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A Paz

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Campoamor, na Costa Blanca, minha amiga faz companhia pra Lucy





As donas de Lucy viajaram a trabalho. Minha Amiga Denise, que vive perto, deixou o marido com a pequena Nina e foi fazer cia a Lucy. 
A noite das 22 horas ainda estava ensolarada na Costa Blanca na Espanha, quando ela me escreveu. Estava comendo uns tapas e tomando uma cerveja gelada próxima da quadra de ténis  do condominio. 
Bela vista, muita paz  deduzi.  Minha amiga é brasileira e o marido inglês.  Já os visitei em 2012.
Gostei do estilo de vida que levam por ali. E sonho com a possibilidade de mudar pra aquelas bandas.
Olhando as imagens e vendo a Lucy sobram motivos para avaliar o alcance de dias e noites de sossego. Coisa que por aqui anda escasso.
Mas, convém aceitar todas as agruras de vida e seguir em frente. 
Há que tirar leite de pedra e sorrir apesar de tudo.
Tenho feito isso na medida do possível.  Conjugo verbos como perseverar e acreditar.
Acredito em novos e melhores dias. Defendo me nas orações e nos sonhos.
Atravesso pequenas tempestades pessoais com atenuantes saídas ou dribles possíveis.  
Aquieto ansiedades. Arrefecer saudades já aprendi como exercício diário.  Agradecer bons momentos é prática constante. Alcançar felicidades outras tem gosto de "quero mais e vou conseguir".
Desejo que minha amiga aproveite cada minuto. 
A vida oferece e cada dia é  um prêmio e ao mesmo tempo um milagre. Salve Lucy. Companheira atenta no verão espanhol. 
Um sol que se põe  às 22 horas é  um boêmio que se atrasa. Festeja a noite que chega tarde. Mas promete uma madrugada abençoada pela paz dos corações  que batem no compasso do amor tranquilo. 
Todos merecemos amores apaziguadores e compreensivos. Se eles surgem é porque estamos prontos e maduros.
Noites de verão na Costa Blanca são preciosas formas de saudar a Vida. 
Cida Torneros 

Pareço um menino


Oração de noite Jessé


Elvis Presley



Não pude evitar me apaixonar por você




Fragilidade do "tesao"


Pablo Alboran


Tom Jobim canta Noel Rosa


O que será?


Meu bem


Ronie Von 70 anos e mais alguns


Zizi com Ronie


quarta-feira, 29 de junho de 2016

Maria Creuza


Insensatez


Amor nos tempos longevos


Lisboa menina e moça


O homem é um ser gregário



O homem, um ser gregário por excelência

16 de agosto de 2012 por Flávio Gikovate

Existe no homem uma agradável sensação de paz e bem-estar derivada do se sentir parte integrante de um grupo — condição em que ele se sente menos desamparado — e também um desejo de se destacar dos demais dentro deste grupo, condição em que sua vaidade estaria mais gratificada. Assim sendo, tanto do ponto de vista amoroso como sexual, a vida em coletividades é um anseio básico para todos nós; não creio ser necessário se pensar em algum instinto gregário autônomo, pois o amor e a sexualidade são razões suficientemente fortes para explicar o fato.

É fato que a maioria dos componentes do grupo se sente prejudicada quanto ao aspecto da vaidade; ou seja, apenas uns poucos conseguem obter um certo destaque e chamar para si a admiração e a inveja; e mais, que a busca desenfreada pelo destaque social é fator importante para a gênese das desigualdades sociais capazes de deixar a maior parte de um dado grupo em condições materiais insustentáveis. Acredito na importância da vaidade para a determinação de tal estado de coisas pela sua natureza irracional: me parece óbvio que é inconveniente e perigoso para os privilegiados que a maioria da população de um grupo esteja na miséria, pois isto aumenta muito a chance de revolta e instabiliza o sistema em virtude do potencial agressivo derivado da inveja.

Kardec


A sessão de tarde...


Viva Minas Gerais







Close to you


O amor que se vai


Ataque em Istambul e a saga do último Samurai



No último domingo revi o filme "O último Samurai". Sua história me toca profundamente. O Japão onde trabalhei como correspondente em 1972, é exótico tanto quanto a Turquia. Civilizações milenares. Povos cujas tradições são referência para a Humanidade. 
Bombas na segunda grande guerra ainda doem nas almas japonesas. Agora, atentados recorrentes mancham de sangue a Turquia enlutada. 
Quando e onde vamos parar?
Na lógica inconsequente do radicalismo?
Ninguém merece tanta loucura em nome de ideais falidos. 
Nada justifica tanta barbárie.  Nada!
O Samurai fiel ao Imperador morreu na luta de espadas contra canhões.  
Cida Torneros




Acreditar, eu não!


Café Society


Um brinde a Vida


Viva São Pedro!


Alcione com o boi do Maranhão


terça-feira, 28 de junho de 2016

Frida Kahlo






Sambas de roda


Tim tim














A sereia Guiomar


Cristina Hoyos


Bailaoras


Estatuto da gafieira


Nós, cariocas, em tempos de frio 20 Graus!


Rio de Janeiro com frio? Ora , se tá 20 graus, a gente já usa cachecol  gorro e quiçá luvas.
 Cariocas não gostam de frio no geral. Nem de sinal fechado. Tampouco encontram paciência para muito discurso e pouco samba. 

Conjugar o verbo pedalar pode ser um desrespeito à memória do Tim Maia. Como? A ciclovia voou? Não aguentou a ressaca? Piada de mau gosto pra carioca derrubar governinho chinfrim. Neguinho se mata no trem pra atravessar desde a baixada e faturar uns trocados na orla do Leme ao Pontal. E esses caras de pau bichado eguem uma ciclovia que cai no mar?

Façam me o favor de respeitar o ambiente. Qualquer bicho da terra sabe que o Rio é  especialmente dançarino de gafieira. Driblar é nossa especialidade. Surfar idem. 

Sambar no passinho nem se fala.  Namorar na praia a gente tira de letra e de propaganda enganosa. 

Vininha era carioca. Dorival e Drummond viraram cariocas em Copacabana. Toda gente do Rio é namorada do Sol e noiva da montanha. 

Aqui se namora no alvorecer, no anoitecer e na madrugada. No meio dia? Por que não?  Com o sol a pino tem beijo no forno aos 40 graus em Janeiro. 

Coisa de carioca. Beijar no calorão.  
Por isso, esse frio de 20 graus traz tanta violência . Ele nos agride e provoca tanta greve. Desestabiliza a cabeça de quem espera pedalar em pistas seguras. Ou sambar em terreiro firme. Ou trafegar em via sem tiro. Ou encontrar paz no por do Sol no Arpoador. Ou namorar no corcovado , com o Cristo dizendo Amém.  De braços abertos para dar aquele abraço. 
Cida Torneros

Fotos colhidas no Tweeter








Roy Orbison


Agradeço a Deus


Alvorecer


Sorriso de criança


Candeeiro de vovó


segunda-feira, 27 de junho de 2016

Cores e nomes


Aquarela do Brasil


Certas coisas


Histórico programa do Jo: Hebe, Nair Belo e Lolita


O gente da minha terra


As pessoas não nos veem como nós nos vemos


Loucura


Beijo de saudade


Quando o amor acontece


O fascínio das moças pelos cafagestes


Flávio Gikovate afastado para tratar da saúde





Afastado da CBN para tratar câncer, Flávio Gikovate grava programa especial

 Publicado em Terça, 21 Junho 2016 23:38


Diagnosticado com um câncer no aparelho digestivo em março, o psicoterapeuta Flávio Gikovate está afastado de suas atividades na imprensa. Apresentador da CBN, onde comanda o semanal ‘No Divã do Gikovate’, ele vai gravar edição especial do programa na próxima terça-feira, 28, das 18h às 19h, no Teatro Eva Herz da Livraria Cultura do Conjunto Nacional.

A edição especial a ser gravada na próxima semana não marca, por enquanto, o retorno da atração à grade fixa da emissora mantida pelo Sistema Globo de Rádio. A direção da emissora informa, em comunicado enviado à mídia nesta terça-feira, 21, que o programa voltará a ser transmitido nas noites de domingo quando o médico-apresentador concluir o tratamento contra a doença.

A edição especial no Teatro Eva Herz (Av. Paulista, 2.073 - São Paulo) contará com transmissão em tempo real via Facebook Live. Para assistir ao programa ao vivo pela internet, basta acessar a página da CBN na rede social: facebook.com/radiocbn. Além da opção de conseguir acompanhar a gravação in loco ou online, o público poderá ouvir a integra no dial no domingo, 26, a partir das 21h.

Luta contra o câncer
Em abril, um mês depois de saber da doença, Flávio Gikovate conversou com a apresentadora Tânia Morales, do 'CBN Noite Total'. “Não me assustei com o diagnóstico e acho importantíssimo as pessoas começarem a compreender. Hoje, se pensa no câncer como uma doença crônica e não como um diagnóstico fatal. Porque a maior parte deles responde de alguma maneira aos tratamentos quimioterápicos que existem”, afirmou o psicoterapeuta na ocasião, conforme registrou o site do jornal Extra.


O psicoterapeuta e apresentador Flávio Gikovate (Imagem: Divulgação/CBN)



Pense nisso


Mi Talisman


Ana Gabriel. Evidencias


domingo, 26 de junho de 2016

Noite dos mascarados


Rosa da Madragoa


Trigo


Daniel Gonzaga canta Recado


Vivo por ella


Volare...com te partiro


Reginella


Dio como ti amo


Gigliola Cinquetti


Canzoni di una volta


Bela Itália