Vôo do Beija-flor

Vôo do Beija Flor - Elisa Cristal

sexta-feira, 30 de junho de 2017

Trailler


Momentos mágicos


Cena final do filme " como eu era antes de você "



O filme da protagonista Louise Clark que cuida do tetraplégico Will, tem um final polêmico que reproduz o desfecho do livro em que é baseado.

Os dois atores principais dão um show de interpretação que termina com a leitura da carta que ele deixou pra ela com instruções sobre a vida. 

Lou está em Paris vestindo suas meias listradas de "abelhinha " e toma um café com croissant enquanto a voz de Will reverbera no seu coração. 

Todo o filme é lindo como instigante. A jovem Clark muda de vida porque ele a faz ver novos horizontes apesar de decidir pelo suicídio assistido o que acarreta na moça, grande e profundo sofrimento. Mas ela o ama e aceita a decisão de Will.

Belissima fotografia em enredo forte. Trabalho perfeito para nos dizer o quanto a vida pode ser questionada sempre. Mas sobretudo, como ele aconselha. Viva, Clark! Apenas, Viva!
Cida Torneros  

Carminho


Roberto Carlos


De mais ninguém


Quando você passa


Do you Wanna dance?


quinta-feira, 29 de junho de 2017

Caetano, Gil, Gal e Bethânia


Um índio


Doces bárbaros 1976


Bethânia e Gal


Sonho meu


Maria Bethânia


Gal Costa


Maria Bethânia e Gal Costa não se falam há mais de dez anos


Maria Bethânia e Gal Costa não se falam há mais de dez anos

Afastamento das cantoras ainda intriga fãs

Agência O Globo
Publicada em 
Gilberto Gil já cantou que mistério sempre há de pintar por aí. Mas um deles em especial intriga os fãs da MPB há mais de dez anos. Por que Gal Costa e Maria Bethânia não se falam durante todo esse tempo? O mistério voltou à tona nos últimos dias com a estreia do documentário “O nome dela é Gal”, uma homenagem aos 50 anos de carreira da cantora de “Meu bem, meu mal”.

No fim do primeiro episódio, Bethânia, que admitiu surpresa ao ser convidada para dar um depoimento, entrega que há muitos anos as duas não se encontram. A última vez foi quando, em 2002, elas se juntaram a Caetano Veloso e Gilberto Gil para uma reedição dos Doces Bárbaros, que marcara a carreira do quarteto nos anos 1970.
O silêncio só foi quebrado uma única vez na ocasião da morte de Dona Canô, há quase cinco anos. Gal Costa mandou uma mensagem de pêsames para Maria Bethânia pela perda da mãe (a história é contada no documentário). A cantora estaria retribuindo o mesmo carinho que Bethânia teve com ela, comparecendo ao velório de Dona Mariah Costa, mãe de Gal, em 1993. “Nessa época, as duas já estavam afastadas. Embora tenham até dividido o palco, algumas vezes, depois disso. Após Doces Bárbaros, elas passaram a não conviver mais”, revela um produtor musical.

As cantoras começaram praticamente juntas (Bethânia um pouco antes) na década de 1960. Na época, em Salvador, em meio a revolução de costumes, ensaiaram um namoro. Quando viajavam em turnê, dividiam o mesmo camarim. Os meninos, Gil e Caetano, ficavam em outro. A rivalidade, mais alimentada pelos fãs e pela mídia, sempre existiu. Uma era conhecida pela voz; a outra, pela dramaticidade.

Era a interpretação de Maria Bethânia para a canção “Um índio”, de autoria do irmão, o momento mais aplaudido da apresentação que os quatro faziam juntos. “O índio só desce uma vez por noite”, costumava brincar Bethânia nos bastidores, no fim de cada apresentação.

Já no Rio, as duas moravam no mesmo bairro, em São Conrado, mas não se frequentavam. Bethânia, na casa que vive até hoje, na Estrada das Canoas. Assim que foram construídos edifícios na região, Gal mudou-se para uma cobertura — perto de outra cantora, Simone.

A especulação imobiliária, com vários prédios altos surgindo, acabou com a vista que a irmã de Caetano tinha do mar. Gal Costa, anos depois, ainda se mudaria para Trancoso e, em seguida, para Salvador. Hoje, mora em São Paulo. A distância entre as duas passaria a ser também geográfica.

A última vez que Maria Bethânia assistiu a uma apresentação de Gal Costa foi em 1981, no show “Fantasia”, no extinto (e saudoso) Canecão. É de conhecimento de todos, no entanto, que ela é avessa a badalações. Nunca é vista em eventos ou estreias. “Quando Moreno, o primeiro filho de Caetano, nasceu, ele teve que levar o menino para Bethânia conhecer”, lembra um amigo próximo: “Ela não gosta de sair de casa, é seu refúgio”.

Quando Gal Costa ficou alguns anos sem lançar disco ou fazer show, depois do lançamento de “Hoje”, em 2005, o curioso é que foi Maria Bethânia uma das incentivadoras do seu retorno. Ela e alguns amigos, incluindo Caetano Veloso, pediram que o compositor José Miguel Wisnik fosse ao encontro dela e tentasse convencê-la a voltar. A iniciativa não teve sucesso, e Gal só retornaria em 2011 com “Recanto”, incentivada por Caetano.

“Elas não se falam nem no aniversário. Difícil dizer se houve de fato uma briga, algum desentendimento. Talvez seja uma questão íntima, que só mesmo elas sabem”, acredita um músico. Neste domingo, Maria Bethânia completa 71 anos. E deve passar o dia sem o “parabéns” da antiga amiga. Tem mistério que dura para sempre.

Ana Vilela com Fátima Bernardes


Trem bala


Viva São Pedro e São Paulo!



Futuros amantes


quarta-feira, 28 de junho de 2017

Close your eyes


Documentário sobre Paraíba


Elba Ramalho homenageia a Paraíba


João Pessoa. Viva a Paraíba!


Em 2005,  participei do Congresso de Recusos Hídricos que se realizou no Hotel Tambaú em João Pessoa,  na Paraíba. 

Foram dias de muita descoberta e reflexao. A pauta era transposição das águas do Rio São Francisco. Mas os áres paraibanos inundavam de esperança nossos momentos por lá.  

Um centro histórico sensacional e muitos restaurantes típicos. Tudo imperdível. 

Nos intervalos das discussões,  escapadas. Fomos de carro alugado  até Recife. 

Na volta , uma estadia em Natal antes do regresso ao Rio. Por lá,  idas nas tapiocarias. O gosto forte do Nordeste brasileiro. Suas frutas e temperos. 

Os forrós.  As caminhadas na orla muito cedo. As explicações da minha amiga Solange. Bióloga que trabalhava comigo. Tempos  felizes. 
Muitos estudos e bastante interrogações. 

Tantos anos depois, os ares daquelas terras seguem me aquecendo. Lugar de bravos. Berço de letrados. Ponto de partida para sonhos de um Brasil de Cultura variada mas com unidade de língua e valores de vida. 

Viva a Paraíba e salve todo o Nordeste brasileiro. Saudades!

Pétala


Sailing


Vira do Minho


segunda-feira, 26 de junho de 2017

The lake house


How do I live wthout you?


Now I see. This is the way it should be.

A cena é do filme "A casa do Lago".
Não me canso de rever.
O casal protagonista se corresponde além do tempo. Cada um se mostra em ano diferente. Ela está no futuro. Ele, no passado. Chegam a marcar hipotético encontro. O enredo deixa dúvidas.  Mas algo acontece para lhes oferecer a tal segunda chance. Sandra Burlok faz o papel impecável. Contracena com Keanu Rivers.
O tempo parece parar em torno da paisagem da Casa do Lago. 
O arquiteto e a médica vivem um romance à distância.  
A correspondência ou une em cartas que atravessam sua diferença de "time".
Ilusões entremeadas de sonhos. Um mesmo cachorro pertence a ambos. 
A história supõe o quanto a fantasia esbarra na pseudo realidade.
A personagem Kate busca ver o correspondente Alex que ela deve ter visto alguma vez e depois nunca mais.
Uma possibilidade ainda que remota de se verem quando o futuro chegar e ela puder impedir um acidente em que ele poderia morrer. 
- Ela é real. Ele disse para o irmão.  Teme perde- la. Vai esperar por ela.
A jovem doutora se esforça para compreender o fenômeno que a faz  viver na Casa  do Lago e sentir a presença do igualmente jovem arquiteto.
Chega o ano de 2006. Ele estava ainda em 2004.
Quando 2006 o alcança,  ela sabe que é viável se encontrarem finalmente.
E descobre que há uma cilada do destino.
No dia dos namorados fica sabendo que ele se foi. Mas, mesmo assim, Kate corre para salvá-lo.
Filmaço.
Dia dos Namorados. 14 de fevereiro de 2006.
It should be this way. Isso poderia ser desse modo. 
Kate chora. Mas vai tentar avisá-lo do risco.
É o sonho superando a realidade.
A canção de Paul McCartney diz tudo.
This  never  happened before.
Kate pede que ele a espere por 2 anos e vai para a casa do Lago.
Ali se realiza o milagre. Ela o salva. Ele a esperou.
O filme tem um final feliz fantasioso e o amor vence. 
Cida Torneros





Basílica de Nossa Senhora de Lourdes em Vila Isabel






Gilberto Gil. 75 anos. Aquele abraço


Baila comigo


Benfica


sexta-feira, 23 de junho de 2017

A fogueira tá queimando


Luiz Gonzaga


São João no Sudeste







São João no Sudeste 
Tem gosto de saudosismo. O sudeste possui a maior colônia nordestina vinda de Estados que forneceram e fornecem ainda que,  em menor escala, a mão  de obra mais barata, que surpreende sempre por sua garra, força de vontade e alegria de viver na nossa região.

Suas festas juninas, por aqui, no eixo Rio e São Paulo,  trazem o sabor da saudade da terra seca,  além da manifestação latente do amor por suas raízes. 

São João tem seu lugar de honra nas comunidades periféricas das grandes cidades onde o povo do Nordeste habita e labuta para o progresso das metrópoles. 

Salve essa gente que nos dá o grande exemplo. Os que vieram e ainda vem pra cá buscando melhores condições de vida, nos oferecem o grande caldo de Cultura junina.

 A mim, pessoalmente, esse legado se desdobra em música,  guloseimas e poesia. Um viva aos irmãos nordestinos que fazem a festa neste Junho Alegre e caloroso.  Viva São João! 
Cida Torneros 

Diz que eu fui por aí


Per amore


segunda-feira, 19 de junho de 2017

Ciranda da bailarina


Aula de ballet



Conversa de poetas e minha priminha bailarina de Salvador


Tenho uma priminha Beatriz que mora em Salvador e estuda ballet. Graciosa.

Regina Lúcia me enviou um vídeo de bailarinos deficientes. Comovente.
Fiz logo um poema

Superação

Andar sobre pés imaginários
Vários passos ao revés
Do possível
É o impossível
A dizer que tudo pode
Naquele que nos fortalece.
Em prece
Só nos resta
Aplaudir e agradecer

A filha dessa minha amiga está vindo da Suécia,  onde mora,  com o marido e os dois filhos para passarem um mes no Rio.
Minha Amiga escreveu:

Coração na boca, batendo alucinado...
uma saudade louca
pelo tempo alongado...
Agradeço a Santos Dumont
pela genial invenção
Pois o tempo é encurtado
graças ao  avião...
Eles já estão voando
pra alegrar meu coração!!!

Pérola Negra


O encontro da imagem de N. Sra. Aparecida


Princesa


Pablo Neruda


Aquellas pequeñas cosas


O que será


domingo, 18 de junho de 2017

Que nadie sepa mi sufrir


Suspiros de España


Te amaré


Amigo arrastra una silla


Me dicho la luna


Y sin embargo


Joaquin Sabina


Viva Sevilla




nov
26
Postado em 26-11-2013
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CRÔNICA
ESPANHA NO CORAÇÃO
Cida Torneros
Uma das conversas mais interessantes que travei em Espanha aconteceu em Barcelona, no almoço, no dia 7 de outubro de 2012. Tinha chegado àquela cidade catalã, pela segunda vez na vida. Ia ficar somente um dia e uma noite. Despedira-me , bem cedo, dos meus amigos Denise e Terry, na casa de quem passara 18 maravilhosos dias, em Sao Miguel de Salinas, Alicante. Foi na estação ferroviária antiga, por sugestão de Denise, que peguei o trem costeiro em direção à Barcelona. Uma viagem linda, inesquecível, beirando o mar, passando por Valencia, e por Chipiona.
Na viagem, que durou umas 4 horas e meia, meus pensamentos voaram, rememorando laços pessoais com a cultura espanhola. Sua comida, habitos, música, a influencia da avó galega, o período profissional em que editei um jornal dirigido aos imigrantes que vivem em várias cidades brasileiras. Perdi a conta de quantas vezes ouvi tauromaniacos torcerem contra os touros negros. Minha pena pelos animais, entretanto, nunca foi um empecilho para compreender uma febre cultural que os novos tempos se encarregariam de encerrar.
Na passada por Chipiona, meu coração se encheu de lamento, imagens recentes, de 2006, em que chorei muitas vezes, assistindo, desde a sala carioca da minha casa em Vila Isabel, a agonia, doença e falecimento da grande Maria del Rocio Jurado, a cantora que estava casada como o toureiro Ortega Cano, adorada pelo público, homenageada pelo povo, pranteada por nós, amantes do amor ao desafio da vida!
Orei por ela, sabia que seus restos mortais se encontram ali, segui a viagem me deliciando com a paisagem, precisava aproveitar meu último dia e a noite em Barcelona, onde iria dormir num hotel próximo ao aeroporto, de onde embarcaria rumo ao Brasil, bem cedinho.
Peguei um táxi, devia ser meio dia, fui direto ao bar Espanya, um tradicional pequeno restaurante, ponto de saída das vans que saem em horários pré estabelecidos para o hotel distante do centro da cidade.
Sentei para almoçar, pedi ao garçon que me servisse o prato do dia, degustei a delicia, comi um “dulce” e um cafezito, enquanto conversava com o senhor que era gentil.
Ele me disse que a condução chegaria somente às seis da tarde, que eu podia deixar a bagagem guardada ali e passear um pouco. Contei-lhe que dois anos antes, com duas amigas, estivera na cidade por uma semana e apreciara quase tudo.
Então ele me perguntou se eu visitara a antiga “plaza de touros” onde agora funciona um shopping. Eu respondi negativamente e aceitei a sugestão de ir a pé até o lugar onde por tantos anos milhares de pessoas viveram o glamour das touradas.
Foi entao que perguntei se ele gostava delas, ouvi uma resposta sincera de um homem maduro, nascido naquela cultura, que enfim, me emocionou.
Ele se declarou dividido. Falou que sua emoção desde menino o fazia torcer pelos toureiros, mas que sua razão, de homem consciente, o induzia a aceitar a proibição da prática medieval.
Bem, disfarcei meu derretido estado de saudosa criatura que ama o clima taurino também, mas que, como ele, entende que não se pode ter prazer com tortura de animais tão bravos, valentes, sacrificados.
Fui ao shopping, na ex praça de touradas, passeei, subi ao topo, fotografei, fiz compras numa loja oficial do Barça, time de futebol, imaginei como teriam sido as tardes festivas de corridas de touros, dezenas de anos atrás, por ali, onde a vida seguia em novo curso.
Ao voltar, parei para lanchar num bar de esquina, o ar catalão me impregnava de sonhos, pedi a alguém que me fotografasse, meu coraçãozinho inundou-se de saudade do canto de Rocio, ela tinha enfrentado o touro negro da morte, com galhardia, tendo ao lado o amor do seu toureiro.
Caminhei, refletindo que, agora, ela vive e canta o pasodoble encantando cada alma como a minha, apaixonada por histórias, dividida como a do velho garçon do Bar Espanya, ente a emoção intensa e a razão passageira, imprevisível e fascinante, como o amor, a dor e a vida.

Maria Aparecida Torneros, jornalista e escritora, mora no Rio de Janeiro, edita o Blog da Mulher Necessária, onde o texto foi originalmente publicado.

Comentários

Cida Torneros on 10 janeiro, 2014 at 23:12 #
Viva el pasodoble, siempre!

Ieda T Gouvea on 7 outubro, 2014 at 22:27 #
Cida, vi 

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Minha tia


La distância és como el viento


Une omelette et fruits pour le petit degeuner




Ironia


Começaria tudo outravez


Dança tiípica do Camboja


Camboja

Assisti Pedro pelo Mundo mostrando o misterioso Camboja.
Camboja foi ao inferno e voltou. De 1969 a 1975, sofreu intensos bombardeios dos EUA na tentativa de dizimar os guerrilheiros do Vietcong infiltrados na região da fronteira. O cenário serviu para o fortalecimento do movimento revolucionário comunista Khmer Vermelho que, liderado por Pol Pot, derrubou o governo em 1975, evacuou as cidades e criou uma economia agrária baseada na coletivização da produção. Na prática, tratou-se de uma das maiores carnificinas já vistas, com estimados dois milhões de mortos de uma população de quatro milhões de pessoas.
Esse cenário, felizmente, está enterrado. Reino de contrastes sociais visíveis e de pobreza extrema, o Camboja se abriu recentemente ao turismo e passou a figurar no roteiro dos viajantes no sudeste asiático, com a oferta de paisagens naturais estonteantes, ruínas milenares e um povo que não economiza nos sorrisos e nos bons tratos aos estrangeiros. A jóia da coroa são as ruínas de Angkor Wat. Localizados nas imediações da cidade de Siem Reap, os mais de 30 templos que formam o complexo já abrigaram o maior império do sudeste asiático, o Khmer, que se estendia da Tailândia ao Vietnã. Hoje, recebem milhares de turistas que garantem boa parte da fonte de renda desse pequeno reinado.

COMO CHEGAR
Não há voos diretos entre Brasil e o Camboja. Prepare-se então para fazer uma longa viagem com pelo menos duas escalas até chegar ao Aeroporto Internacional de Phnom Penh. As rotas são diversas e invariavelmente são cobertas em dois trechos longos e um mais curto, partindo de cidades da região, como Bangcoc Cingapura.
SUGESTÃO DE ITINERÁRIO
Ninguém vem de tão longe somente para visitar o Camboja. Quase todos os visitantes que aportam em algum aeroporto do Sudeste Asiático acaba combinando uma visita a diversos outros países, como Tailândia, Laos e Vietnã. Nestes casos, reserve ao menos três dias para explorar Siem Reap e arredores, visitando os templos de Angcor Vat, Ta Prohm, Banteay Srei e Banteay Kdei. Não é o ideal, mas conhecendo bem o entorno você terá um bom panorama da cultura khmer e o melhor do país.

:)