Vôo do Beija-flor

Vôo do Beija Flor - Elisa Cristal

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Valência a maravilhosa e histórica cidade espanhola







Valência é inesquecível. Embora tenha passado somente dois dias visitando-a em 2012, sua arquitetura e história me marcaram para sempre.

Cidade fundada pelos romanos que foi alvo de disputas e domínio de visigodos e mulçumanos, hoje abriga séculos de relíquias que a tornam a terceira cidade mais populosa da Espanha.

Museus são um show à parte e a modernidade da Cidade das Artes e Ciências contrasta com a beleza dos portais romanos da Cidade antiga.

Quando estive lá subi a Torre da igreja de San Miguelet para apreciar a vista da Praça principal desde o Alto ao lado do grande sino de bronze. 

Aliás as campanas dobram de várias capelas e basílicas espalhadas pela mística Valência.  

Suas festas populares,  chamadas de "fallas" atraem turistas de todos os lugares para dias de feiras com música e comidas típicas.  Por falar em comida o prato tradicional imperdível é a paella valenciana que mistura arroz com carnes e frutos do mar.

Também as padarias e sorveterias encantam em Valência além da suntuosidade do seu comércio em geral.

A canção que minha avó Carmen gostava tanto. Esta música sobre Valência canta seus encantos em tom épico. 

Valência é um capítulo à parte da vida hispânica.  Cidade com independência histórica e cultural. Digna de uma nova visita mais longa pois ela tem muito a ser descoberto.
Cida Torneros 

Amigos para siempre


Cafés de Paris


segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Quizas quizas quizas


Perhaps love


Andrea Bocceli e Daniel


Cheek to cheek ( bochecha com bochecha)


Falhaste coração. Júlio Iglesias e Plácido Domingo


Quem será? Thalia e Júlio Iglesias

Você quer dançar?


sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Flores como alento na Expoflora 2017 em Holambra



Reportagem sobre Holambra em sao Paulo mostra que o setor floricultura não foi atingido pela crise econômica.

Tanto para consumo interno como para exportação as flores são um lauto comércio além de grande alento.

A Expoflora de 2017 espera receber 300 mil visitantes.

 Da natureza, umas surgem como dádivas aos nossos olhos em meio a correria do mundo. São flores. 

São cores que revigoram e agradam nossas horas. Podem estar num canteiro. Em vasos plantadas. Em jardins públicos. Nos quiosques para venda. Pouco importa. 

Nas feiras livres. Nas bicicletas dos entregadores. Nas despedidas nos campos Santos.  

Sempre são mensageiras de sentimentos. Para os que as doam e para quem as recebe. Flores trazem paz e harmonia. Podem levar encantamento e votos de felicidade ou de eterna saudade. 

São pequenos cuidados de amor transfigurados de paixão momentânea pelo belo.

Flores pelos caminhos. Buquês de rosas. Margaridas e alfazemas. Lírios. Agapantos. Camelias. Jasmins. Amapolas. Dálias. Crisântemos e copos de leite. Palmas de Santa Rita ou gladíolos. Azaleas. Cravos. Festa  da natureza. Alamandas. Manacás, hortênsias e girassóis. Orquídeas.  Violetas. Flores do campo. Gerberas.  Matizes de rosas. Tantas. Milhares. São nossa face delicada. 

Alegram a Vida. Atenuam a dureza de qualquer paisagem. São alento. Enfim.

Cida Torneros 

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

La sagrada familia


Abertura das Olimpíadas de Barcelona


Somos todos Barcelona




Somos todos Barcelona 
A arte em Barcelona chora o atentado que não combina com sua luz cultural. Sangue e dor em Barcelona atacada por terroristas é capítulo triste na história do berço catalão de tantas manifestações artísticas.

A Sagrada Família de Gaudi. A fundação Joan Miró e o Museu na casa onde viveu Picasso. O parque G

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Rafa Gomes e Roberto Carlos


Trailer monsieur e madame Adelman


Navegando


O longo amor de Monsieur & Madame Adelman













Monsieur & Madame Adelman
Amar é...
por Francisco Russo
À primeira vista, Monsieur & Madame Adelman é um filme formulaico. No funeral do personagem-título, sua esposa é abordada por um jornalista que deseja escrever sobre o finado, um escritor renomado. O pulo do gato seria trazer sua história de vida a partir dos olhos de quem o acompanhou por 45 anos, desde quando ainda era um desconhecido. A picada da mosca azul faz com que ela aceite a proposta e, a partir de então, desvende as nuances do relacionamento em um imenso flashback.Se a proposta narrativa de alguém contando suas memórias a um jornalista é um artifício batido no cinema, vide Jackie e Entrevista Com o Vampiro, o trunfo deste filme dirigido e estrelado por Nicolas Bedos (o monsieur Adelman) é o olhar íntimo a partir do ponto de vista feminino, com seus anseios e frustrações. Aos poucos, os relatos da madame Adelman desvendam uma história .

Monsieur & Madame Adelman. O filme do longo amor!
O FILME DO LONGO AMOR
Minha amiga me levou pra ver o filme que ela classificou de maravilhoso. Assisti atenta ao filme francês que conta a história de um longo amor. Bem estruturado com excelente maquiagem que acompanha o passar do tempo para o casal por 45 anos de história.  Como surpresa as revelações da viúva que desnuda o mito do seu marido escritor revelando detalhes do seu relacionamento íntimo e dados que incluem até o uso do sobrenome dela de origem judaica pelo autor que ela ajudou a criar. Chega a revelar que muitas vezes escreveu por ele. Mas nao assume o que conta ao jornalista que a entrevista para saber do escritor com quem ela viveu por tanto tempo. Com quem teve filhos e dividiu fama e prestígio. 
Tormentas de dia a dia de qualquer casal são mostradas de ângulo sutil. Victor o personagem escritor torna- se um ser dependente da mulher de personalidade forte. Mas a trama reconhece que há momentos de muita emoção até o fim da sua vida em comum. 
O filme mostra a decrepitude da idade avançada e a perda de memória do marido que chega a chamar a mulher de mae.
O desfecho leva a crer que ela o libertou da vida desmemoriada mas que jamais tornará isso publico.
Li a crítica de Marta Medeiros sobre o filme. Ela enfatiza que a convivência e suas nuances é mais prodigiosa que qualquer medalha ou troféu.  Quem convive por tempos com alguém vive de tudo um pouco desde a loucura até a plena paz.
O legado de Monsieur Adelman é a certeza de uma longa história igual a de tantos casais que se completam ou tentam fazê- lo a partir da esperança de serem felizes.
Felicidade é dúvida e incerteza mas serve de pano de fundo para gente como a gente. O amor é múltiplo e pode ser intenso até o final.
Cida Torneros 







Dom de iludir


Un vestido y un amor


Alegria alegria


Tropicalia


Rapte-me camaleoa


Caetano Veloso


75 anos de Caetano


Nos 75 anos de Caetano Veloso, especial resgata entrevista de 1981 do cantor

07/08/2017 13h54
Leandro Melito e Ana Elisa Santana - Repórteres da Agência Brasil
O cantor Caetano Veloso chega aos 75 anos nesta segunda-feira (7), no mesmo ano em que o lançamento de seu primeiro disco completa cinco décadas. Ao longo de sua carreira, o músico gravou 30 discos de estúdio, o último deles Abraçaço, lançado em 2012. Caetano também dirigiu o filme Cinema Falado (1986) e é autor do livro Verdade Tropical(1997). 
Caetano Veloso durante a abertura das Olimpíadas Rio 2016Filipe Costa/Direitos Reservados
Nascido em Santo Amaro da Purificação (BA), Caetano Veloso começou sua trajetória musical compondo trilhas para peças de teatro. O primeiro disco, Domingo, foi gravado em julho de 1967, em parceria com Gal Costa, com forte influência da Bossa Nova.
Para celebrar o aniversário do cantor e compositor, a Agência Brasilresgatou o áudio de uma entrevista concedida à Rádio Nacional do Rio de Janeiro em meados de 1981, ano em que ele gravou o álbum Outras Palavras, que viria a ser o primeiro disco de ouro de sua carreira. Clique aqui para acessar.
Na entrevista, Caetano fala sobre sua relação com a música e o processo de criação. “O fato é que quando eu toco violão eu me sinto melhor e se não toco me sinto muito mal. Tenho vontade de tocar e cantar, é terapêutico, me sinto bem, me melhora de qualquer coisa”.
O músico também recorda momentos importantes para sua formação musical, como a temporada que passou no Rio de Janeiro em 1956, aos 13 anos de idade, e ia semanalmente aos estúdios da Rádio Nacional para assistir a apresentações musicais.

Tropece con la misma piedra


domingo, 6 de agosto de 2017

Corta jaca


Chiquinha Gonzaga 170 anos



Biografia 

A compositora e maestrina carioca Chiquinha Gonzaga(1847-1935) destaca-se na história da cultura brasileira e da luta pelas liberdades no país pelo seu pioneirismo. A coragem com que enfrentou a opressora sociedade patriarcal e criou uma profissão inédita para a mulher, causou escândalo em seu tempo. Atuando no rico ambiente musical do Rio de Janeiro do Segundo Reinado, no qual imperavam polcas, tangos e valsas, Chiquinha Gonzaga não hesitou em incorporar ao seu piano toda a diversidade que encontrou, sem preconceitos. Assim, terminou por produzir uma obra fundamental para a formação da música brasileira, pela primeira vez apresentada ao grande público por meio do Acervo Digital Chiquinha Gonzaga.
Francisca Edwiges Neves Gonzaga nasceu no Rio de Janeiro, em 17 de outubro de 1847, da união de José Basileu Neves Gonzaga, militar de ilustre linhagem no Império, com a forra Rosa, filha de escrava. A menina cresceu e se educou num período de grandes transformações na vida da cidade. Além de escrever, ler e fazer cálculos, estudar o catecismo, e outras prendas femininas, a jovem sinhazinha aprendeu a tocar piano. Educada para ser dama de salão, aos 16 anos Chiquinha se casou com o promissor empresário Jacinto Ribeiro do Amaral, escolhido por seu pai. Continuou dedicando atenção ao piano, para desespero do marido, que não gostava de música e encarava o instrumento como seu rival. Inquieta e determinada, Chiquinha se rebelou e decidiu abandonar o casamento ao se apaixonar pelo engenheiro João Batista de Carvalho, com quem passou a viver. Chiquinha Gonzaga, 16 anos. (Fonte: Edinha Diniz)Com 18 anos de idade, já Sra. Francisca Edwiges Gonzaga do Amaral. O escândalo resultou em ação judicial de divórcio perpétuo movida pelo marido no Tribunal Eclesiástico, por abandono do lar e adultério. A Chiquinha Gonzaga que emerge no cenário musical do Rio de Janeiro em 1877, após desilusão amorosa, maldição familiar, condenações morais e desgostos pessoais é uma mulher que precisa sobreviver do que sabia fazer: tocar piano. Ninguém ousara tanto. Praticar música ao piano, ou até mesmo compor e publicar, não era incomum às senhoras de então, mas sempre mantendo o respeito ao espaço feminino por excelência, o da vida privada. A profissionalização da mulher como músico (e ainda mais aquele tipo de música de dança para consumo nos salões!) era fato inédito na sociedade da época. A atividade exigia talento, determinação e coragem – qualidades que não faltavam a Chiquinha Gonzaga. Chiquinha Gonzaga, 29 anos. (Fonte: Edinha Diniz)Sua estreia como compositora se deu com a polca Atraente, cujo sucesso foi mais um fardo para sua reputação. Mantinha-se como professora em casas particulares e pianista no conjunto do flautista Joaquim Callado. Passou a aperfeiçoar sua técnica com o pianista português Artur Napoleão, também seu editor, e a tentar escrever partituras para o teatro musicado. Em janeiro de 1885, Chiquinha Gonzaga estreou no teatro com a opereta A corte na roça, representada no Teatro Príncipe Imperial, ocasião em que a imprensa se embaraçou ao tratá-la – não existia feminino para a palavra maestro. Ao longo de sua carreira de maestrina, Chiquinha Gonzaga musicou dezenas de peças de teatro nos gêneros os mais variados. Em 1889, regeu, no Imperial Teatro São Pedro de Alcântara, um original concerto de violões, promovendo este instrumento ainda estigmatizado. Era a mesma audácia que movia a militante política, participante de todas as grandes causas sociais do seu tempo, denunciando assim o preconceito e o atraso social. A abolicionista fervorosa passou a vender partituras de porta em porta a fim de angariar fundos para a Confederação Libertadora e, com o dinheiro da venda de suas músicas, comprou a alforria de José Flauta, um escravo músico. Chiquinha Gonzaga, 47 anos. (Fonte: Edinha Diniz)Na virada do século XIX para o XX, Chiquinha Gonzaga criou a marchinha carnavalesca, compondo a música que a popularizaria, Ó abre alas, e obtendo com isso um reconhecimento eterno, pois o carnaval jamais a esqueceu. Aos 52 anos de idade, já consagrada, Chiquinha conheceu aquele que iria se tornar seu companheiro até o final da vida, o jovem português de 16 anos João Batista Fernandes Lage, mais tarde João Batista Gonzaga. O nome da compositora esteve também envolvido em escândalo, desta vez político, quando seu tango Corta-jaca foi executado no Palácio do Catete, em 1914. Como autora de músicas de sucesso, sobretudo pela divulgação nos palcos populares do teatro musicado, Chiquinha Gonzaga sofreu exploração abusiva de seu trabalho, o que fez com que tomasse a iniciativa de fundar, em 1917, a primeira sociedade protetora e arrecadadora de direitos autorais do país, a Sociedade Brasileira de Autores Teatrais (Sbat). Chiquinha Gonzaga, 78 anos. (Fonte: Edinha Diniz)Chiquinha Gonzaga teve seu trabalho reconhecido em vida, sendo festejada pelo público e pela crítica. Personalidade exuberante, ela foi dos compositores brasileiros a que trabalhou com maior intensidade a transição entre a música estrangeira e a nacional. Com isso, abriu o caminho e ajudou a definir os rumos da música propriamente brasileira, que se consolidaria nas primeiras décadas do século XX. Atravessou a velhice ao lado de Joãozinho, a quem a posteridade agradece a preservação do acervo da compositora. Chiquinha Gonzaga faleceu no Rio de Janeiro, em 28 de fevereiro de 1935, aos 87 anos de idade. Edinha Diniz, 2011  Autora da biografia Chiquinha Gonzaga

Fadas


Pérola negra


Homenagem à tia Socorro


sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Travessia


Chega de saudade


Alguém como tu


Copacabana


Dick Farney


Dick Farney


Dick Farney
Nome de batismo: Farnesio
Faleceu em 4 de agosto de 1987
Era chamado de Frank Sinatra brasileiro


Começou a tocar piano ainda na infância, quando aprendia música erudita com o pai, enquanto a mãe lhe ensinava canto.

Em 1937 estreou como cantor no programa Hora juvenil na rádio Cruzeiro do Sul do Rio de Janeiro, quando interpretou a canção Deep Purple composta por David Rose. Foi levado por César Ladeira para a rádio Mayrink Veiga, passando a apresentar o programa Dick Farney, a voz e o piano. O conjunto Os swing maníacos formado por Dick, tinha ao lado o irmão Cyll Farney, na bateria, acompanhou Edu da Gaita na gravação da música "Canção da Índia", do compositor russo Nikolay Rimsky-Korsakov (1844-1908). De 1941 a 1944, era crooner da orquestra de Carlos Machado, no Cassino da Urca, no tempo em que o jogo era permitido no Brasil. Em 1946foi convidado para ir para os Estados Unidos,depois do encontro com o arranjador Bill Hitchcock e o pianista Eddie Duchin, no Hotel Copacabana Palace. Nesse período, grava o famoso tema jazzístico Tenderly, considerada a primeira gravação mundial. Entre 1947 e 1948, fez várias apresentações na rádio NBC, principalmente como cantor fixo no programa do comediante Milton Berle. Em 1948,apresentou-se com sucesso na boate cariocaVogue. Em 1956, grava ao vivo o show "Meia-Noite em Copacabana", bem ao estilo da Broadway, lançado pela gravadora Polydor, com temas americanos e brasileiros, é considerado um marco para a Bossa Nova devido a mistura de samba e Jazz. No ano de 1959 era exibido o programa de TV Dick Farney Show, na TV Record - Canal 7 de São Paulo. Em 1960, formou a banda Dick Farney e sua orquestra que animou muitos bailes. Em 1964, com o advento da Bossa Nova, grava a convite de Aloysio de Oliveira, pela gravadora Elenco o disco Dick Farney (Elenco ME-15) com a participação especial de Norma Bengell na faixa solo Vou Por Aí (Baden Powell e Aloysio de Oliveira) e em dueto na faixa Você (Roberto Menescal e Ronaldo Bôscoli), sendo esta considerada uma das mais belas gravações da Bossa Nova. Em 1965, na recém-inaugurada TV Globo - Canal 4, Rio de Janeiro, apresentados por Betty Faria e Dick Farney, o programa de TV Dick e Betty. Ainda nesse ano volta a gravar o segundo disco pela Gravadora Elenco o Lp: Dick Farney: Piano, Gaya: Orquestra. Entre 1977 e 1987, Gogô passa a ser seu pianista acompanhador.
Foi proprietário das boates Farney´s e Farney´s Inn, ambas em São Paulo. Em 1971 formou um trio com Sabá (Contrabaixo) e Toninho Pinheiro (Bateria). Entre 1973 a 1978 tocava piano e cantava na boate Chez Régine.