LANCHA RECUPERADA USADA POR JK PARA PASSEAR NO LAGO PARANOÁ

MARIA APARECIDA TORNEROS : GILDA A LANCHA RECUPERADA USADA POR JK PARA PASSE...:   Gilda, a lancha trazida por JK em 1959, é restaurada Gilda, a lancha trazida por JK em 1959, é restaurada A lancha trazida por Ju...







Chico Buarque - "As Caravanas" (Vídeo Oficial)

Ofensas a "Médicos Cubanos" expõem o pior do Brasil

Gabriela Mistral aceptando el Premio Nobel

Pablo Neruda : Discurso por el Premio Nobel 1971

IDA VITALE - POESÍA LATINOAMERICANA

La poeta uruguaya Ida Vitale Premio Cervantes 2018

Videoentrevista - Ida Vitale: “No todos los poemas están escritos para q...

En un instante (Ida Vitale, Uruguay)

Buena Vista Social Club - Chan Chan

Médicos cubanos voltam a Cuba e dizem que Bolsonaro não se interessa pel...

Ida Vitale recibe el Premio Reina Sofía de Poesía Iberoamericana

Del exilio a la democracia, la vida poética de Ida Vitale

Be my Baby!


quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Ângela Maria


Podres poderes


Um dia após o outro... já tive 7 anos...


Aprendo a viver sempre um dia após o outro. Gosto do conceito budista sobre a impermanência das coisas. Já tive 7 anos. Hoje tenho quase 70.

Descubro a cada instante o quanto a vida é efêmera e os sonhos humanos podem nos iludir com promessas de bem estar praticamente impossíveis nesta planeta que fabrica tantas armas para tantas guerras.

Olhar as colunas caminhantes de refugiados da América Central pode me ferir a alma tanto quanto acompanhar os naufrágios dos navegantes fugitivos do Norte da África em busca da Europa no afã de sobreviver com alguma dignidade.

Por aqui, as misérias costumeiras dos roubos dos corruptos em detrimento do flagelo das mortes sem atendimento mas filas dos hospitais ou dos deslizamentos de morros que abafam a respiração dos miseráveis cuja sina étraçada em linhas tortuosas e injustas.

Os podres poderes arrotam grandeza humilhando os assalariados e desempregados.

Criaturas se acham acima do bem e do mal enquanto somos gado conduzido ao abatedouro.

No mais, é viver um dia depois do outro. Testemunhar idas e vindas de seres egoístas para quem o mundo gira ao redor do próprio umbigo.

Resta esperar. Aliás, a tal esperança move almas e corações, sempre.

Quando o sol ressurge, diariamente, que tal pensar que hoje será melhor do que ontem? Pelo menos, dá um certo fôlego para ouvir o noticiário e alimentar algum resquício de fé no incerto amanhã.

Há crianças sorrindo e brincando no meio da lama e da guerra por toda a Terra, apesar dos apesares. Delas é o futuro, com certeza.
Cida Torneros

sábado, 10 de novembro de 2018

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

As enfermeiras na primeira guerra mundiall


Fiz esta foto em 2011, em Roma, Itália. Era um desfile comemorativo dos 150 anos da união dos estados italianos. Desfilaram  militares, blindados, e-pracinhas mas  me chamou a atenção a homenagem feminina às mulheres que lutaram na guerra de 1914 a 1918, servindo como enfermeiras no front em variados lugares. Vários filmes e seriados tem registrados histórias sobre o papel delas numa das guerras consideradas mais sangrentas da humanidade.
Esta semana se comemora o centenário do armistício que selou a trégua no terrível conflito. Nova guerra viria explodir anos depois, infelizmente. 
Outras guerras seguiram acontecendo nos seculos XX e XXI, ameaçando a paz da humanidade.
As mulheres saíram da retaguarda cuidadora de feridos e hoje são soldadas treinadas em diversos postos que vão desde artilharia pesada, inteligência, pilotagem de caças, até estratégia e comando de ataques.
Mas, sua vocação de apoiadoras do sofrimento humano não deverá ser esquecida ou descartada. 
Foram corajosas e sobretudo heroínas. Muitas deram a vida naquele período de descalabro bélico.

Cida Torneros

História Inteligente: A Participação das Mulheres na Primeira Guerra Mun...

História Inteligente: A Participação das Mulheres na Primeira Guerra Mun...:   Mulheres trabalhando em uma indústria bélica. Por Patrícia Ramos Braick e Miriam Becho Mota, em História: das cavernas ao terceiro ...




Trailer ANZAC Girls [Legendado PT-BR] as enfermeiras da primeira guerra Mundial

Imagem da Enfermeira na Primeira Guerra Mundial, participação do Brasil

DESILUSÃO Luis Fernando Verissimo





100 anos do armistício da primeira guerra mundial