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A Paz

terça-feira, 31 de maio de 2016

Uno


Susana Rinaldi fez 80 anos


Tudo à meia luz



Tango


Agora só falta você


Finalmente encontrei alguém


Poder do amor


Azul da cor do mar


Francesas e franceses contra o assédio



  • Ministra Cécile Duflot:assobios por andar
    de vestido na Assembleia Nacional

    Membros do parlamento francês posam com os lábios pintados como parte de uma campanha em favor dos direitos das mulheres. Denis Baupin, o segundo da esquerda para a direita, foi acusado de assédio sexual por oito mulheres.

  • LAURENT FRIQUET AFP
    DO EL PAÍS
    Gabriela Cañas
    Correspondente de El País em Paris

  • Em julho de 2012, a recém-chegada ministra da Habitação da França, Cécile Duflot, foi recebida pela Assembleia Nacional em meio a assobios por parte dos deputados. À época, Duflot tinha 37 anos, e, para a ocasião, havia escolhido usar um vestido florido azul e branco. O espetáculo vexatório é um dos ritos machistas do poder legislativo do país, marcado por uma profunda feminização da política. Depois de quatro anos, as mulheres que ocupam cargos jornalísticos e políticos estão em pé de guerra. Elas pedem a demissão de um deputado do partido Os Verdes (Les Verts, em francês), acusado de assediar companheiras de trabalho, e também a saída do ministro de Finanças, Michel Sapin, acusado de ter tratado uma jornalista de forma degradante.

    Assédio Sexual, Feminismo, Machismo
    O caso mais grave diz respeito ao que envolveu, recentemente, o ex-dirigente do Os Verdes Denis Baupin, acusado de assédio sexual por oito mulheres, a maioria integrantes de seu partido. Assim que o escândalo foi divulgado pelos meios de comunicação franceses, no início de maio, o presidente da Assembleia Nacional, Claude Bartolone, pediu que o político renunciasse à vice-presidência. Baupin decidiu deixar o cargo, mas denunciou as mulheres que o acusaram por calúnia e difamação e continua a ser deputado. Dias depois, dezenas de mulheres participaram de uma manifestação para exigir o fim da impunidade e que Baupin abandone sua cadeira no plenário. Já a ministra Cécile Duflot pediu a intervenção do deontologista da Câmara dos Deputados. “Existem muitos Denis Baupin na Assembleia”, afirmou ela, referindo-se também à grande quantidade de assistentes parlamentares mulheres que são vítimas de assédio.
    As afrontas contra as mulheres na política são numerosas nesse ambiente legislativo que consagrou a igualdade de sexos por lei. O deputado conservador Marc-Philippe Daubrasse chamou, publicamente, Barbara Pompili de Barbara Pom-pom-pili. Seus companheiros, membros da Assembleia, imitaram o som feito pelas galinhas quando a deputada Véronique Massonneau assumiu a palavra. Quando a secretária de Estado de Igualdade, Laurence Rosignol, começou a falar, um deputado perguntou em voz alta: “Mas quem é essa mulher?”.
    Sobre a ministra de Educação, Najat Vallaud-Belkacem, uma publicação afirmou que ela é a “menininha mimada” de François Hollande, e o político Hugues Foucault ressaltou seu estilo erótico.
    O caso Baupin convulsionou a política francesa e, em meio a esse contexto, o ministro de Finanças, Michel Sapin, teve que admitir que seu comportamento em relação a uma jornalista, no ano passado, foi inapropriado. O caso foi trazido de volta à tona pelo livro L’Élysée Off, lançado recentemente pelos jornalistas Stéphanie Marteau e Aziz Zemouri, e no qual contam que Sapin, ao ver, de costas, uma jornalista que se agachava para pegar uma caneta, comentou: “Mas o que é isso que você está me mostrando?”. Ao mesmo tempo, o político puxava o elástico da calcinha da repórter. A ex-ministra socialista Delphine Batho exigiu explicações a Sapin, e ele garantiu que, apenas, colocou a mão nas costas da mulher. “Não houve, em minha atitude, nenhuma característica machista, mas o fato de ter incomodado a pessoa em questão demonstra que minhas palavras e meus gestos foram inapropriados”, justificou Sapin.
    Alguns meios se perguntam se o machismo é um distintivo da política francesa. O sociólogo Éric Fassin, que já escreveu vários livros sobre o tema e sua relação com a discriminação, trabalha com uma hipótese que ofereceria uma explicação: “A V República fomentou a personalização do poder. O chefe de Estado é o encontro de um homem com o povo. Há também uma relação de proximidade dos homens políticos com as jornalistas do setor (muito feminizado), o que conduziu a certos abusos. Mas isso está mudando”.
    A denúncia contra Baupin comprova essa teoria. E a reação rápida de Bartolone também. As políticas e as jornalistas francesas já não se calam. As vítimas de machismo mencionadas antes também não. Todas repreenderam, duramente, a conduta de seus colegas. O jornalista de televisão que se atreveu a perguntar a Nathalie Kosciusko-Morizet, ex-número dois do partido de centro-direita Os Republicanos (Les Républicains, em francês), sobre seu penteado levou uma importante bronca ao vivo. “Hoje você ganhou o prêmio de misoginia”, disse Rosignol ao deputado que se referiu a ela, de maneira depreciativa, como “essa mulher”.
    As políticas e as jornalistas francesas já não se calam. As vítimas de machismo mencionadas antes também não
    O caso Baupin tem poucos precedentes na política francesa. Mas por que nenhuma das oito mulheres que acusam o deputado de assédio o denunciou de maneira oficial perante a justiça? “Essa não é a pergunta. A questão é por que a elite política não reagiu diante desse escândalo”, afirmou a feminista Caroline de Haas, que trabalhou com a ministra Belkacem durante dois anos e combateu, na linha de frente, a reforma trabalhista. “A primeira reação diante desse tipo de assuntos é questionar a palavra das vítimas. Todo mundo sabe que denunciar esse tipo de comportamentos ainda traz muitos problemas”.
    O escândalo do deputado do partido Os Verdes Denis Baupin, acusado de perseguição e agressão sexual por oito mulheres, correligionárias de partido em sua maioria, também mobilizou 17 ex-ministras francesas de todas as ideologias. Em uma carta aberta publicada no Journal du Dimanche, as assinantes, membros do Partido Socialista, do Os Republicanos, do Os Verdes do EE-LV e do Partido Comunista, advertem: “Já chega. Não vão nos calar. Denunciaremos todos os detalhes machistas, os gestos desconjurados e as atitudes impróprias”. As ex-ministras pedem, ainda, que todos os partidos políticos que verifiquem cada protesto e incentivam as vítimas de assédio sexual a apresentarem denúncias.
    Entre as mulheres que assinaram o texto estão Christine Lagarde, ex-ministra de Economia de Nicolás Sarkozy e atual diretora do Fundo Monetário Internacional (FMI), Nathalie Kosciusko-Morizet, Ramo Yade, Élisabeth Guigou e Aurélie Filippetti. Todas afirmam que, como políticas, tiveram acesso a esferas que antes eram exclusivamente masculinas e que tiveram que sofrer e lutar contra o machismo. Elas consideram que o problema é enfrentado por todas as mulheres de todas as condições, mas ressaltam que “os que escrevem, votam e aplicam as leis devem ser irreprocháveis”.
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    Comentários

    Cida Tornetos on 31 maio, 2016 at 10:13 #
    Na luta contra o machismo o campo de batalha é vasto e cultural. Infelizmente um grande número de mulheres criam filhos homens e ainda passam para eles um universo em que os colocam em patamar de superioridade em relação ao mundo feminino. Igualdade e respeito a todas as sexualidades incluindo homos e heteros seria um avanço social inestimável. Penas que incluam castração Química para crimes de estupro também poderiam inibir a ação de assédio ou agressão advindas de um machismo secular e vergonhoso. Todas enfrentamos esse tipo de atitudes ao longo da vida pessoal ou profissional. Cada uma reage da sua forma. Muitas se calam. Algumas denunciam. Existem as que se vingam. Mas para tristeza geral, uma que comete suicídio como a jovem da Universidade Rural do Rio de Janeiro por exemplo, é motivo para acirrarmos o movimento contra o tal machismo absurdo e discriminatório. Seres realmente humanos precisam dominar o lado bestial da sua animalidade e aceitar que quando alguém diz não é não. Grosseiras cantadas ou comentários inapropriados podem marcar psicologicamente para sempre. Lei forte e denúncia constante além de educação generalizada baseada no respeito pelas criaturas que são de muitos gêneros mas que pertencem todas à humanidade. Esta é que precisa evoluir. As francesas já começaram a se posicionar. Todas estamos no mesmo barco. Não somos melhores. Somos iguais. Merecemos respeito. Devemos educar filhos homens assim. Que respeitem os outros seres ou femininos ou masculinos ou GLBT. Vamos seguir na luta por uma sociedade melhor. 













Pensamentos


segunda-feira, 30 de maio de 2016

Elzas'birthday! Tim Tim


Elzinha é a aniversariante de hoje. Estivemos juntas no almoço com mais duas amigas. A foto é de Dezembro de 2015 em Ouro Preto. Ela é guerreira e corre atrás de sonhos e realizações.  Coleguinha de profissão de priscas eras lembro dela nos tempos em que eu trabalhava na assessoria do TRE do Rio e ela precisava usar o "jacaré " para adaptar no telefone e passar matéria para a rádio.  Acho que ali começou nossa amizade. Ao longo de mais de 20 anos es5treitamos laços. Unimos esforços e dividimos momentos de alegria ou mesmo aqueles difíceis que fazem parte do caminho de todos nós.  
Acompanhei o crescimento de suas filhas e o nascimento dos seus netos. Convivo com sua família incluindo mãe e namorado. Já viajamos juntas por muitos lugares no Brasil , algumas vezes sozinhas e noutras com a amiga Ermelinda ou do namorido Luiz. Também andamos nos aventurando em passeios recheados de descobertas e lembranças.  Risadas. Nos tempos das meninas adolescentes em Petrópolis e Cabo Frio. Muitas risadas. Comprinhas. Refeições.  Preocupações e instantes de relax. 
A cada fase nos reinventando. Elzinha é  risonha e seus expressivos olhos azuis revelam a garra de lutar que é sua caracteristica marcante.  Às vezes me confunde com muitas narrativas mas no fim eu capto o resumo e faço leads breves que explicam sua presença amiga em minha vida e na vida dos que a amam.
O lead de hoje: " Elza, com modelito azul, almoça com três amigas e comemora seu aniversário. As quatro riram muito enquanto saboreavam o prazer de estar juntas. Esqueceram de registrar a foto do encontro. Mas não vão esquecer jamais que festejar a Vida é  dever de quem acompanha a Elzinha.  Vale lembrar o quanto ela merece nossos votos de feliz niver. E na hora em que estiver soprando a velinha com sua família nesta noite, claro que fará um pedido de Luz como lhe desejamos. Muita Luz!"
Cida Torneros

Explode coração


Dara


Bandoleiro


Mariah Karey


domingo, 29 de maio de 2016

Sarava seu 7 flechas


Canto dos índios Cayapo


Muito obrigada Axé


Bethânia e Miúcha


Cabocla Jurema


Caboclo 7 flechas


Paula Fernandes e Leonardo cantam Índia


tupi Guarany


Índia


Não mexe comigo


Sophia Loren


Rod Stewart


Olha!


Paris...









Quien?


Em Veneza, naquele maio de 2011!


sábado, 28 de maio de 2016

Meninos de Heliópolis tocaram Bethoven na Alemanha


Orquestra sinfônica Heliópolis


Visita de Mario Vargas Llosa a Paris


Marisa Monte e Julieta Venegas


Perdoname


Paris versus Buenos Aires


You and I


Vivre


Revoir Paris...realmente uma preciosidade..dica do site Bahia em Pauta


Posturas melhores...Em tempos de delações premiadas


Em época de tantos desassossegos, há que preservar posturas elegantes. Boas palavras. Sorrisos de apoio. Acordos respeitosos. Políticas de Boa vizinhança. Percepção de bom combate. Vivemos período de dramas políticos, econômicos e sociais.
Para ultrapassar momento tão dramático da história brasileira há que buscarmos elegância de gestos e intenções.
Temos assistido a um desfile de golpes baixos traições conspirações e o lado fatal da corrupção sistêmica.
Tristes tempos de lamber feridas e tentar reverter o curso viciado da descompostura praticamente generalizada.
Tenhamos fé. Achamos em prol do bem maior que é o investimento em nossa gente mal assistida.
Nossos governantes, legisladores, grandes empresarios e até juízes com algumas exceções parece que perderam o juízo.
Onde está a elegância de viver? 
Posturas melhores é  o que esperamos desse senhores e senhoras.
Cida Torneros

Adele


quinta-feira, 26 de maio de 2016

O Desacordao do Brasil? O grande acordo para o Gigante adormecido?

Como digerir os vazamentos das gravações intencionais para obtenção de provas de operacao operação Lava Jato? 

Alejandro Sanz e Estrella Morente


Espelho em noite de lua cheia


Nas voltas que o mundo dá talvez nos cruzemos como naquele dia no consultório.   Em mim doía a peste seletiva de vértebras entortadas mas o coração acelerado espelhou outro prenúncio de dolorosa sensação. 
Estendeu sua mão. Acomodei a minha. Estremeci. O reflexo era o espelho da alma de quem pensava ir pra uma casa de repouso. 
Início de  affair estranho e impaciente.  Atraídos e amedrontados. Por meses nos cercamos.  Depois nos dividimos. Imagens refletidas ficaram em nossas memórias.  
Nesta noite de lua cheia eis que o brilho de sua luz me alcança.  Fujo ou não fujo?
Feitiço de bruxa ou raio luminoso de feiticeiro?
Era o dia das bruxas de 2014. Miragem de amor improvável.  Reflito sobre nossas falas e sentimentos.
Nos reflexos ainda sobram arrepios. Esqueço das dores.  Onde há amores assim, cabe recuo estratégico e infinitamente projetar afetividade nas almas refletidas com o tempo. 
Ainda não se apagaram. Por certo há brilho de olhos e peles. Há uma intensa imagem de um encontro perfeito. 
Nosso conto de quase amor talvez tenha jeito e sobreviva.
Cida Torneros


Eu sou o pão da vida


Falando sério


Carinhoso


Que me van a hablar de amor


Sarita Montiel


Gardel


Adios muchachos


Isabel y Mario


Apesar de tudo


Los pajaros perdidos


quarta-feira, 25 de maio de 2016

O melhor de Mozart ( refrigério para nossas almas)


O que é aue há meu pais o que é que há


Dia do orgulho nerd


Recanto escuro Gal Costa


Chega de saudade


Amar não é pecado


El dia que me quieras


Carlos Gardel 50 Anos no es nada!


terça-feira, 24 de maio de 2016

Adrana Varella


O tango e eu






domingo, março 30, 2008


O TANGO E EU - Cida Torneros

Cida torneros
O tango e eu

primeiro se olharam
no fundo das pupilas depois se concentraram
com os corpos em harmonia
iniciaram a dança como serpentes
foram se enroscando em sintonia
passos e entre-pernas dolentes
mais olhares profundos trocaram
todo o tempo se embaralharam
um dentro do compasso do outro,
pareciam fora do mundo,
era o tango
em suas almas de bailarinos, os pés,
em perfeição de passos, a sensualidade,
entrega e procura, se enredavam,
casal de dançarinos, sincronia,
era o tango, o tango malandro, o ritmo,
a vida da capital argentina, a noite vadia,
que começava e nem quando terminar se sabia...
Depois, quando a orquestra parou, se agradeceram,
e eu me perguntei onde estiveram durante a dança,
talvez num céu concebido para os que se esqueceram
que embora o mundo seja lugar de tanto desapego,
há o tango, ainda resta o tango, para o seu sossego,
a sua paz, a sua alegria, o seu sentimento,
aí, me fiz também tangueira e bailei meu anseio
nos braços do imaginário compasso por um momento,
fantasiei-me de portenha, busquei meu par, ele veio...

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Libertad Lamarque . una grsn artista Argentina.


Bebel Gilberto


Samba da bênção Saravah


50 anos do filme Um Homem Ulma Mulher de Claude Lelouch







http://bahiaempauta.com.br/?p=135820

Artigo primoroso me traz a lembrança de um filme francês de 1966. No site Bahia em Pauta leio sobre o inesquecivel filme de amor dirigido por Claude Lelouch. Recordo quantas tardes fui com as colegas de escola normal todas na faixa dos 16  anos encantadas com as imagens e cenas de amor renunciado.
Atores excelentes. História comum e passível de acontecer com todos nós.  Torcida para que o casal protagonista se reencontrasse um dia.
Isso aconteceu 20 anos depois. Filmaram com os mesmos atores uma continuidae
Do tema. Os protagonistas finalmente se amaram mas o novo filme passou desapercebido.
O mundo tinha mudado muito nos anos 80.
Amores passaram a ser descartáveis e menos sofridos.
Aventuras inundaram as telas e os romances de um homem e uma mulher perderam o glamour das nossas adolescencias. .
Em 50 anos é bom saber que já se viveu amores assim. Intensos e respeitosos. Capazes de renúncias e honrados.
O artigo do Bahia em pauta me trouxe a cena da viúva vivida por Anouk Aime recordando seu marido cantando Samba de Bênção e falando do Brasil.
Cida Torneros

Las dos Rocios que Dios ya he llevado


segunda-feira, 23 de maio de 2016

Está boca és mia


Será


Parle avec elle


Hable con ella


Hino de Andalucia


Despedida


Preciso urgentemente encontrar um amigo


Fuga


mujeres