Postagem em destaque

A Paz

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Atletas do Xapecoense vítimas da tragédia na Colômbia


























Colômbia. Familiares chegam a Medelin


Feira de Mangaio


Amor de mis amores


Buena Vista social clube


Vandalismo ou revolução? Golpe parlamentar na madrugada


Golpe na madrugada foi deferido pelos parlamentares que aprovaram PEC remendada a seu favor e repleta de revanches. Lá fora horas antes era dia claro e o pau comeu. Vandalismo foi a palavra usada para classificar os atos de revolta preventiva nos gritos de uma população sofrida e traída que não aguenta mais. Vivemos a PrimAvera brasileira. Os tais Senhores e Senhoras do Congresso Nacional em sua maioria não admitem a exposição de tantos desvios de conduta e muito menos a perda de suas regalias. Não há inocentes nessa história.  Há clima de guerra no ar. Judiciário em teste. Executivo na corda bamba. Povo nas ruas aos berros contra a exploração e a mentira. Quebradeira é realmente sinônimo de vandalismo. Traição também.  Vândalos podem agir na escuridão das madrugadas e nos atacar sem que possamos nos defender nem com sprays de pimenta. Nossa única arma é a lei. Que eles burlam. Camuflam. Emendam. Tudo ao seu Bel prazer.  Parece que os golpistas seguem impunes. Queremos eleições diretas já.  Fora Temer. Fora Congresso vampiro. Fora membros que desonram a Justiça.  Que fiquem os bons. Os que se sensibilizem com as dores de uma nação humilhada vítima de roubalheira sistêmica.  Viva o povo brasileiro é sua força para reagir e lutar.
Cida Torneros
Folha de S.Paulo
Temer diz repudiar vandalismo em manifestação em Brasília
PODER• GUSTAVO URIBE - VALDO CRUZ - DE BRASÍLIA •29/11/2016 -
O presidente Michel Temer repudiou os episódios de "vandalismo" e "destruição" durante protesto na Esplanada dos Ministérios nesta terça-feira (29).
Em nota, ele ressaltou que a intolerância "não é forma democrática" e não pode ser "instrumento para pressionar" o Congresso Nacional.
"O governo sempre esteve aberto ao diálogo e defende o direito às reivindicações. Mas jamais transigirá com atos de destruição do patrimônio público e privado", disse.
O presidente também lamentou os ataques feitos a veículos de imprensa. Um carro de uma emissora de televisão chegou a ser depredado e jornalistas foram hostilizados.
"A liberdade de imprensa é um valor central em nossa democracia. O presidente lembra que a mesma Constituição que garante a liberdade de manifestação, protege também a imprensa livre", afirmou.
Para o peemedebista, o país não pode ser palco de episódios que "disseminam o medo e a intimidação para as famílias e os cidadãos brasileiros".
Copyright Folha de S.Paulo. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita da Folhapress (pesquisa@folhapress.com.br).

Quizas quizas quizas


Cabalgando con Fidel


Andança


Cuando sali de Cuba


Tributo a Fidel


terça-feira, 29 de novembro de 2016

Minha superestar


Mulher sexo frágil


GLENN MILLER





He He He somos todos Chape!



Hino da Xapecoense


O ciúme


Rússia homenageia Fidel


Povo cubano presta homenagem a Fidel


segunda-feira, 28 de novembro de 2016

A doença da alma e a doença da moral


Alma boêmia


Sem fantasia


Fly me To the moon


Zeca Baleiro


Marieta


Good music


Tribute To Célia Cruz


Juiz Sérgio Moro


Divaldo Franco


Marcelo Calero o carioca de 34 anos que balança Temer...


Blog da Mulher Necessária: Quando o amor demora a chegar...

Ex Ministro Calero entrega Temer


É de manhã.


domingo, 27 de novembro de 2016

Cacique de Ramos. Minha infância e adolescencia no subúrbio carioca dos anos 60.

Moramos nas ruas Carvalho Moutinho e Araguari. O carnaval se aproximava e tio Fernando, irmão de mamãe, virava noites pintando índios nas fantasias do bloco Cacique de Ramos. 
Ali, eu via os futuros famosos nos fins de semana, que iam pras rodas de samba. A jovem Beth Carvalho, por exemplo. 
Os irmãos Bira, a gente chamava de "os elegantes". 
O bairro era reduto de Pixinguinha. Vinícius atravessava a cidade para o chorinho da casa do Seu Pixinga. Este,  de pijama listrado, dizia "estuda, menina", quando eu o encontrava a caminho da escola. Na verdade, ele e tantos daquele Rio de Janeiro de então eram os professores de vida. 

Um namoradinho que conquistei na praia de Copacabana ia nos finais de tarde de sábado, me ver no portão. Eu ganhava Rosas e balas de leite da kopenhagen.

O subúrbio era lugar de gente humilde e alegre. A gente pegava trem e bonde. Tinha muita festa junina e  brincadeira de rua ou de fundo de quintal.

 O bloco do Cacique disputava fama com o Bafo da Onça. Na base do entusiasmo e na avenida Rio Branco. Sem prêmio e sem troféu . 
O gosto era saber que nós éramos cariocas da gema envolvidos com a cultura de uma ex capital. Brasília não ia apagar nosso brilho. 
A zona Sul contra atacou com a bossa nova. Entramos na pilha. Roberto Carlos apareceu cantando no Mello Tênis Clube, na Vila da Penha,  e no Bonsucesso Futebol Clube. Fizemos concessões e aderimos à onda do rock nacional.

No Social Ramos Clube fiz até Teatro amador. 

A cidade era nossa. Na vizinhança, os imigrantes árabes ,  franceses, espanhóis  (lá em casa), os portugueses, os italianos . Tinha gente de todo lado. Tudo junto e misturado que virava índio no Carnaval do Cacique.
Como explicar aos forasteiros que o Rio era muito mais que praias de Copa Ipanema e Leblon?
Difícil passar aos aventureiros e turistas o sabor de uma cidade que já foi mais maravilhosa ainda do que é hoje.
Cida Torneros

Foi um Rio que passou em minha vida


Gente humilde


Gota d'água....


Cálice ( Cale-se)


Sangue latino


El tiempo pasa


Elis Regina


Tal vez


sábado, 26 de novembro de 2016

Ibrahim Ferrer e Omara Portuondo


En eso llego Fidel


Cuando sali de Cuba


Hasta siempre, comandante


MARIA APARECIDA TORNEROS : Vi Fidel em 1999 na Cimeira no Rio de Janeiro

MARIA APARECIDA TORNEROS : Vi Fidel em 1999 na Cimeira no Rio de Janeiro: DISCURSO PROFERIDO POR SUA EXCELÊNCIA DR. FIDEL CASTRO .
 PRESIDENTE DA REPÚBLICA DE CUBA, NA REUNIÃO CIMEIRA DE CHEFES DE ES...



Vi Fidel em 1999 na Cimeira no Rio de Janeiro




DISCURSO PROFERIDO POR SUA EXCELÊNCIA DR. FIDEL CASTRO RUZ, PRESIDENTE DA REPÚBLICA DE CUBA, NA REUNIÃO CIMEIRA DE CHEFES DE ESTADO E DE GOVERNO DA AMÉRICA-LATINA E CARIBE E DA UNIÃO EUROPÉIA. 28-29 DE JUNHO DE 1999. RIO DE JANEIRO - BRASIL.

Senhor Presidente
Excelências:
A América Latina e o Caribe formamos um conjunto de países com imensos recursos naturais e humanos, que queremos nos uninir e nos desenvolver.
Já somos 499 mihões de seres humanos, dos quais 210 vivem por baixo do nível de pobreza, entre eles 98 milhões de indigentes. Na década dos 80, perdemos por transferências líquidas ao exterior, 223 bilhões de dólares. Devemos mais de 700 bilhões e pagamos nos últimos nove anos por serviços da dívida externa 850 bilhões, sem esta deixar de crescer nem só ano.
Nos fins da década dos 80, os investimentos diretos europeus na nossa área aumentaram ao 54 porcento do total. Entretanto, entre os anos 90 e 94 baixaram a um modesto 23 porcento.
Os antigos países socialistas da Europa Central e do Leste demandam hoje grandes fundos da União Europeia. A Rússia, uma superpotência, passou a fazer parte do Terceiro Mundo com menores receitas por pessoa que os países do CARICOM, nem só pela redução progressiva e contínua do seu PIB em dez anos até quase o 50 porcento, senão também pela pilhagem de 300 bilhões de dólares que foram parar aos bancos da Europa. Colossal triunfo da economia de mercado e das receitas políticas de Occidente.
Em quase oitenta dias de ataques aéreos sem precedentes, uma guerra não autorizada por ninguém originou a necessidade de enormes despesas cujo pagamento se lhe exige de antemão à Europa para reconstruir o que foi destruido por 23 mil bombas e mísseis, de fabricação norteamericana.
Pergunto-me, depois de tantos compromissos, quanto lhe vai restar a União Europeia para investir na América Latina e o Caribe?
A união, a integração e uma moeda comum dos países da Europa, que tão sangrentamente lutaram entre eles durante séculos, cientes de que era um requisito indispensável para sobreviver econômicamente no mundo atual, significou para todos nós uma esperança e um exemplo de que o impossível pode ser possível. O euro ajudar-nos-á a nos libertar dos privilégios da tirania do dólar. Não duvidamos que a Europa chegará a tornar-se num grande Estado supra-nacional poderoso e rico. Esperamos que seja respeituoso amigo e não inimigo do Terceiro Mundo e da soberania dos países que ainda não estão unidos, integrados e desenvolvidos.
Neste caso falando em nome de Cuba —país criminosamente bloqueado, também sacrificado como moeda de câmbio com "entendimentos" nada éticos respeito as cínicas leis extraterritoriales e com "posições comuns" nada justas e injustificáveis que somam-se de fato a tentativa de nos asfixiar econômicamente— expresso a esperança de que não existam novas partilhas do mundo entre poderosas potências e que não se tente a impossível loucura de nos tornar novamente em colónias.
Defenderemos a soberania como uma coisa sagrada sempre que existam alguns muito poderosos e outros muito fracos; sempre que todos não estejam dispostos a renunciar a ela em prol duma soberania universal.
Partindo de que não há raças superiores nem inferiores, por que somos pobres e subdesenvolvidos os países da América Latina e do Caribe? Quem foram os culpáveis? Tal vez as Crianças Heróis de Chapultepec, os milhões de índios dizimados neste hemisfério ou os escravos que morreram encadeados ao longo de séculos, poderão eles responder essas perguntas.
Os privilégios impostos en Bretton Woods são já insuportáveis para o mundo. O país que se atribuiu a responsabilidade de emitir a moeda internacional de reserva cujo valor garantia-se com o ouro do fisco não demorou em converter o ouro em papel ao suspender unilateralmente a conversão do dólar em ouro, assumindo a sua moeda desde aquela altura o papel do ouro, com o que adquiriu um imenso poder de compra e de investimento em todo o mundo, apesar de que a poupança pessoal média dos seus cidadãos fonte primária fundamental da formação de capital, já está por baixo de zero, coisa sem paralelo na história do capitalismo. Dono e senhor das instituições do sistema financeiro internacional, permitem-lhe fazer o que quiser.
Mais do que uma "Nova Arquitetura" para um sistema velho e caduco, o urgente é demolir até os alicerces o sistema financeiro estabelecido e criar outro verdadeiramente honesto, democrático, eqüitativo e humano que ajude a desarraigar a pobreza e a salvar o mundo.
Façamos o milagre de tornar possível o impossível. Com os braços abertos estamos dispostos a receber da Europa uma cooperação sem condições e uma solidariedade com liberdade.

Muito Obrigado.
Fidel Castro 

Nenhum comentário:


Momentos sem Fidel



Momentos sem Fidel
(artigo que escrevi em 2006, publicado no Pra da,  edição brasileira)

13.08.2006 | Fonte de informações: Pravda.ru

Que me perdoe o caro autor de “A Ilha”, Fernando Morais, mas permita-me parodiar o título do seu belo texto “Momentos com Fidel” (publicado no blog do Zé Dirceu), já que estou imbuída de um único objetivo: refletir sobre as nuances desta sobrevivência, por que passa a América Latina, nas últimas semanas, a uma onda especulativa que nos invadiu, como se fosse um tufão caribenho.

Ventos fortes no noticiário internacional, através de fontes verdadeiras ou falsas, falam sobre a doença e o afastamento de Fidel Castro do governo cubano e há intensa repercussão desse fato.

Paira no ar, diante do perfil “a la Bush”, de crescente estratégia militarista, uma certa apreensão, que antecipa atos de precaução por parte de instituições como, por exemplo, a própria Igreja Católica Romana, cujo bispo representante em Cuba declarou o apoio à independência daquele país para decidir seu próprio rumo.

Mais recentemente, foi a vez do manifesto assinado por mais de 400 personalidades de todo o mundo, entre eles oito ganhadores de Prêmio Nobel, divulgado à imprensa no último dia 7, no qual exigem que os Estados Unidos respeitem a soberania de Cuba.

O texto também condena as crescentes ameaças contra a integridade territorial da ilha. Entre os signatários que o assinam, temos, junto de outros brasileiros, Chico Buarque de Holanda, Frei Betto e Oscar Niemeyer, além de nomes de alcance internacional como Eduardo Galeano, José Saramago, Rigorberta Menchu e Desmond Tutu.

Os boletins das agências de informação trazem declarações, as mais diversas, sobre a tão propalada transição governamental em Cuba, que aprende a viver seus momentos sem Fidel, este, fora do comando, recuperando-se de uma cirurgia delicada, ao completar 80 anos, com um histórico de ser o chefe de governo, há mais tempo à frente de um país, no planeta.

O documento dos intelectuais intitula-se “A soberania de Cuba deve ser respeitada” e tem, no seu bojo, veemente crítica quanto à postura de Washington diante do problema de saúde do presidente Fidel Castro, pois os porta-vozes do governo americano logo se manifestaram sobre a possibilidade de intervir no que a secretária de estado, Condolezza Rice, chamou de “reconstrução democrática de Cuba”.

Os momentos sem Fidel, cuja última aparição internacional aconteceu na Argentina, durante reunião dos países do Mercosul, prometem ter grande variedade de enredos, tal a gama de interesses que desperta o comportamento do regime comunista cubano na seqüência chamada de período pós-Fidel.

Os melhores articulistas têm dado sua contribuição na grande imprensa, buscando considerar a nostalgia dos ideais revolucionários que ainda resistem à pressão do capitalismo internacional, nos brindando com um leque de opiniões e projeções. Estas, em última análise, não esgotam o que realmente está acontecendo, em Cuba, nalgum leito hospitalar, onde o comandante deve estar cercado de cuidados especiais, lutando para se pôr de pé e retomar o seu posto de resistente das Américas.

Informações desencontradas falam na proibição de jornalistas poderem visitar o país nesse momento, há espionagem no noticiário, alvoroçando a sede por atualização e novidades a respeito do silêncio de Fidel.

Recorro a uma das cenas do documentário Buena Vista Social Club, filme que registra a história de lendários músicos cubanos, e, através dela, ouso sintonizar o sentimento de grande parcela do povo cubano a respeito do seu líder Fidel.
Um dos músicos mostra a foto de Fidel, nos anos 50, diante da imensa estátua de Abrahan Lincoln, em Washington, ao colocar ali uma coroa de flores. Então, em tom de grande respeito, explica que a imagem corresponde ao episódio bíblico do valente Davi que enfrenta o gigante Golias.

A população da Ilha adiou para dezembro as festividades pelos 80 anos do comandante licenciado. Estes forçados momentos sem Fidel nos obrigam a conviver com toda a sorte de perguntas sem respostas, ampliando uma gama de hipóteses. São eles que alimentam a ansiedade dos correspondentes, a dúvida dos dirigentes, a expectativa dos simpatizantes, o desejo de vingança dos dissidentes, a fúria dos inimigos declarados, a oração dos fiéis seguidores, mas, sobretudo, a concepção da história de uma lenda viva que é o revolucionário Fidel Castro.

Maria Aparecida Torneros
(jornalista e escritora, no Rio de Janeiro)

Omara Portuondo


O encontro de Fidel com o Papa Francisco


Raul Castro anuncia morte de Fidel


quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Elis Regina e Sasha Distel


Feliz dia de Ação de Graças para my cousin Dolores que nasceu e vive nos EUA

With Love from your brazilian Family! kisses 

João de Deus


It's been a long, long time


Vivir sin aire


Mariene de Castro


Estrada Nova


Dance comigo


High Society


quarta-feira, 23 de novembro de 2016

As canções que você fez pra mim


Tá combinado


Gostoso demais quando se tem saudade do encontro passageiro que acontece na maturidade

Algumas poucas vezes para dois sessentoes largados no mundo...

Dança comigo?


Bom Jovi


As meninas de ouro


Não está sendo fácil , Kátia


Noel Rosa : onde está a honestidade?


Noel Rosa gravou esta música em 1933. "O povo já pergunta com maldade onde está a honestidade?"

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Você não entende nada


Madonna


Tower Geddel e Tower Trump


O mistério das torres. Parece história de cinema hollywoodiano .

O Ministro do Governo Temer sonhou com um andar altíssimo na bela Salvador.

Aliás há mesmo muitos arranha-ceus que surgiram e ainda surgem por ali e por aqui tapando a paisagem maravilhosa e natural.

São as torres bancadas pelo grande capital. Vale especular e aprofundar as necessidades fenomenais dos senhores feudais dos tempos modernos.

Querem olhar do alto e passar por cima das Leis?

Seriam capazes de pressionar ministros colegas com assuntos pessoais que significam desprezo pela austeridade?

Poderíamos classificar que o tal Geddel provocou somente tempestade em copo d'água ?

Ou o episódio pode ser a gota d'água para transbordar o Caldeirão da nossa paciência?

Que o povo americano me perdoe mas essa história  de torres gêmeas costuma acabar mal .

Merecemos mais trabalho dos servidores públicos como é o caso do Ministro .  Vi na internet que ele recebe mensalmente cerca de 51 mil reais.

Pagamos bem demais para sermos tripudiados.

São figurinhas repetidas. Não importa que partidos representem. O fato é que o povo está ferrado. Há longas décadas .

Como dizia minha avó ,  muda-se de padaria mas as moscas são as mesmas.

Elas voltam para pousar e infectar doces e salgados expostos. O pior é saber que prejudicam uma nação inteira como se isso fosse normal.

Falta vergonha e falta emprego. A impressão que se tem é que os reis das torres não conseguem enxergar isso.

Um dia caem e o tombo é maior quanto mais alto se encontram. Tratem de voar. Homens e mulheres que sobem tanto pensem no povão aqui embaixo.

Lembrem que há pessoas que sofrem, enlouquecem, se revoltam, esperneiam e fazem revoluções .  De verdade. Seres que escalam castelos e torres para destronar reis e rainhas.

Ah. Isso é roteiro cinematográfico de contos de fadas, creio .

CidaTorneros

Fernanda Takai: um girassol da cor do teu cabelo


Louis Armstrong


Um amor de estimação ( na sessão da tarde de segunda)




Dustin Hoffman ganhou o troféu Emmy por este papel


Eu mereci este refrigério. Assisti a sessão da tarde de segunda. O filme remete à paixão dos maduros e solitários vizinhos que cultivam hobbies como amar suas plantas na varanda ou cuidar de uma tartaruga que precisa crescer.
Cenas lindas. Atores fabulosos. Tema atualíssimo. Aumentaram os percentuais de pessoas que moram sozinhas no mundo inteiro. 
Paixões platônicas ou tentativas de aproximação dessas criaturas que esbarram em bloqueio de expressão cujo processo é repleto de meandros imaginários.
Vale tudo para viver um novo amor na maturidade solitária. O filme esbanja soluções criativas. O casal dança afinal a canção linda na voz de Louis Armstrong. 
Kiss me once. Kiss me twice. Kiss me once again. Refrigério para nossos sonhos de beijos em rostos, bocas e almas amadurecidas. 
Cida Torneros 

Miro Machado cantor baiano


As nativas de Arembepe


Juízo final


segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Chapéus







Kiss me once, Kiss me twice


High society...alta sociedade


Cirandas


Simplesmente acontece


Angels


Love someone


Alcione e Maria Bethânia


domingo, 20 de novembro de 2016

Tudo de mim ( O que sobra pra o doutor pilhado)


Às vezes ele me pensa e sintoniza. Entra na frequência do que sobra de mim dentro dele .  Talvez me sinta como um fiasco. Ou um troféu conquistado e abandonado. Quem sabe tenha a sensação do abandono inesperado que pode ter sido até planejado.
O doutor se declarou pilhado e cheio de problemas. 
Segui meu curso na direção da sobrevivência juntando e aproveitando sobras . 
Como se faz com reaproveitamento de tudo. 
Reforcei remendos. Colei partes do coração em pedacinhos. Harmonizei sorrisos e dores.
Parti para o ataque dos males físicos e busco cuidar dos dramas emocionais com olhar piedoso.
Lamentei cada prenúncio de afastamento mas sei que ambos chegamos quase tarde na vida um do outro. Teríamos chance se houvesse sinceridade mútua .  Sequer tentamos.
Mas sobraram boas recordações . Até canções. Algumas frustrações e muitos desejos.
Boas conversas sobre tratamento para vértebras tão desviadas. 
Às vezes até creio que preciso agradecer o assédio e o adeus brando. 
Foram grande aprendizado. Excelentes exercícios para almas solitárias ou treinos para emergências amorosas.
Fiz do limão, deliciosa limonada. Espero que ele tenha feito o mesmo.
No arco da vida descemos vagarosamente e prestamos atenção aos detalhes da idade. 
Encontros assim não acontecem todo dia. 
Desencontros são comuns. Sabemos disso.
Catemos nossos cacos e colemos formando mosaicos felizes. 
Tive Atendimento médico misturado à assistência afetiva (em 2014 e 2015). Neste 2016 pudemos ir embora, apesar dos lamentos. Vida que segue. 
Cida Torneros 


Only time.


Celtic women


Amazing Grace


Roberto Carlos: fim de semana


Bom fim de semana...muito azul








Viva a dignidade da pessoa humana no dia da Consciência Negra