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A Paz

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Para os beijos borrados do meu Amor


El dia que me quieras


buena vista social club


Omara e Ibrahin Ferrer


Omara sings in english


Gonzaguinha : duas vidas


O mundo da fantasia e a ilusão necessária para enfrentar a crise global

O mundo da fantasia e a ilusão necessária para enfrentar a crise global. Como sair dela?

-Estamos saindo do mundo da fantasia!



Esta frase dita pelo sócio  fundador da Natura  (entrevista reproduzida abaixo) em Junho passado. Ele apontava para a crise em que estávamos mergulhando. Não só no Brasil. Sabemos que a crise é global e humana. Putin e Obama representam um passo atrás às  propostas que criaram a ONU há 70 anos. Em verdade, a indústria bélica  e o fomento das guerras e suas consequentes barbáries servem para nos oferecer o tal quadro catastrofico da migração em massa de povos fugindo na esperança de sobrevida em lugares onde sejam considerados cidadãos.
A televisão nos repete análises da economia brasileira anunciando o quanto descemos ladeira abaixo. Mudanças ministeriais e cortes. Ajuste fiscal e a necessidade de ilusão ou fantasia.
As pesquisas apontam que a popularidade da presidente Dilma segue baixa e ela se empenha em negociar apoio político  de um congresso estagnado e suspeito até  de corrupção segundo investigacoes da Polícia Federal.
E a fantasia? As promessas. Os sonhos. Os carnavais . A ilusão de dar um jeito no mundo.
Onde andam nossas esperancesperanças?
No coração  ou nos planos economicos?
Há  um mundo a ser preservado e há  um numero imenso de crianças na orfandade miserável.
Mas há poderosos que se dedicam a ter mais podres poderes. Quanta ilusão diriam os budistas. Os alquimistas poder am criar fórmulas quem sabe. Uma para apagar cérebros gananciosos. Outra para injetar caridade nas Almas endurecidas . Mais uma: o elixir da não violência total. Fantasia sim. Precisamos dela para enfrentar este momento. Mesmo de cama, com dores, não posso deixar de sonhar com um mundo melhor para uma humanidade renovada. E sobrevivo com minhas ilusões.
Cida Torneros 




Estadão. Junho de 2015

‘Estamos saindo do mundo da fantasia’, diz Pedro Passos

O empresário Pedro Passos é pragmático. Como sócio-fundador da Natura, uma das maiores empresas de cosméticos do País, se prepara para um cenário de desalento: “O desajuste é grande o suficiente para a gente não ser otimista”, explica. Como presidente do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), organização que reúne alguns dos maiores industriais do País, defende o ajuste fiscal, por mais penoso que possa ser. “Uma correção de rumo emergencial sempre é feita dentro do limite do possível e nem sempre do desejável”, define. Mas ele critica que o ajuste não seja acompanhado de mudanças “estruturantes”, que preparem o País para crescer. “O Brasil precisa retomar a discussão sobre que indústria quer: a gente fica olhando para o século 20, querendo reviver aquela indústria, mas talvez seja muito caro ou até impossível.” A seguir, os principais trechos da entrevista. 

Numa entrevista ao ‘Estado’, antes das eleições, o sr. disse que a economia estava sem rumo e os empresários tinham perdido a confiança para investir. O cenário mudou?


A retomada da confiança talvez seja um dos temas mais relevantes para o Brasil hoje. Nós perdemos a credibilidade por conta de erros que se acumularam. Talvez o processo de reconquista dessa confiança seja um pouco mais lento. A boa notícia – nesse cenário de más notícias – é que o País começa a lidar com os limites da realidade. A gente está saindo do mundo da fantasia para um mundo onde as contas públicas precisam ser bem administradas, onde os preços precisam estar no lugar correto, onde as metas de inflação devem ser perseguidas. Sem qualificar o que está sendo feito, o fato de a gente lidar com essa agenda já é importante. Eu estava muito mais preocupado com o rumo há um ano, porque falar em meta de inflação ou políticas responsáveis na área fiscal era uma conversa conservadora – vamos dizer assim. Me parece que esse dado de lidar com a realidade é um primeiro passo para a gente poder colocar as coisas no rumo. 

Muitos empresários cobraram o ajuste das contas públicas e a organização da economia. Agora, o governo sobe imposto, revê desonerações e eleva juros por causa da inflação, medidas que afetam diretamente os empresários. Qual a sua avaliação das medidas? 

Não sou especialista em contas públicas, mas nitidamente havia excessos que beneficiavam uma parte, mas prejudicavam o todo da economia. Precisam ser revertidos. Dados recentes da própria Receita sobre o Orçamento de 2015 mostraram que os chamados gastos tributários – basicamente as isenções – representam mais ou menos 5% do PIB. Mas o ajuste pelo ajuste não vai resolver. Temos de fazer mais. O governo tem de enfrentar essa agenda para que a gente possa sair dessa fase com uma nova perspectiva. Fase dura, de recessão. Falo isso com muita pena. A população brasileira pode perder benefícios: inflação correndo a 6%, a 8%, com desemprego, é problema para o trabalhador, para as famílias. O quanto antes a gente sair dessa situação, melhor. Seria muito triste a gente reverter o quadro de ascensão social visto nos últimos anos. Talvez ele tenha vindo com excessos de transferências, com salários subindo acima da produtividade, com uma série de problemas, mas o fato é que a sociedade melhorou e acho que a gente deve evitar um processo de ajuste longo para não termos um dano social muito grande. 

A revisão das desonerações é, então, um mal necessário?

Sim. Um mal necessário. A gente falou dentro do Iedi, quando as medidas saíram: a desoneração da folha de pagamentos foi estendida para tantos setores que não fazia sentido para a lógica da competitividade. 

E a questão da alta dos juros, já que a inflação está subindo?

Minha perspectiva é que a inflação vai se reverter por uma questão simples: estamos diante de um quadro recessivo. Eu não sei dizer se vamos precisar de mais ou de menos juros. As condições econômicas já induzem para uma queda de preço, apesar da indexação, dos repasses do câmbio e dos preços administrados que subiram. Mas acho importante não termos dúvida: um ano atrás, a gente falava que estava tudo bem com inflação a 6,5%. Não, não é tudo bem. É ruim. Ruim para a sociedade, para o poder aquisitivo, para os negócios. Precisamos mirar nos 4,5% e entender que podemos ter até menos, como ocorre nos países estabilizados. Meta de inflação mira em 3%, 2% – 4,5% é licença poética. Com certeza vamos falar bastante sobre o que está sendo feito agora e o que poderia ter sido feito. Como ocorre na seleção brasileira, há várias opiniões de como se organiza o time e suas prioridades. Uma correção de rumo emergencial sempre é feita dentro do limite do possível e nem sempre do desejável. Mas temos algumas críticas: talvez seja o ajuste necessário, o ajuste possível, mas é de má qualidade, ainda tem poucos elementos estruturantes para uma saída que leve a um País mais moderno, com um crescimento de qualidade.

O que seria um ajuste de boa qualidade com medidas estruturantes?

Podemos falar de vários temas para definir um ajuste de boa qualidade. Ao que parece, o ajuste possível reduz ainda mais os investimentos. É o que vemos, apesar da sinalização positiva feita com o anúncio do pacote (de investimentos em infraestrutura). A efetividade do pacote, a testar, mas a sinalização foi positiva. Alguns paradigmas de modelo de concessão estão sendo quebrados. Mas o fato é que existe restrição ao investimento no País e que o investimento é baixo. O segundo fator negativo é que vemos aumento de impostos. Não estou falando de reversão de desonerações. Estou falando de mais impostos, o que é problemático para um País que já tem uma carga elevadíssima. Faz tempo que as lideranças empresariais não falam mais em redução de carga, mas há uma indignação com o aumento. O terceiro ponto é a dificuldade de se fazer a reengenharia do Estado brasileiro. Não avançamos, apesar de algumas medidas provisórias que reviram excessos – como o seguro desemprego, o abono salarial e as pensões. Reformas são sempre difíceis, mas o País precisa de mudanças estruturantes, com visão de futuro. 

Exemplos?

A carga tributária do Brasil incide mais sobre impostos indiretos e menos sobre o imposto de renda, que é o imposto mais justo e menos regressivo. Precisamos começar a sinalizar como vamos desamarrar esta teia em que estamos metidos. Nem estou falando em redução de carga tributária agora, mas em uma simplificação, como por exemplo um ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) evoluindo efetivamente para um IVA (Imposto sobre Valor Agregado). Isso já foi até sinalizado, mas as conversas são sempre duras com os governadores. É preciso que a discussão seja liderada pelo governo federal, se não, não sai. Não podemos esquecer o tema da educação, que acaba sendo um elemento importante para a nossa produtividade. Estamos nitidamente perdendo espaço para os nossos competidores. Como pano de fundo, o Brasil também não pode deixar de lado a agenda de inserção internacional: é ela que vai nos trazer ganhos de produtividade. O crescimento, fundamentalmente, virá de ganhos de produtividade, já que a demografia daqui para a frente tende a não ser tão positiva. Estamos ficando velhos. 

Mas há clima no Congresso, no governo, para se iniciar discussões como a reforma tributária?

Há 19 anos dizemos que não temos clima para essa agenda. Talvez este momento seja o mais propício. De fato, temos um governo fragilizado do ponto de vista político e dividido. Mas sempre me lembro que, lá atrás, quando fizemos grandes reformas, como o Plano Real, não foi num momento de tranquilidade no Legislativo e tínhamos um governo de transição, do Itamar Franco para o Fernando Henrique.

Mas o sr. sente disposição política da parte do governo? 

Um pedaço do governo, especialmente representado pela área econômica, tem disposição de conduzir algumas reformas. Mas outro lado, do governo anterior por assim dizer, não sinaliza disposição. A própria presidente demorou, mas agora tem dado sinais – espero e torço que sejam consistentes e permanentes. Não é uma coisa estabelecida que o governo mudou de orientação e está unificado em torno de uma proposta. Ao menos é a percepção. Quem está do lado de cá, querendo investir e identificar oportunidades, ainda tem muitas dúvidas se as coisas vão ser efetivas. É uma construção. Mas não estou querendo olhar o copo muito vazio ou muito cheio. Para não ficar só na área econômica: quando vejo o próprio ministro, o Monteiro (Armando Monteiro Neto, Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior) falando sobre a revisão do Mercosul, percebo que o discurso mudou. Há dois anos, ousei falar em aproximação de blocos e numa agenda de maior inserção internacional. Era difícil ser ouvido no governo e até no meio empresarial. Agora essa agenda se amplia. Acho que foi o dado da realidade: acabou o dinheiro. Como é que faz? Isso nos coloca outra questão: definir qual será o vetor de crescimento do País. É o mercado interno? Acho que essa agenda ficou para trás. Vamos ter de buscar exportação, investimentos. 

Reconecta-te com tua essência Divina


Buda é ateu?


Como conciliar a visão budista com a crença em Deus?


Pergunta realizada no Retiro de Inverno 2015, no CEBB Caminho do Meio, na noite do segundo dia.


Pergunta: Como conciliar a visão budista com a crença ou a observação das deidades?

Lama Padma Samten: O Buda vai dizer ‘não há um fazedor do samsara’, não há alguém que tenha construído os seis reinos do samsara. Ainda que haja sofrimento, não tem um criador disso. Esse é um ponto super interessante. Na visão budista, nós não vamos trabalhar com a noção de um mundo externo separado de nós.

Pergunta: então o Buda é ateu?

Lama: O Buda é ateu (risos). Mas o ponto é assim. Por exemplo, o papa agora fez uma mudançazinha. Eu não sei como os estudiosos da Igreja estão sentindo isso. Fiquei feliz que foi um papa gaúcho, que foi lá e ‘pá’ (risos). O papa estava falando sobre a família, eu achei aquilo super profundo. Ele vai dizer ‘vamos olhar a família com o olho de Deus. Como que Deus olharia?’ Isso seria como que uma blasfêmia, nós não podemos olhar com o olho de Deus. Deus olha com o olho de Deus. Cristo olha com o olho de Deus. Nós não temos como olhar com o olho de Deus. Isso é a visão dos teólogos, como foi até agora. Mas ele decerto andou lendo o Dalai Lama, alguma coisa assim (risos). Quem olha com o olho do Buda são os budistas.

Agora, se nós podemos olhar com o olho de Deus, isso é uma grande libertação. Então, nesse momento a Igreja Católica viveu de novo. Porque a tradição revelada, como se tudo o que tivesse sido falado pertence ao passado, mata a religião. O mundo vai mudando e Deus não fala de novo. Mas agora nós podemos olhar com o olho de Deus e falar. É extraordinário, Deus ficou vivo de novo. Então esse Deus o budismo pensaria que seria possível. Na visão budista, não dá muito para personificar esse aspecto primordial. Ele não é um ser que está em algum lugar. Mas eu acredito que, com algumas exceções, os teólogos também não estão pensando em Deus como um ser antropomórfico em algum lugar. O Deus cristão na minha infância era antropomórfico. Mas ele foi mudando.

Talvez alguém ainda pense assim. Por exemplo, os Hare Krishna, dentro da visão do Swami Prabhupada, olham Deus como um ser pessoal, com um corpo semelhante ao corpo humano só que azul. Ele se manifestou como menino e pode se manifestar [de outras formas]; ele é imortal, mas é uma expressão humana. Ele é assim uma personalidade. É como se a gente desse ao sentido grosseiro o sentido máximo. No budismo a gente vai falar em nirmanakaya, ou rupakaya. Mas além disso nós temos sambhogakaya, o aspecto sutil dentro, e temos também dharmakaya, o aspecto primordial. Então dharmakaya é o nome de Deus em nós. Todos nós temos isso.

Mas a gente não vai usar a palavra Deus, porque Deus parece que é alguma coisa que é separada de nós. Então, no budismo não vamos usar isso. Ao mesmo tempo, nós não vamos limitar a inteligência ao aspecto grosseiro que nós estamos utilizando aqui. A gente vai sutilizando, vendo essa inteligência até o sentido primordial além de espaço e tempo. Então quando se vai descrever, em palavras, o que é a natureza búdica, pode-se pensar que estamos falando de Deus. Então o Buda seria ateu num sentido de que ele não vai apontar um Deus antropomórfico, em algum lugar, separado de nós, que é como, em geral, as tradições reveladas vão descrever Deus.

Quando a pessoa vai aprofundando a compreensão da natureza primordial, os teólogos provavelmente vão achar aquilo muito profundo. As pessoas de diferentes religiões vão achar aquilo muito profundo, que é como se fosse uma compreensão mais profunda de Deus também. Mesmo os xamãs vão achar aquilo muito interessante.

Mas o Buda não é contra Deus. Isso é uma boa coisa. O budismo inteiro não se opõe às religiões que professam a noção de Deus; não tem nenhum tipo de oposição. Pelo contrário, tem apoio. As pessoas devem seguir, não devem trocar de religião, a questão budista não é uma questão de crença, de filiação. É uma questão da gente ir olhando cada vez com uma profundidade maior, todas as coisas. Por isso que o budismo dialoga bem com a ciência. As tradições reveladas, por exemplo, tem uma certa dificuldade de lidar com a ciência, porque nas tradições reveladas nós temos que convergir para um tipo de visão que já está pronta, enquanto que a ciência ta sempre aprofundando. Então tem esse diálogo, que é possível. Mas a ciência de modo geral tem alguns pressupostos filosóficos que não precisariam existir, ela fica fixada a algumas visões filosóficas ultrapassadas. Essas visões dificultam um pouco. 

Como conciliar a visão budista 

Carl Jung


terça-feira, 29 de setembro de 2015

Dias iguais


Quero você como eu quero


Apenas um rapaz latino americano


Blog da Mulher Necessária: saia do meu caminho

Madre Teresa de Calcutá


Gonzaguinha. Viver e não ter a vergonha de ser feliz


Freud explica o que é o Amor


Farolito Carlos Gardel


el farolito


Esperada Marcianita







Esperada marcianita
Asseguram os homens de ciência
Que em dez anos mais, tu e eu
Estaremos bem juntinhos
E nos cantos escuros do céu falaremos de amor

Tenho tanto te esperado
Mas serei o primeiro varão a chegar até onde estás
Pois na Terra sou logrado
Em matéria de amor eu sou sempre passado pra trás

Eu quero um broto de Marte que seja sincero
Que não se pinte, nem fume
Nem saiba sequer o que é rock and roll

Marcianita, branca ou negra
Gorduchinha, magrinha, baixinha ou gigante
Serás meu amor
A distância nos separa
Mas no ano 2000



Deixa eu te amar faz de conta que sou a primeira


Cassia Eller


Os alquimistas estão chegando


O segundo Sol


Tudo passa


segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Exagerado


Nossa grande família é de sangue ou de amor. Na Bahia. Ju fez um ano no Cosme e Damião.


Gosto do jeito que meu filho ateu costuma iniciar seus emails quando nos envia fotos dos nossos encontros familiares.
Ele começa : familia! e discorre os assuntos.
Isso quer  dizer  o quanto ele resume o laço que nos une de amor e tolerância. Não importa nossas diferenças religiosas ou Ideologicas. Somos familia . Com agregados amigos . Irmãos  de jornadas. E somamos muitos.
Em 2004 fui sozinha a Salvador pela primeira vez. Por 4 dias. Depois minha prima Lu foi trabalhar como médica ali e  acabou casando com o Saulo. Já  voltei algumas vezes fui no casamento e no primeiro aniversário da Bia.
Ontem comemorou-se o niver número   um da Juliana. O tema foi Bahia. Minha prima avó  das meninas Carmen, me enviou fotos lindas. Adorei. Essa ala baiana da nossa família  tem um componente especial.
Rezo ao Bonfim para que a saúde me permita um dia ver a lavagem das escadas.
Por enquanto me contento com a alegria das fotos.  Família baiana  me orgulha e me enche de Aché . Viva a nossa família  baiana muito Aché

Recado da minha prima Carmen

 Olá prima, tudo bem? Cómo vc está? Espero que esteja bem. Estou rtm Salvador. Ontem foi o batizado e o niver de Ju. Foi tudo otimo. O tema foi Bahia. Diferente né? Mas foi super legal. Só comidas tipicas! Vatapa, caruru, xinxim de galinha, pipoca, banana da terra, rapadura, feijão fradinho, farofa amarela, cana, cocada, pe de moleque. .. e uma baiana fazendo acarajé. Muito bom. Estou adorando! Minha mãe, tia Celeste e Vitorino vem dia 10 e ficam até dia dezoito. Vou enviar umas fotos para vc . Bj. Bj para tia Norma.     CIDA TORNEROS






Salve  Família Baiana!
CIDA TORNEROS

Ave Maria no morro


Woman


I am sorry


Nikka Costa


O menino que queria se encontrar com Deus


💚 “Havia um pequeno menino que queria se encontrar com Deus.
Um dia encheu sua mochila com pastéis e refrigerante e saiu para brincar no parque.
Quando ele andou umas 3 quadras, encontrou um velhinho sentado em um banco da praça olhando os pássaros.
O menino sentou-se junto a ele, abriu sua mochila e ia tomar um gole de refrigerante, quando olhou o velhinho e viu que ele estava com fome, então lhe ofereceu um pastel.
O velhinho muito agradecido aceitou e sorriu ao menino.
Seu sorriso era tão incrível que o menino quis ver de novo; então ele ofereceu-lhe seu refrigerante.
Mais uma vez o velhinho sorriu ao menino. O menino estava tão feliz! Ficaram sentados ali sorrindo, comendo pastéis e bebendo guaraná pelo resto da tarde sem falarem um ao outro.
Quando começou escurecer o menino estava cansado e resolveu voltar para casa mas, antes de sair ele se voltou e deu um grande abraço no velhinho.
Aí, o velhinho deu-lhe o maior sorriso 
que o menino já havia recebido.
Quando o menino entrou em casa, sua mãe surpresa  ao ver a felicidade estampada em sua face:
- O que você fez hoje que te deixou tão feliz assim?
Ele respondeu:
– Passei a tarde com Deus. Você sabia, que Ele tem o mais lindo sorriso que eu jamais vi?
Enquanto isso, o velhinho chegou em casa com o mais radiante sorriso na face e seu filho perguntou:
 – Por onde você esteve que está tão feliz?
E o velhinho respondeu: – Comi pastéis e tomei guaraná no parque, com Deus. Você sabe que Ele é bem mais jovem do que eu pensava?
A face de Deus está em todas as pessoas e coisas que são vistas com os olhos do amor e do coração!
Que Deus abençoe você que está lendo esta mensagem e ilumine o seu coração para que você possa oferecer a muitas pessoas o sorriso de Deus, que talvez esteja guardado dentro de você. 

Hoje quero oferecer a você o meu melhor sorriso! 😃😃😃😃😃😃😃

domingo, 27 de setembro de 2015

Maria. Maria. Maria.


Perla paraguaia



Página oficial perlaparaguaia.com.br
Perla, nome artístico de Ermelinda Pedroso Rodríguez D'Almeida (Caacupé, 17 de março de 1952), é uma cantora paraguaio-brasileira.

Nascida e criada no Paraguai, mudou-se para o Brasil bem jovem em busca de oportunidades e desafios. Consagrou-se na década de 1970 com o sucesso Fernando, versão em português de uma música do grupo Abba, dessa mesma década. Ao longo de sua carreira, vendeu mais de 15 milhões de álbuns, Ganhou 11 discos de ouro, dois de platina, um de platina duplo, entre outras premiações.[1]


Biografia

Oriunda de família de músicos paraguaios, fazia parte do grupo "Las Maravillas del Paraguay" com o pai e os irmãos[2] . No início da década de 1970, devido a uma relação amorosa, deixou o grupo e foi para o Brasil, fixando-se depois na cidade paulista de Santos.

Carreira

Chegando o Rio, na década de 1970, começou a se apresentar em casas noturnas, como "O Bigode do Meu Tio" em Vila Isabel. Seu repertório consiste basicamente em versões. Começou a fazer sucesso em meados da década de 1970, conquistando grande aceitação entre o público popular. Seu repertório é composto de tendências que vão das guarânias e boleros a versões de músicas pertencentes ao mundo pop, ficando conhecida como cantora romântica. Gravou várias versões de músicas do conjunto sueco ABBA. Nessa fase, o seu maior sucesso foi a versão que ela fez para "Fernando", em 1976, incluída no LP "Palavras de amor". Em 1979, lançou um LP no qual as músicas apresentavam arranjos da disco-music, em voga na época, destacando-se uma versão para "Love's in the Air". Fez também versões para canções italianas e norte-americanas. Ao longo das décadas de 1980 e 1990, manteve-se ativa, apresentando-se em shows e programas, além de gravar alguns discos independentes financiados pelo seu fã-clube. Desse período, destaca-se o sucesso "Pequenina". 

Samba em prelúdio


Provérbio Zen



Wave


Crónica do AMOR


Martha Medeiros: Crônica do Amor Ninguém ama outra...

Crônica do Amor

Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo a porta.

O amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão. O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar.

Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referenciais.

Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca.

Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera.

Você ama aquela petulante. Você escreveu dúzias de cartas que ela não respondeu, você deu flores que ela deixou a seco.

Você gosta de rock e ela de chorinho, você gosta de praia e ela tem alergia a sol, você abomina Natal e ela detesta o Ano Novo, nem no ódio vocês combinam. Então?

Então, que ela tem um jeito de sorrir que o deixa imobilizado, o beijo dela é mais viciante do que LSD, você adora brigar com ela e ela adora implicar com você. Isso tem nome.

Você ama aquele cafajeste. Ele diz que vai e não liga, ele veste o primeiro trapo que encontra no armário. Ele não emplaca uma semana nos empregos, está sempre duro, e é meio galinha. Ele não tem a menor vocação para príncipe encantado e ainda assim você não consegue despachá-lo.

Quando a mão dele toca na sua nuca, você derrete feito manteiga. Ele toca gaita na boca, adora animais e escreve poemas. Por que você ama este cara?

Não pergunte pra mim; você é inteligente. Lê livros, revistas, jornais. Gosta dos filmes dos irmãos Coen e do Robert Altman, mas sabe que uma boa comédia romântica também tem seu valor.

É bonita. Seu cabelo nasceu para ser sacudido num comercial de xampu e seu corpo tem todas as curvas no lugar. Independente, emprego fixo, bom saldo no banco. Gosta de viajar, de música, tem loucura por computador e seu fettucine ao pesto é imbatível.

Você tem bom humor, não pega no pé de ninguém e adora sexo. Com um currículo desse, criatura, por que está sem um amor?

Ah, o amor, essa raposa. Quem dera o amor não fosse um sentimento, mas uma equação matemática: eu linda + você inteligente = dois apaixonados.

Não funciona assim. 

Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC. Ama-se justamente pelo que o Amor tem de indefinível.

Honestos existem aos milhares, generosos têm às pencas, bons motoristas e bons pais de família, tá assim, ó!

Mas ninguém consegue ser do jeito que o amor da sua vida é! Pense nisso. Pedir é a maneira mais eficaz de merecer. É a contingência maior de quem precisa.
Martha Medeiros
Nota: Adaptado da crônica "As razões que o amor desconhece", presente no livro "Trem-Bala", de Martha Medeiros.

Salve São Cosme e Damião! salve as crianças


MARIA APARECIDA TORNEROS : Sozinha e cansada, mas feliz...

MARIA APARECIDA TORNEROS : Sozinha e cansada







Mais uma crise brava de coluna. Domingo deitada. Quieta. Vi Xingu o filme. Assisti TV. Reli a auto biografia de Ingrid Bergman.  Sozinha em casa.  Ouvi pelo telefone a voz da minha mãe. Não estou infeliz. Sei que há dores piores. Vou me arrastando ao banheiro e à cozinha.

Vi na TV canal Futura um programa ótimo com Elza Soares.

Escrevo no blog. Ouço os fogos do Malaca. Moro perto. O sol bate aqui na sala e me respinga raios de luz no sofá onde estou deitadinha.

Quase não posso me mexer. Dói forte. Usei remédio sublingual.

Vou melhorar.

A vida  é alternância de altos e baixos.

Aproveito para orar e agradeço tudinho. Afinal este domingo de sol me acolhe.

Cida Torneros

História dos índios do Xingu


história dos índios
Xingu - Um paraíso sob ameaça



Na década de 1940, os irmãos Villas Bôas se disfarçaram de sertanejos e viajaram ao Mato Grosso para estudar a população indígena local. Anos mais tarde, eles tiveram a iniciativa de fundar o Parque Indígena do Xingu, ajudaram a preservar parte das etnias e, por isso, foram indicados duas vezes ao Prêmio Nobel da Paz. Hoje, apesar de o Xingu continuar sendo um oásis quase intocado, a região tem sido ameaçada

Por Sucena Shkrada Resk



A criação do primeiro parque indígena brasileiro, o Parque Indígena do Xingu, em 1961, no Mato Grosso, foi possível graças à mobilização iniciada praticamente duas décadas antes pelos irmãos Leonardo, Cláudio e Orlando Villas Bôas. Anônimos e disfarçados de sertanejos, esses paulistas de classe média se enveredaram na expedição Roncador-Xingu, organizada em 1943 pelo governo de Getúlio Vargas. A campanha também ficou conhecida como “Marcha para o Oeste” e tinha como objetivo a ocupação do interior do Brasil.

Em um primeiro momento, os três irmãos candidataram-se para participar da missão, mas foram impedidos pelos organizadores, pois se tratavam nitidamente de pesquisadores e não de homens que queriam tentar uma vida nova em terras desocupadas. Por isso, os Villas Bôas deixaram as barbas cresceram, vestiram-se com roupas simples e fingiram ser analfabetos para conseguirem autorização para viajar com a expedição. Foi assim que começou a missão de Leonardo, Cláudio e Orlando que, mais tarde, com a participação do antropólogo Darcy Ribeiro (1922-1997), resultou na demarcação do parque indígena.

Uma vida dedicada aos índios

Os irmãos Villas Bôas, indicados duas vezes ao Prêmio Nobel da Paz, receberam elogios e críticas negativas pela atuação no Xingu. Marina e Noel, viúva e filho de Orlando, falam sobre as anotações deixadas pelo sertanista e o projeto de criar o Instituto Orlando Villas Bôas

Orlando (1916-2002) e Cláudio Villas Bôas (1918-1998) estiveram à frente da direção do Parque Indígena do Xingu até 1975. Apesar de os irmãos terem sido reconhecidos mundialmente pelo seu trabalho, que os levou a serem indicados por duas vezes ao Prêmio Nobel da Paz, eles também receberam muitas críticas. Ao mesmo tempo em que os Villas Bôas foram elogiados pela preservação dos povos indígenas e pela iniciativa de organizar um programa de saúde pública, como vacinações e assistência médica para os índios, que morriam de gripe, disenterias e surtos de sarampo na década de 1950, devido ao contato com os brancos, os irmãos foram duramente criticados por terem fornecido ferramentas e bens materiais aos índios e interferirem no poder interno das aldeias. Segundo a Funai (Fundação Nacional do Índio, instituída em 1967, em substituição ao Serviço de Proteção ao Índio – SPI), isso teria contribuído para diminuir a produção artesanal tradicional e a degradação da cultura indígena.


A vida dos Villas Bôas era tão atrelada ao Xingu que, nos anos 1960, quando Orlando conheceu sua mulher, a enfermeira Marina Lopes de Lima Villas Bôas, atualmente com 71 anos, logo a levou para trabalhar no parque ao seu lado. Em 1963, Marina seguiu para o Xingu e foi a primeira enfermeira a atuar na saúde local. "O Xingu foi a extensão da minha casa. A sociedade e o governo precisam avaliar o quanto os índios têm a nos ensinar, quanto à estrutura social e visão de mundo", diz ela.

Noel Villas Boas, de 33 anos, filho de Orlando, conta que o pai guardava seis cadernos de diários (preservados postumamente), que começou a escrever em 1943, ano da primeira expedição ao Xingu. Parte dessas anotações virou livros, inclusive o póstumo Orlando Villas Bôas – expedições, reflexões e registros, organizado por Orlando Villas Bôas Filho, em 2006.

No acervo preservado pela família são mantidas relíquias, como correspondências entre o sertanista e o marechal Rondon, os antropólogos Darcy Ribeiro e Claude Lévi-Strauss, e centenas de fotos e registros. "Estamos no processo de criação do Instituto Orlando Villas Bôas, para tornar esse material disponível ao público. Sobre a expedição Roncador-Xingu praticamente não há material similar no Brasil, é um hiato de 20 anos na história brasileira", afirma Noel, que visita anualmente o Parque Indígena do Xingu.



Os três irmãos Villas Bôas reunidos em foto da década de 1950. da esquerda para a direita: Leonardo, Orlando e Cláudio
A chegada dos homens brancos

Antes de os irmãos Villas Bôas se aventurarem no interior do País com a expedição da década de 1940, a região do Xingu já havia sofrido intervenções de homens brancos. Um dos primeiros a pisar naquelas terras foi o desenhista e explorador alemão Karl von den Steinen (1855-1929) que, em 1884, acompanhado do geógrafo Otto Claus, partiu de Cuiabá e desceu o rio Xingu, estudou os índios e classificou os Bakairi como originários dos Caraíbas e não dos Tupi-Guaranis, como se acreditava no século XIX.

A expedição Roncador-Xingu, de 1944, serviu como divisor de águas para a adoção de uma política indigenista
De acordo com Orlando Villas Bôas, no livro Orlando Villas Bôas: expedições, reflexões e registros, os povos contatados na época da viagem de Steinen foram os Bakairi, Juruna, Suyá, Waurá e Trumai. Já em 1887, Steinen foi à região acompanhado pelo antropólogo Paul Ehrenreich (1855-1914) e o geógrafo Peter Vogel. Dessa vez, os europeus aproximaram-se dos índios Aweti, Kalapalo, Kamayurá, Mehináku e Yawalapiti.


Rei Leopoldo iii (1901- 1983), da Bélgica, joga xadrez com Cláudio Villas Bôas no Baixo Xingu, em 1967. O rei pretendia passar três dias no parque, mas acabou fi cando quase dois meses
Outras expedições viriam a acontecer somente a partir de 1896, como as organizadas pelos exploradores Hermann Meyer e Henri-Anatole Coudreau (1859-1899), representando o governo do Pará. Em 1920, o general Ramiro Noronha iniciou a exploração do rio Kuluene (afluente do Xingu), após fundar o Posto Indígena Simões Lopes (Bakairi), no rio Paranatinga.

No período entre o final do século XIX e início do século XX, é possível constatar a presença considerável de estrangeiros alemães, franceses, americanos e italianos, sendo que alguns acabaram sendo mortos em confronto com índios. Em 1944, a expedição Roncador-Xingu, da qual participaram os Villas Bôas, tornou-se um divisor de águas para a adoção de uma política indigenista, que surgiria anos mais tarde.

Quando os irmãos Villas Bôas chegaram ao Mato Grosso, os índios que habitavam a região estavam sendo dizimados.

 


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Assisti Xingu nesta manhã de domingo


Meninas cantoras de Petrópolis


Ave Maria, Andrea Bocelli


sábado, 26 de setembro de 2015

Pope Francis


O Papa na festa das famílias está noite na Philadelphia

FRANCISCO FALOU BONITO E ENCANTOU A MULTIDÃO . DEU FORÇA PARA QUE SIGAMOS LUTANDO PELA PAZ E UNIÃO DAS FAMÍLIAS NÃO SE FURTOU A FALAR DAS DIFICULDADES E DRAMAS QUE AS FAMÍLIAS  ENFRENTAM. MAS LEMBROU QUE O AMOR TUDO SUPERA. PRA ENCERRAR ANDREA BOCELLI CANTOU UMA BELA ORAÇÃO  E A BÊNÇÃO PAPAL UNGIU DE ESPERANÇAS OS CORAÇÕES  DOS HOMENS DE BOA VONTADE.
ASSISTI A TRANSMISSÃO DIRETA DA TV APARECIDA.
CIDA TORNEROS 

Meu Bem


Lança perfume


Vininha e cia Ltda... showzaco


Chega de saudade


O Amor


A completude do Amor


AMOR  

Sua completude é  inerente  à  sua essência 

Amar é  doar-se em corpo  e espírito .
Amor não é sexo  mas  faz parte. É  além . Ser amado é  bênção através de sentimentos.  É  acima e aquém. Bom é  Ser feliz por desejar o bem do outro.
Cida Torneros 

O nome dela é Gal


Salve a aniversariante do dia: Gal Costa


sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Gal Costa: um passarinho me ensinou!


CURA SENHOR ONDE DÓI


Música para as filhas postiças


Feliz niver filhota ERIKA .


A Vida foi me presenteando com filhotas postiças . MAGDA (prima e afilhada), ELANE ( ex enteada e meia irmã  do meu filhao) LILIAN ( ex aluna na faculdade que morou conosco po uns anos),  ANA PAULA ( sobrinha filha do meu irmao), BÁRBARA ( filha do meu ex namorado Paulo Faya já  falecido), CAROL ( minha  nora), ERIKA (ex estagiária da Prefeitura, hoje jornslista). Esta e a aniversariante de hoje.
Na verdade Elas me adotaram como mãe  postiça. Eu me sinto honrada.
Elas estão  sempre nas minhas orações  E pensamentos positivos.
Pra você   ERIKA envio um mundo de felicidades. Te amo muito e somos tão  parecidas .
Semana que vem prometo comemorar ok?
Quanto à  festa de amanhã  me mande fotos.
Curta muito.
APROVEITE MUITOOOO.
CIDA
MUMMY


Força tarefa da Lava Jato ganha prêmio iinternacional


Força-tarefa do MPF na Lava Jato ganha prêmio internacional de investigação
  
    
25/9/2015 
Trabalho foi agraciado com prêmio “órgão de persecução criminal ou membro do Ministério Público do ano”

Procuradores Deltan Dallagnol, Carlos Fernando dos Santos Lima e Roberson Pozzobon representaram a equipe de 11 membros

As investigações da força-tarefa do Ministério Público Federal (MPF) na Operação Lava Jato tiveram reconhecimento internacional na noite desta quinta-feira, 24 de setembro, com o recebimento do prêmio anual da Global Investigations Review (GIR), na categoria "órgão de persecução criminal ou membro do Ministério Público do ano". Os procuradores Deltan Martinazzo Dallagnol, Carlos Fernando dos Santos Lima e Roberson Henrique Pozzobon representaram a equipe de 11 membros na cerimônia realizada em Nova Iorque.

O Global Investigations Review (GIR) é um site de notícias que tem se firmado no cenário internacional como um dos principais canais sobre investigações contra a corrupção e instituiu o prêmio para celebrar os investigadores e as práticas de combate à corrupção e compliance que mais impressionaram no último ano. Em seis categorias, foram reconhecidas práticas investigatórias respeitadas e admiradas em todo o mundo. A força-tarefa concorreu com investigações famosas como a do caso Fifa. Os países que disputaram o prêmio com o Brasil foram Estados Unidos, Noruega, Reino Unido e Romênia.

O secretário de Cooperação Internacional da Procuradoria-Geral da República, procurador regional Vladimir Aras, parabenizou a equipe, destacando a importância da premiação para o reconhecimento internacional da instituição. “Os colegas premiados juntam-se àqueles que atuaram na ação penal 470, premiados pela Associação Internacional de Procuradores (IAP, na sigla em inglês) em 2013, e ao procuradores do grupo Justiça de Transição, agraciados pela IAP no ano seguinte”, afirma. 

Formada por procuradores da República que estão na linha de frente da investigação na primeira instância da Justiça Federal do Paraná, a força-tarefa do MPF na Operação Lava Jato investiga um imenso esquema criminoso de corrupção envolvendo a Petrobras desde abril de 2014.

Dentre os resultados, até o momento, estão 31 acusações criminais contra 143 pessoas pelos crimes de corrupção contra o Sistema Financeiro Nacional, organização criminosa, lavagem de dinheiro, entre outros. Foi descoberto o pagamento de propina de cerca de R$ 6,2 bilhões, sendo que R$ 1,5 bilhão já foram recuperados. Também foram propostas 5 acusações de improbidade administrativa contra 37 pessoas e empresas pedindo o ressarcimento total de R$ 6,7 bilhões.

Designada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, atualmente, a força-tarefa conta com 11 membros: Deltan Martinazzo Dallagnol (coordenador), Antônio Carlos Welter, Carlos Fernando dos Santos Lima, Januário Paludo, Orlando Martello Junior, Athayde Ribeiro Costa, Diogo Castor de Mattos, Roberson Henrique Pozzobon, Paulo Roberto Galvão, Júlio Noronha e Laura Tessler. Andrey Borges de Mendonça já integrou a equipe e atua como colaborador.

Lista de indicados – 1) Brasil – Força-tarefa da Lava Jato no Paraná: por sua investigação e repressão no caso Petrobras

2) Estados Unidos – Departamento de Serviços Financeiros de Nova Iorque: por tornar-se um dos executores mais temidos do mundo, com uma abordagem única e inflexível.

3) Estados Unidos – Gabinete do procurador do Distrito Leste de Nova Iorque: por suas investigações no caso Fifa

4) Noruega – Autoridade Nacional Norueguesa para Investigação e Ação Penal do Crime Econômico e Ambiental: por vencer o caso Yara, enviando uma mensagem para a Noruega e além
                                                    
5) Reino Unido – Escritório britânico contra fraudes financeiras (SFO): pela condenação a 14 anos de Tom Hayes no caso da manipulação da taxa de referência interbancária Libor                
                                                
6) Romênia – Diretório Nacional Anticorrupção: por mostrar que uma agência em um país pequeno pode atuar em grandes casos internacionais 

Projetos de destaque - Lançado no segundo semestre de 2014, o GIR noticia desde novidades legislativas, ações para aplicação da lei e mudanças regulatórias nos mais diversos países a investigações em curso e projetos de destaque na área. Seus temas de cobertura envolvem ainda projetos de combate a propina, crimes financeiros, lavagem de dinheiro, antitruste, fraude e evasão fiscal. No seu primeiro ano de atividade, o GIR já promoveu seminários de destaque.

Viva la zarzuela!


Plácido Domingo La Jota Dolores


For my cousin Dolores Manuela who lives in Portland, Oregon.United States

From your Family in Brasil. With Love!

Que viva Espanha!


Que sorte ter encontrado meu doutorzinho que amo tanto!


Inesquecível é você pra mim...


unforgetable you are


unforgetable tradução


Unforgettable, that's what you are
Unforgettable though near or far
Like a song of love that clings to me
How the thought of you does things to me
Never before has someone been more
Unforgettable in every way
And forever more, that's how you'll stay
That's why, darling, it's incredible
That someone so unforgettable
Thinks that I am unforgettable too
Instrumental interlude...
Unforgettable in every way
And forever more, that's how you'll stay
That's why, darling, it's incredible
That someone so unforgettable
Thinks that I am unforgettable too
Inesquecível, é o que você é
Inesquecível, seja perto ou longe
Como uma canção de amor que se liga a mim
Como pensar em você me faz sentir coisas!
Nunca, antes, alguém foi tanto para mim
Inesquecível, de todas as maneiras
E, para sempre, é como você ficará
E é por isso, minha querida, que é incrível
Que alguém tão inesquecível
Ache que eu sou inesquecível também
interlúdio instrumental ...
Inesquecível, de todas as maneiras
E, para sempre, é como você ficará
E é por isso, minha querida, que é incrível
Que alguém tão inesquecível
Ache que eu sou inesquecível ...

Inesquecível..Nat King Cole..a Good Week End for all


quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Gal Costa


Bibi Ferreira


Papa Francisco nos EUA


Peixe Vivo, saudade de Minas Gerais


O MEU AMOR SOZINHO


He is my destin


Doce doce amor onde tens andado?



Sozinha e cansada


Clementina de Jesus



Não vadeia Clementina


quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Melina. Viva a Grécia!


Saudades de Melina Mercory



O meu amor sozinho é assim como um Jardim sem flor


Veneza...Vamos juntos?




minha redescoberta da rota 66






   





Rota 66 no caminho da redescoberta

Era assim, final dos anos 60. Mas a vida avança. Comemorar os 66 foi resgate. Amigos de mais de 50 anos me abraçaram. Éramos uns garotos e garotas que amávamos os Beatles e os Rolling Stones. Na minha casa também estavam gerações de ex-alunos e ex-estagiários que nasceram nas décadas de 70, 80 e 90. Nossas músicas ainda são as mesmas e sabemos que um único laço une a humanidade que trazemos dentro de nós. Esse laço se chama amor. Família que se ama, presente, positiva.
Companheiros de muitas jornadas que trabalharam comigo também me abraçaram. Amigos e amigas de décadas, vizinhos da vila, filho de gravata de bolinha, um coral espontâneo cantando junto. As tais selfies, profusão de detalhes, fotos da mesa, bolo, decoração, bolinhas de várias cores, risadas, comilança e um espírito de “ainda há jeito de mudar o mundo”. Era a sensação do tal “estava escrito”, misturado com sorrisos de esperança. Gosto dessa mistura. Veio gente de mais de 80. Ambiente saudável. E as bolinhas? Ah, estavam em toda parte: bolinhas nas bexigas, bolinhas nos guardanapos, bolinhas nos detalhes. Até nas velas que soprei havia bolinhas. Fiz um pedido, sim: paz e esperança para uma nova humanidade.
Cada um que chegava trazia algo para comermos ou bebermos, como nos velhos tempos. E como nos divertimos! Uma aura de paz tomou conta de nós. Se há violência lá fora, dentro de nós cultivamos amor e solidariedade. A boa corrente era um biquíni de bolinha amarelinha. Toda a ternura que nós guardamos fluiu e se confirmou. Somos geração guerreira. Aprendemos todos os dias a enfrentar desigualdades e injustiças, mas não esmorecemos. Nossos vários lados: professoras que são também escritoras, cientistas que humildemente buscam otimizar suas pesquisas, jornalistas que se complementam na busca de verdades e que até cantam sambas. Gente sensível, laços de sangue e de almas. Um pedacinho de certeza do quanto nossa energia reunida ajuda a melhorar nosso dia a dia. Matemática pura somando sentimentos. Carinho especial, jeito de levar a vida com melhor humor, bolinhas para descontrair… Faltam palavras para dizer tudo. Do pouco que consigo registrar fica mesmo o tal aconchego, o astral de quem acredita nos bons propósitos.
Se muitos nos dão as mãos, nossa corrente abraça o mundo que carece de desapego. Se há migrantes famintos e crianças afogadas nas praias fugindo de guerras e pobrezas, há caminhos fraternos para conviver. O deus Dinheiro está se autodestruindo? Mundo justo ainda é viável? Claro, porque nós somos maioria que acreditamos nas boas intenções e na justiça que pune pobres e ricos.
Minha festa CIDA 66 representa a necessidade de seguir lutando por um mundo melhor para as próximas gerações, com amor e esperança, respeito e honestidade. Rota 66 no caminho da redescoberta.
Sim, nós podemos. Podemos olhar melhor e mais dignamente nossos semelhantes. Há muito a fazer, outro tanto a mudar. Éramos garotos que amávamos os Beatles, mas amamos agora o clima saudável em um planeta decente. Mudemos o mundo, porque é preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã. E amanhã alguém se lembrará que o cupido da tolerância é solução.
Gosto de lembrar Lennon e imaginar as não fronteiras. Inicio rompendo as que me paralisam diante do sofrimento alheio. Minha felicidade só seria completa com uma humanidade igualitária. Sonho!

Maria Aparecida Torneros é jornalista, poeta, escritora, mãe, filha, irmã, tia, prima, madrinha, 2015 Marias e Champanhotas

Jorge Benjor


Mamãe pede para ouvir Suave é a noite com Moacyr Franco


Feliz Primavera