Vôo do Beija-flor

Vôo do Beija Flor - Elisa Cristal

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

ficou em mim teu gosto atrevido



Já  avançava a noite
Era um sábado calorento
Tínhamos nos visto de manhã
O dia correu e teu gosto em mim
Impregnado, grudento,  saboroso.

A meia noite chegou e eu sozinha
Com aquele  prazer do beijo atrevido
Sentindo saudade e um desejo belicoso.

Devia brigar contigo. Porque ate duvido
De ser eu mesma te imaginando
Num lugar onde eu não  estava
É parecia ter tua face diante da minha.


Marcamos nos rever em breve.
Nossos encontros entraram em greve.
Quando poderemos? Eu me pergunto
Mas me censuro. Sei que há  um muro

Apesar do tempo. Apesar dos problemas.
Esse teu gosto me entranha e tenho ganas
De me controlar. Aquele dia inteiro
Contigo em minha boca depois do beijo borrado.

Meu amado cuidador tu me confundes
Se me ofertas beijo pela manhã que não se apagam

Tuas palavras me afagam.
Teu jeito de fazer perguntas
Tua ausência tem paladares
Aquecem minha boca que agora é  Tua

Nem sei porque falo disso agora
Semanas depois. Mas o tal gosto
Não  foi embora.

Tens um dom novo pra mim
Te sinto agora como um querubim
Vieste para a meia noite
talvez numa manhã  repetida
Logo nos veremos. Logo nos encontraremos.


Ou quem sabe na madrugada
Para apurar um gosto de descoberta
É aplacar a tal saudade que me provocava

Logo quando? No dia incerto
No momento certo, no oásis
Do nosso passado deserto

A partir daquela manhã  do beijo borrado
Nada pode dar errado. Ficamos perto
Já  sabemos. Por isso nos veremos.

Cida Torneros




Mas meu gosto te acompanhou eu senti

Perhaps Love. for you !


Dia de CIRE (Cida e Reja) mas faltou a ZA ( Zaza)

No final dos anos 60 eramos tres jovens estudantes que nos tornamos amigas.  Cida, Reja, Zazá.
Alunas do Instituto de Educação  durante o dia cursávamos a escola Normal. À  noite frequentavamos o Colégio Pedro II onde fazíamos  o Clássico.
Criamos a CIREZA SS. CIDA REJA ZAZÁ SOCIEDADE SECRETA.
Quando percebemos a passagem do tempo fomos comemorar em Paris os 40 anos de amizade.
Hoje eu e Reja tivemos que ir na Prefeitura e depois fechamos a tarde num lanchinho no Siri.
Mas faltou Zazá  que tentamos contactar mas não  conseguimos.
Cadê você doce Zazá?  Estamos com saudades. Dê um sinal de fumaça  que vamos ao seu encontro.
Aliás  CIREZA sem ZA não  tem graça  , não é?
Então  amiga, saia da toca e nos faça  felizes outra vez.
Temos muitas histórias  e uma cumplicidade sessentona da qual não  vamos abrir mão.
Beijo e muita saudade
CidaTorneros 

Cely Campello


Biquini de Bolinha Amarelinha
Celly Campello

Ana Maria entrou na cabine
E foi vestir um biquíni legal
Mas era tão pequenino o biquíni
Que Ana Maria até sentiu-se mal
Ai, ai, ai, mas ficou sensacional
Era um biquíni de bolinha amarelinha tão pequinininho
Mal cabia na Ana Maria
Biquíni de bolinha amarelinha tão pequenininho
Que na palma da mão se escondia
Ana Maria toda envergonhada
Não quis sair da cabine assim
Ficou com medo que a rapaziada
Olhasse tudo tim tim por tim tim
Ai, ai, ai, a garota tá pra mim
Era um biquíni de bolinha amarelinha tão pequenininho
Mal cabia na Ana Maria
Biquíni de bolinha amarelinha tão pequenininho
Que na palma da mão se escondia
Ana Maria olhou-se no espelho
E viu-se quase despida afinal
Ficou com o rosto todinho vermelho
E escondeu o maiô no dedal
Acabou toda folia
Da mocinha da cabine
Mas quem é que não queria
Ver a moça no biquíni?
Composição: Celly Campello

Era um bikini de bolinha amarelinha!


Esta semana teremos domingo 6 nossa festa das bolinhas



Meninas e meninos. Completo 66 na quarta mas vou ficar  perto da mamãe. Então  surgiu a idéia de fazer festinha anos 70 na minha casa de Vila no domingo 6. A partir das 5. Vou fazer e comprar algumas coisas. Mas a aposentadoria e a crise.não  me permitem nada suntuoso. Quem puder e quiser traz também. Vale biscoitinho. Refri ou cerveja em latinha. Vou alugar tina com gelo. Trarei mesas e cadeiras da casa de mamãe  para pôr na área de fora. CDs de música daquele tempo. Bem se pintar outras coisas a gente dança  também quero e preciso comemorar apesar da fase braba dos últimos tempos.
Volto à  RPG esta semana. Meu colesterol disparou e ando numa dieta infeliz. Entretanto no dia da festinha vou sair um pico. O importante é  ter vocês  que amo tanto bem abraçados comigo. Energia Boa minha gente. Saudades de tanta gente. Vamos curtir. Muitooo
CONTO COM QUEM PUDER APARECER!
CIDA TORNEROS

domingo, 30 de agosto de 2015

as time Góes bye


Assistimos e tentamos discutir o Homem irracional de Woody Allen





Tentar interpretar um filme como Homem irracional é  tarefa hercúlea.
Um mundo submerso e simbólico  surge em nossas cabeças. Frases. Conceitos. Épocas e dúvidas  sobre ética e moralidade. Mas há  indagações  que se interpoem. Somos mulheres antenadas que apreciam os trabalhos do cineasta. As quatro se embrenharam nas possíveis  e impossiveis conclusões. Claro que nos embaralhamos no terreno das suposições .
Mais  uma vez Woody Allen se superou e nos faz questionar a natureza humana. Filosofia Crise existencial. Psicopatia. Culto do ego.
Tudo se mistura e os personagens passam um clima de Hitchcock que instiga a investigação.
Pistas. Crimes. Sonhos. Fantasias. Seres buscando o sentido da vida. Uma amiga lembrou bem sobre a lanterna e a questão  tanto da praticidade como da sorte ou intuição.
O acaso. Em sintonia filosófica o acaso era citado pelo professor como um fator decisivo.
Precisamos pensar ou sentir este novo filme do carismático  e polêmico Allen?
Lembrei de psicose. Uma de nós  classificou o personagem  como um psicopata. Pode ser ou não. Dentro do contexto de suas aulas era um professor que ensinava filosofia.
Sua filosofia de vida era a própria  vida em crise. Alcoólatra e egocêntrico , mas atraente e inteligente.
O Mestre Cineasta o colocou em cheque diante da aluna brilhante.
O mais, queridas amigas, é  rever, reter, ressentir e reconversar. Ufa!
Obrigada por vocês  me ajudarem nesse desafio.
Mulheres racionais... sorte nossa...ou acaso?
Cida Torneros


Woody Allen


Cartas na Mesa



Suave é a noite


Distante dos olhos


Ontem ao luar


as Rosas não falam


sexta-feira, 28 de agosto de 2015

quando ouvi FLORALEDA em 2010



segunda-feira, 3 de maio de 2010
Ouvindo a arte de Floraleda...


Fui ouvir Floraleda e  sua arte na harpa na tarde de segunda feira, na Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro.
A jovem musicista italiana é realmente encantadora. Sua música é magia em toques de dedos delicados que já trazem calos (ela me mostrou) nas pontas, depois de 19anos de estudos.
CIDA TORNEROS 

Milord


quinta-feira, 27 de agosto de 2015

quando se conquista um coração








É  mesmo um momento mágico onde tem o lugar para o  toque das mãos e  as palavras perdem o sentindo pois um  mistério paira sobre  nossas cabeças . 
De repente, somos fios codutores de emoções  sem razão aparente. 
Amor é  inquietação  que sacode as acomodacoes e revela perguntas que nunca saberemos responder.
Amor chega e invade.  Paixão  cega. Mas eles se completam. Confundem. Embaracam o raciocínio. Ama-se em profundidade e nao importa a tal profunda idade. 
Amor nenova. Faz sonhar. Dá  saudade e deixa a gente ansiosa por rever o ser amado.
Que amor solto é  esse? E os amores possessivos?
Amor esfria e amor aumenta. 
É  desafio constante.. Não  se pode fugir dele.
A gente reconhece:  o amor me pegou embora eu resista. Não dá  pra fingir que nada acontece. Como viver isso? 
Cida Torneros

Easy Rider... sem destino, se alguém perguntar por mim ...diz que eu fui por aí



Quando assisti há  muitos anos,  o filme "easy Rider ", fiquei com vontade de pilotar uma moto e sair sem destino. Eu tinha 20 anos e não  tive coragem. Mas quem já  não  desejou pegar a estrada e ir em busca de novas paisagens  ou culturas ou lugarejos ou fugas ou até  encontros consigo mesmo?
Toda vez que se aproxima meu niver penso nisso. Acordar de madrugada e sair por aí  levado um clamor jovial debaixo do braço  e uma curiosidade reciclada no coração . Penso até  em pegar um trem atravessando montanhas . Talvez uma barca singrando mares e rios. Contemplar a natureza. Ouvir os pássaros. Conhecer gente cantarolar cantiga de roda, pular poça d'água sentar numa pedra, sentir a brisa bater no rosto. Ir sozinha? Por que não ?
Um dois de Setembro tão  meu almoçar  algo diferente em lugar que nunca estive antes. Lembrar dos bons momentos. Desejar sorte às  pessoas. Agradecer as chances que a vida me dá  e esquecer das dores.
Ir cedo e voltar a tempo de cantar parabéns à  noite com mamãe  e família. No aconchego da casa dela soprar a velinha e comer uma fatia doce para comemorar mais um aninho.
Ainda não  consegui fugir um dia inteiro no meu aniversário. Sempre tenho telefonemas mil e visitas que adoro. Mas este ano vou receber as pessoas no domingo dia 6 e no dia 2 tentarei sair por aí. Pensei em ir a Uma cidade não  muito distante. Em qualquer esquinaxeu paro. É  mais uma crónica  que eu faço. É é  mais um ano que festejo. Como no filme, vou sem destino e descubro o segredo de estar no mundo. Quem sabe? Com paz e amor. Como presente, a certeza de amar demais os seres que compartilham meu dia a dia. Como prêmio, o beijo do meu bem querer. Quando tivermos chance, claro. É se for no dia 2. Aí  seria a glória. Iríamosambos aproveitar o dia juntos e viver nosso sonho. Por que não ?
Cida Torneros

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Bongiorno Itália!


Viva Itália Kátia Fiz, prego!


Bolas ou Poas no meu DNA!





Eu sei que essa história de usar poas é  coisa antiga e forte em mim. Mas como tenho falhas de memória , hoje recebi um e-mail de uma amiga de adolescencia me lembrando que fui ao enterro da avó  dela há  décadas  com um vestido vermelho de bolas brancas. Na minha cabeça  só lembro que puxei um terço e estava contrita. Emocionada mesmo. VÓ  NICOLINA passou dos 100 e foi uma pessoa à  frente do seu tempo. Mas minha amiga só  agora  me revelou que pensou como eu podia ter ido a um velório  vestida assim.
Estou certa de que as bolinhas ou poas fazem mesmo parte do meu DNA e nem percebo o quanto às uso desde menina.
Talvez a memória ancestral das origens hispânicos. Ou um apego avassalador ao círculo vicioso que a Vida representa. Sei lá .
O fato é  que tentarei reunir meninas e meninos de todas as idades no dia 6 de Setembro para comemorar meus 66.
Bolinhas nos detalhes. Roupas ou acessórios . Decoração. Criatividade. Alegria de viver. Abraços e sorrisos. Um Coral  improvisado. Vamos cantar...era um biquine de bolinha amarelinha tão pequenininho . RS.
Cida Torneros












terça-feira, 25 de agosto de 2015

Hora do cappuccino!


Depois de assistir a um filme lindo japonês , sonho da alma, dei uma passada no ape da amiga em Copacabana e tomamos um capuccino aproveitando o friozinho carioca desta terça.
A caneca é  de Campos do Jordão pra manter o clima!

O rumo, qual tomar? Escolhas da Vida


Quando era bem jovem costumava brincar: não  sei se caso ou se compro uma bicicleta. RS.
Na verdade nunca aprendi a pedalar e muito menos me equilibrar pelos caminhos. Mas tentei conviver por décadas e permaneci solteira. Nunca me casei no civil. Tive meu filho que é  tesouro e trabalhei muito sempre na minha profissão hoje sei que a vida recomeça  todos os dias. Escrevo e faço  freelas aos 65, com entusiasmo. Curto música cinema, livros e até  arrisco cuidar de uma panela em fogo brando cozinhando pra mim mesma.
Solidão  passa quase despercebida. Muitos convites. Recuso tantos por causa das crises de coluna. Mas atendo a outros tantos e lá  vou eu seguindo rumos novos. Os amigos e amigas me buscam.Na semana passada, uma amiga de mamãe nos seus quase 88, fechou comigo as datas em que iremos a Venezuela onde ela tem ainda irmãos portugueses que deseja rever, além dos sobrinhos. É já  agendei a data em Outubro da sua festa de 88 com direito à  missa no Mosteiro de São Bento. Caracas ficou para 2016.
Minha prima de Salvador me pergunta quando volto por lá .Respondo logo que possa. Minha amiga irmã  de Campos marca que vou em finais de Setembro à  sua cidade e rever sua mãe  que não  visito há  uns 4 anos
Os inúmeros telefonemas. Pastéis  no Siri. Cineminha no shopping. Festinhas no quintal. Shows  de amiga sambista. Telefonemas da Espanha onde um casal de amigos reclama que lá  não  vou desde 2012. 
Ainda tem aquela afilhada que me dá  vontade de ir ver de surpresa e abraçar muito.
Os rumos da Vida. Filhão  casado. Vejo pouco. 
Paixão extemporanea . Não seria loucura? Na terceira idade voltar a me apaixonar? Melhor aprender a andar de bicicleta! Quem sabe? Mamãe velhinha. Um fio de raciocínio me traz de volta as memórias do tempo.
Um mundo de sonhos, como nuvens, me abre novos rumos. Aqui estou.
Olhando em frente. Claro. O que passou. Passou.
Agora, é  recomeçar. Depois dos 60, há  tanto para aprender. Há  muito para amar. Aparecem trabalhos e até  posso escolher horários . Surge Amor e até  posso me envaidecer do que sinto e inspiro.
Ainda bem que tenho um bom terapeuta. Com ele, divido essas surpresas e me acalmo para decidir que rumos tomar. Ou então  me alvoroço de vez e Caio na Estrada sem destino como nos tempos hipongas. Também  Vale. 
Se casar, se comprar uma byque ou se for meditar na montanha, tudo Vale a pena se a alma não é  pequena. 
Melhor ainda é  ter mais de 60 e poder rir do tempo. Ah. Isso sim é  estar no rumo certo. Ser feliz e fazer alguém feliz, custe o que custar.
Às vezes custa só um sorriso. Um abraço  Ou um aceno.  É lá  vou eu. Rumo ao mundo imenso como sempre!
Cida Torneros 



sábado, 22 de agosto de 2015

Café da manhã : convite

Café  da manhã : convite





Passe na minha casa numa manhã  de Sol
Pode ser cedo. Desperte-me e me sacuda do estado sonolento.
Venha tomar comigo o café  que acorda o dia
Abrace-me primeiro e saboreie esse momento...
Servirei carinhosamente cada item desejavel
Pães  e croissants , queijos, ovos mexidos geleias.
Talvez  um bolo de milho e peito de peru defumado.
Leite quente e Mel. Beijinhos nos intervalos
Suquinhos de frutas frescas . Olhares. Sussurros solfejados.
Quem sabe bondosos enlaces de dedos ágeis.
Afagos no dorso das  mãos. Um suspiro orvalhado. Palavras escolhidas. Calmaria e paz.
Vontade de alimentar corpo e alma.
Coisa de poeta enrolada em robe.
Um envolvimento que aquece o sonho
Uma gentileza que neutraliza e acalma.
Apareça e me faça  uma surpresa. Se puder,
traga uma flor para compor a mesa. Ah e me ame ou me enterneca.
Prencha minha sede de amor. Se não  quiser e não vier, eu vou entender e tentar esquecer os porquês.
Há  piores abandonos. Temos que ser corajosos
Viver e desfrutar de um bom pequeno almoço
Sem compromisso. Pela alegria de estarmos juntos e começar o dia.
Busque em mim o que ainda não  sabe.
Permita-me descobrir suas aflições  e divida comigo as angústias  da vida entre goles e beijos.
Vamos reiniciar a cada manha nova história  de nós  dois. Com café e Luz do dia. Há  quase um ano nos cercamos.
Sejamos claros. E vivamos esta fase luzidia
Que nos acelera o coração  além de nos surpreender nas madrugadas em que imaginamos quando será  verdade o encontro
Na primeira refeição. Mas venha logo,
Porque assim como a paixão
O café  que espera demais, também esfria...
Cida Torneros

Casamento de Maria Carmen e José Vitorino: Amor e familia



























Uma noite especial. Acabo de chegar de um casamento que reuniu família  com muito Amor.
Minha prima Maria Carmen  e José  Vitorino casaram em cerimônia religiosa  (já  tinham se casado no civil) na igreja de Santa Edwiges , em Brás  de Pina com um ritual que emocionou nossos corações
Suas netinhas Bia (baianinha) , Luísa e Letícia  ( portuguesinhas) entraram lindas  espalhando pétalas  de Rosas.
Seu filho João Luís com a esposa Fabiane vieram de Portugal onde vivem,  para o casório  da mamãe. Luciana com o marido Saulo e as filhinhas Bia e a pequena Juliana,  de 8 meses também  viajaram de Salvador para participar da cerimônia  que oficializa uma União  de alguns anos onde a construção  é  de respeito carinho e compreensao.
Carmen entrou de braços com tia Fernanda. Esta , elegante e linda. Tia Celeste trouxe as alianças. Tomasia conduziu o irmão  Vitorino ao altar. 
Amigos e muitos familiares. Nossas primas  de muitas gerações e nossas histórias  de vida em família  sendo revividas e renovadas.
Depois, a festa e muita foto. Selfies e brincadeiras. Sandra, filha do tio Paulo estava com o marido Mauro e a filha Belisa. Tia Helinha,  viúva do tio Pedro,  com a minha prima Eliana e a filha Ana Clara. O irmão da noiva,  Luís, com os filhos Fábio, Alexandre,  Simone, marido  Marcelo e o casal de filhos Kadu, 5anos,  e Giovana, de 4 meses. Vovó Lucia curtindo o casal de netos e a nora Rafaela, namorada do Alexandre,  além da caçula recem casadinha Cristiane e marido que me zoou tirando minhas selfies.
Amigas de Carmen de tantos anos. A Lúcia que conheci em Marica e me deu carona na volta. Muita gente feliz em torno do casal que sacramentou o Amor e o dividiu conosco.
No ar e na saudade estavam nossos Pais, os irmãos : Ulysses, Gerson, Pedro, Paulo. Suas memórias  e exemplos são  patrimônio  para nossa nova geração.
As 4 meninas participaram do casamento da avó  e viram-na ser trazida pela bisavó  Fernanda.
Um exemplo de Amor e família.
Fiquei realmente muito feliz. Minha prima e Vitorino merecem construir um sólido  Casamento na maturidade. Ela ficara viúva com os filhos ainda adolescentes e lutou para forma-los Dentista e Médica, como missão  de Vida. Matei saudades e registrei muita cena de reencontro feliz. Somos uma família de mulheres guerreiras e fortes.
Lutamos. Corremos atrás  e temos fé e esperança no coração. Trazemos no sangue a garra da espanhola Carmen que em 1910 deixou a Galicia e veio para o Brasil.
Nesta festa, lembramos tambem das tias Vera e Maria e do tio Ovidio. Sentimos falta de Magda e Bel que não  puderam vir. E do tio Helio que é  o unico filho vivo de Carmen e Antonio.
 Foi realmente uma noite especial.
Apesar da emoção ,  pude  vivenciar a felicidade de estar com a família e mais uma vez, sentir o carinho de todos e todas.
Um casamento abençoado  numa noite de alegria e emoção
CIDA Torneros


sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Sinatra and Natalie Cole


Falando sério


Ângela Merkel faz happy hour após jantar com Dilma Roussef



​Angela Merkel faz 'happy hour' em bar de hotel após jantar com Dilma
Aparentemente sem segurança reforçada, a chanceler alemã conversou com frequentadores do local.

     
A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, deixou a comitiva de lado na noite de quarta-feira (19), após o jantar com a presidente Dilma Rousseff, para ter momentos descontraídos no pub do Hotel Royal Tulip, em Brasília. Por volta das 23 horas os frequentadores do local foram suepreendidos com a presença de Merkel, aparentemente, sem grande aparato de segurança.


Foto: Instagram/Mara Gabrilli
A deputada Mara Grabilli (PSDB-SP), jantava no local e aproveitou para tirar uma selfie com a autoridade alemã


Merkel e a comitiva alemã foram recebidos em um jantar no Palácio da Alvorada por cerca de duas horas e meia. Com a visita da chanceler alemã, o governo brasileiro espera atrair mais investimentos do país europeu ao Brasil. Entre os focos, estão os projetos da segunda etapa do Programa de Infraestrutura e Logística, como rodovias, ferrovias, portos e aeroportos.

A pauta da visita também envolveu discussões sobre temas internacionais, como a 21ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro sobre Mudança do Clima (COP21), que vai ocorrer em dezembro, e a reforma do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU).