Vôo do Beija-flor

Vôo do Beija Flor - Elisa Cristal

sexta-feira, 31 de julho de 2015

Lost in love

Love in love

L'amour D'un Homme




L'amour D'un Homme
Isabelle Boulay

Vagalume Aprenda Alemão » Jogue Agora!Vídeos
[L'amour D'un Homme]

Dehors le ciel est gris entre bleu et noir
Dehors j'entends la pluie qui remplie le soir
je voudrais bien changer le temps qu'il fait
et puis le temps qui passe sur le trottoir d'en face

et puis je voudrais changer ce que je vois dans la glace
tout ce que je sens fragile comme du verre qui casse
demain il fera jour comme on dit souvent
si je pouvais être bien ça ferait longtemps
longtemps

mais tout çà en somme
çà demande au minimum
un crayon une gomme
ou l'amour d'un homme

avant j'étais quelqu'un je m'sens plus personne
est ce que çà revient une fois qu'on se pardonne
tout ce qu'on aurait dû faire et qu'on a pas fait
tout ce qu'on avait de lumière et qu'on a laissé brûler

tu sais, tout tout ce qui se conjugue au passé
c'est pas pour rien que ça s'appelle l'imparfait
mais si je peux changer redevenir moi-même
c'est que je t'ai trouvé et que toi, toi tu m'aimes
quand même

car tout çà en somme
çà demande au minimum
un crayon une gomme
ou l'amour d'un homme

oui tout ça en somme
c'est ce que la vie nous donne
un crayon une gomme
et l'amour d'un homme[Amor de um homem]

Lá fora o céu é cinza entre o preto eo azul
Fora ouço a chuva encheu a noite
Eu gostaria de mudar o clima
e, em seguida, como o tempo passa na calçada oposta

e então eu iria mudar o que vejo no espelho
tudo o que eu sinto tão frágil como quebra de vidro
amanhã é outro dia, como eles dizem
se eu pudesse, seria muito mais tempo
longo

mas aqui, na verdade
aqui requer pelo menos
um lápis borracha
ou o amor de um homem

antes eu era alguém que eu m'sens mais velho
é que volte aqui depois de perdoar
o que deveríamos ter feito e não fez
tudo o que era luz e nós vamos queimar

você sabe, apenas tudo o que combina passado
não é à toa que ele é chamado imperfeito
mas se eu posso me mudar novamente
é que eu encontrei você e você, você me ama
de qualquer maneira

porque tudo aqui mesmo
aqui requer pelo menos
um lápis borracha
ou o amor de um homem

isso tudo realmente
é o que a vida nos dá
um lápis borracha
eo amor de um homem

Amo você



sábado, 29 de novembro de 2008

Amo você
Maria Aparecida Torneros da Silva


amo
amo você
e como amo
de muitos jeitos
com muitos peitos
e muitos gemidos
tantos zumbidos
é quando chamo
sua presença
intensa
sua força
a energia
a mais valia
do seu calor
o beijo intenso
o abraço denso
o próprio amor
amo você
não tem porquê
só tem pra que
pra ser feliz
fazer feliz
enternecer
amanhacer
anoitecer
permanecer
em você...
se ouço seus ais
seus suspiros
espirros
pedidos
desejos
sintos seus beijos
recebo bem mais
do que ofereço
é o que penso
mas me esmero
preciso aumentar
minha doação
minha entrega
minha emoção
vou acrescentando
novas maneiras
de doar paixão
de falar ao coração
de alguém assim
como você...
alguém que veio
sugar no meu seio
o néctar sem fim
aquele gosto doce
do corpo oferecido
a paz do recomeço
o bem querer do apreço
do ser enaltecido
pelo carinho desmedido...
amo você
ambos repetimos
esse refrão bonito
amar é ser cupido
de si e do outro
é ser combalido
pelo aconchego
é ser engolido
pelo chamego
é ser compreendido
pelo sossego
de abandonar-se
no corpo inteiro
alma e coração
é saber sem entender
é sentir sem explicar
é cuidar sem abandonar
é estar por perto
é ficar no rastro
é permanecer...
é assim que amo
com presença imensa
maior que o mundo
bem mais profunda
que caverna mais funda
bem mais comprida
que a própria vida...
amo você
porque me vejo
no seu olhar bem forte
o que é uma sorte
ter sido escolhida
pelo destino
talvez pelo dedo divino
talvez pelo fogo sagrado
talvez pelo vento uivante
talvez pelo raio certeiro
talvez pelo golpe do tempo
talvez pela bruma do mar
talvez pelo canto da sereia
talvez pela busca incessante
ou talvez, sem mais talvez...
amo você
e não preciso justificar
nem explicar, nem compreender
só devo sentir,
sentir, sentir, sentir,
mil vezes repetir...
amo você..






GALICIA 2009












Lua azul



UOLNotícias
CIÊNCIA
Fenômeno da "lua azul" poderá ser visto nesta sexta-feira

O fenômeno da "lua azul", algo que acontece aproximadamente a cada três anos e que não voltará a ocorrer até janeiro de 2018, poderá ser visto no céu na noite de sexta-feira (31), o último dia do mês julho.

Como lembra o Observatório Naval dos Estados Unidos em seu site, o fenômeno da "lua azul" acontece quando há uma segunda lua cheia dentro de um mesmo mês do calendário.

Cada ciclo lunar dura aproximadamente 28 dias, por isso, quando a lua cheia acontece no início do mês, é provável que haja uma segunda no final. Isso é o que vai ocorrer neste mês de julho, que teve sua primeira lua cheia no dia 2 e terá uma segunda, a "azul", nesta sexta-feira, dia 31.

O fenômeno se chama "lua azul", mas o astro não será visto nessa cor, mas em tons de cinza, branco e prateado, os que normalmente se veem na superfície do satélite natural da Terra.

Segundo os especialistas, a lua apresentou a cor azul em muito poucas ocasiões, por efeito de pó, cinza ou fumaça na atmosfera da Terra devido a grandes erupções vulcânicas e incêndios florestais.

A última "lua azul" ocorreu no dia 31 de agosto de 2012.





Café de Paris


Lá distância és como el viento


Une reencontre


Agnaldo Timóteo


Flor mamãe


Amor de mãe


Mas sempre não é todo dia


Sempre não é todo dia


quinta-feira, 30 de julho de 2015

Sempre, sempre


Santiago de Compostela, 25 de julho, festa do padroeiro da Espanha


Odara


O Pastor


Um cientista começou a chorar




As mudanças climáticas estão estragando nosso planeta e os cientistas estão desesperados e em prantos. Daqui a quatro meses, o mundo será palco da maior reunião de governo sobre o clima dos últimos anos. Mas se lotarmos as ruas das nossas cidades com a maior marcha pelo clima da história, poderemos forçar nossos líderes a chegar a um acordo sobre o fim dos combustíveis fósseis para sempre. Junte-se a nós!


Caros amigos,

Uma cientista começou a chorar durante uma entrevista sobre poluição e gás carbônico enquanto descrevia um futuro sombrio no qual os oceanos estariam arruinados. Cabe a nós impedir que o pesadelo dela se torne realidade.

Daqui a quatro meses, o mundo será palco da maior Cúpula do Clima da década. E nela, os líderes mundiais poderão finalmente concordar com uma meta revolucionária para livrar o mundo dos combustíveis fósseis. É a luz no fim do túnel que nos guiará para longe da catástrofe climática, sinalizando o fim da era da energia suja para os políticos, empresas e bolsas de valores em todos os países. A vitória não será fácil, mas se fizermos com que os líderes sintam o poder deste movimento, venceremos.

No ano passado, nossa comunidade foi parte da maior mobilização climática da história: a Marcha do Clima. E no dia 29 de novembro deste ano, horas antes da chegada dos líderes na Cúpula do Clima de Paris, faremos uma mobilização ainda maior! Cliquem para confirmar sua participação na Marcha do Clima de 2015 e vocês serão os primeiros a saber o que vai acontecer em suas cidades e regiões:

https://secure.avaaz.org/po/save_the_date_loc/?bUPLCdb&v=62561

Paris não é o destino final contra as mudanças climáticas, mas não faltam motivos para termos esperanças de que o impasse sobre o assunto acaba nessa Cúpula: o Papa Francisco pediu ações sérias contra a mudança do clima e os países do G7 se comprometeram a eliminar gradativamente os combustíveis fósseis de suas economias; enquanto isso, os custos de energia renovável ​​caem a cada dia. Em todo o mundo, o movimento do clima está vencendo, forçando a energia limpa na pauta de líderes nacionais e tirando milhões de dólares em subsídios dos combustíveis fósseis.

Já temos a tecnologia que precisamos para desencadear uma revolução e mudar o curso de nossa história para longe das mudanças climáticas. Mas durante décadas, houve incentivos públicos bilionários para poderosas empresas de combustíveis fósseis. A menos que nossos líderes se dêem conta que as pessoas em todas as partes do planeta vão lutar pelo seu futuro, há um risco real de que os políticos cedam à pressão das empresas novamente.

Nosso movimento com 42 milhões de pessoas foi construído para pôr um fim nisso! As marchas do clima em 2014 colocaram nossos líderes a par de um novo mundo que vem aí. Agora precisamos de uma marcha gigante em Paris, com ações coordenadas nas principais cidades globais e milhares de eventos menores em solidariedade organizados em todo o mundo para garantir que nossos governos saibam que não vamos deixar que os lucros de empresas de combustíveis fósseis sejam mais importantes que o futuro de nossa espécie. Clique abaixo e confirme sua participação:

https://secure.avaaz.org/po/save_the_date_loc/?bUPLCdb&v=62561

Caso represente uma organização que esteja interessada em participar, clique aqui para nos avisar do interesse de uma parceria com a Avaaz para organizar essa grande mobilização:

https://secure.avaaz.org/po/pcm_2015_org_sign_on/?b

Com esperança e gratidão,

Oli, Morgan, Ricken, Iain, Emma, Ari e toda a equipe da Avaaz

FONTES:

A conferência de 2015 sobre o clima (Estadão)
http://opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,a-conferencia-de-2015-sobre-o-clima-imp-,1156542

Prefeitos brasileiros vão a encontro sobre desenvolvimento no Vaticano (G1)
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/07/prefeitos-brasileiros-vao-encontro-sobre-desenvolvimento-no-vaticano.html

Empresas americanas comprometem 140 bilhões de dólares para reduzir emissões de carbono (R7)
http://noticias.r7.com/dino/economia/empresas-americanas-comprometem-140-bilhoes-de-dolares-para-reduzir-emissoes-de-carbono-27072015

Vivemos mudanças climáticas sem precedentes desde 1850 (Revista EXAME)
http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/vivemos-mudancas-climaticas-sem-precedentes-desde-1850

Não há plano B se a cúpula do clima de Paris terminar em fracasso, diz o diretor climático da UE (The Guardian) (em inglês)


Adriana Varela


Susana Rinaldi


Carlos Gardel, por una cabeza


Amor desidealizado (poema)




Amor desidealizado

Façamos um trato,
nada de amor idealizado,
este é o novo fato,
amor é só um ato
de uma grande peça
cuja estréia é imprevisível
cujo enredo é questionável,
e o ápice tem interrogações à bessa...
Façamos assim, com respeito,
pelo jeito de cada um de nós,
pelas histórias incompletas,
pelos desejos não realizados,
por cada senão que precede as metas,
porque amar com muito planejamento
pode parecer piegas, é só argumento...
Nada de esperar o óbvio ou antever o amanhã,
por mais que possa parecer que haverá,
depois não me importa, na verdade,
o que conta, realmente, é o momento...
O meu momento é de paz,
o seu, se não for de tormento,
pode até combinar com o meu...
Façamos amor como meninos aprendizes,
saboreemos o gosto dos nossos dedos,
não deixemos que se acelerem alguns dos nossos medos,
apenas soltemos tantos grilhões tão antigos,
não esperemos nem príncipes e nem cinderelas,
somos mulher e homem complicados
descompliquemos, pois,
fiquemos só nós dois,
em pelo,
com zelo,
tão nus quanto no nascimento
nus de alma,
nus de preconceitos
nus de expectativas...
Se nada acontecer que nos acrescente sentimentos
caso não nos permitamos abrir nossos descondicionamentos
pelo menos
teremos tentado
e tentar
já é um grande começo
isso não tem preço
amar sem idealizar
somente amar
ou por sexo
ou por nexo
de sentir-se
bem
bem melhor
bem com a presença do outro
bem porque sua risada soa felicidade
bem poquer seu olhar aquece em lealdade
e seu abraço rejuvenesce
pode não ser pra sempre
mas é tão bom
hoje e agora, aqui na nossa pele...
Façamos um acordo sem papel
um pacto sem sangue
tenhamos um descompromissado encontro
com o melhor de nós mesmos
para trocar boa energia
por sermos quem somos
livres e resolvidos
inteiros e destemidos
vamos evoluindo
um junto do outro
até quando for possível,
quando for tão forte e tiver sentido
nos vermos mais vezes
ou nos tocarmos mais profundamente
ou nos entregarmos nossas mãos
uma dentro da outra
e nossas bocas
perderem o dom da palavra
para que nossos corpos e almas
falem sua própria linguagem...
Façamos uma boa parceria
sem cláusual pétrea
revogável
a qualquer instante...
aí... tenhamos sorte...
disso sim,
vamos precisar...
e se a tivermos,
façamos um castelo
sem sonhos
mas com realidades
minhas e suas
sei que eu o quero
tanto quanto você me quer,
recomecemos do zero,
e seja o que o Diabo quiser...

Cida Torneros , 8 de junho de 2008

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Beijos de batom












Beijos de baton


Vermelhos lábios de macho marcam teu corpo de mulher

beiços borrados de cor e sabor, em forma de talher...

São eles a fantasia dos desejos, a tatuagem dos mistérios,

porque nivelam o mundo dos sexos de dois hemisférios,

equilibrando os opostos que se atraem e se traem nas funções,

sôfregos atos de busca dos prazeres, da entregas, dos senões...

E tu, fêmea delirante, percebes a surpresa nele, a perplexidade,

a revelação de um segredo inconsciente, na verdade...

Observas a felicidade, o poder do encontro, a eternidade

do casal que vive assim, da descoberta da própria animalidade...

Pena não seres dele a companheira e cúmplice, a parceira,

lastimas o fato de estarem assim como pássaros viajantes,

e, juntos, nao terem construído o ninho no momento que passou,

no instante que não aconteceu no dia certo, nos anos idos...

Mas, peregrina das paixões, amante dos pães de cada dia,

nos dejejuns com tulipas, com cores, sabores, tantos amores...

Por que não agradecer somente agora, essa chance passageira

esses dias de sol, noites de lua cheia, esses minutos vividos,

enquanto a historia se borra de baton e se anuvia...??????

Ri da cena, da brincadeira, do despojamento, da besteira...

Ri, pra seres mais verdadeira, da certeza de alcançar a alma

do homem que te faz das mulheres resolvidas, a mais inteira...

Da próxima vez que os beijos de baton acontecerem, tenha calma!

Observa a importância da atitude, a doação da amizade,

reflete em ti, muito mais, bem mais ainda a doce saudade...

A saudade dessa boca que te marca, sobe e desce,

e, num ufanismo feminista, vê nele o homem que jamais te esquece...

Maria Aparecida Torneros


Como vai você?


Caetano e Gil em Israel


Clube Finlândia em Penedo


Um brinde finlandês depois de ver o filme Samba




A terça feira  foi especial. Encontro com duas amigas de longa data para assistir o filme Samba. Uma nova amizade com a finlandesa,  meio brasileira,  Marina,  que volta para Helsínquia no final desta semana. 
O brinde depois da sessão de cinema,  claro,  foi em finlandês. Kippis! 

Falamos do filme,  dos imigrantes,  da busca de preservar identidade,  das nossas famílias,  histórias,  e ela nos falou que o próximo 31 de dezembro na Finlândia,  o dia amanheceram as 9 e 45 e vai anoitecer as 15 e 15. Dia curtinho,  nas bandas da terra de Papai Nobel,  a Lapônia,  que fica naquele país nórdico. 
Há muitos anos assisti uma festa na colônia finlandesa em Penedo,  Rio de Janeiro. Vi danças típicas,  comi suas guloseimas. 
No filme,  o imigrante senegalês Samba,  lava pratos em Paris,  está ilegal,  e vive fugindo das autoridades que podem extradita-lo. 
Mas o roteiro mostra tolerância,  valores,  e esperança de amor e boa convivência entre os diferentes. 
Afinal,  brindemos a um mundo menos desigual,  onde seres humanos tenham chances de sobrevivência com dignidade,  o drama da migração hoje é  de todos nós. 
E a alegria de trocar bons momentos com pessoas de diversas origens,  ora,  é  privilégio para corações abertos ao novo,  sempre! Kippis para todos nós! 

Cida Torneros 


Minha senhora, eu estou apaixonado


Sedução aos 60 anos



Sedução as 60 anos

(DO SITE MARIAS E CHAMPANHOTAS)

A sedução é uma arte que se aprende com o tempo. Aí eu pergunto: e a sedução das mulheres de 20? As mulheres de 20 são belas e atraentes, e, nem sempre, conseguem seduzir. Ou seja, as mulheres de 20 passam por uma situação parecida com a da mulher de sessenta, que não conta com a ajuda da juventude. Aos sessenta a mulher sabe que os atributos físicos já não são tão eficazes. A pele, o cabelo e mesmo o rosto não são os mesmos. Mas, a mulher de 60 tem uma cabeça que trabalha a seu favor. Nessa idade, ela sabe que não é com decote ou pernas à mostra que ela vai seduzir/atrair. Às vezes, apenas um olhar dessa mulher já é pura sedução.
A mulher de 60 tem condições de fazer escolhas amorosas dentro do padrão que lhe agrade. Ao procurar um namorado na mesma faixa de idade, é importante não esquecer que os parâmetros de avaliação usados quando se tinha 20 anos não podem e nem devem ser os mesmos. A beleza e os supervalores da juventude são rebaixados, embora não devam ser descartados. Se reavaliados, podem ter sua importância, desde que alterados no ranking de suas atuais necessidades. E, devem, na medida do possível, ser colocados para a pessoa com quem se está no momento. Se a mulher de 60 escolhe um parceiro da mesma idade ou mais velho, não adianta cobrar sexo selvagem a todo o momento. Nessa idade os supervalores estão muito mais vinculados ao companheirismo, bom humor, aceitação das diferenças e disposição para novas descobertas, entre outros. Sempre será possível que tal parceiro tenha vontade de assumir um namoro, mas é preciso que seja alguém que se queira por escolha e não por falta de opção.
Muitas mulheres de 60 reclamam que os homens querem ser apenas seus amigos. Pode ser um problema da mulher e não do homem. Provavelmente, essas mulheres se tornaram mãezonas tentando se aproximar para seduzir. Erraram. Depois de vistas como mãezonas, só terão intimidade se acontecer uma bebedeira e forem parar na cama, com o risco de, no dia seguinte, acordar com ressaca moral. Eles, por sua vez, talvez não estejam tão seguros de que possam agradar. Muitas vezes, homens mais velhos têm tanto medo da avaliação feminina quanto as mulheres mais velhas. Isto justifica a procura por mulheres mais novas, nesse sentido, fazem deles o “professor” que, mesmo falhando, se sentirão respeitados. Já uma mulher mais experiente pode avaliá-los em função das experiências que teve e atribuir-lhes uma nota não muito digna…
Algumas mulheres de 60, em momentos de extrema carência ou por excitação, dão abertura a homens muito jovens que ainda tem atitudes infantis e despropositadas. Estes servem para dar uma aliviada na mulher carente ou para baixar a autoestima das mulheres que querem um relacionamento.
Se uma mulher de 60 escolhe um homem de 30, certamente terá que proporcionar a ele alguma vantagem para que a relação se sustente. Vantagem que pode estar no campo emocional (a mulher mais velha proporciona uma sensação de segurança, por exemplo) no campo sensual, (algumas mulheres podem, por que não! ser muito sensuais aos 60), mas que, muitas vezes, está no campo material. Um homem de 45/50 anos, pode se apaixonar por uma mulher de sessenta, encantado com seu jeito alegre de lidar com a vida, por ser resolvida e não ter preconceitos e, ainda, por admirar seu conhecimento que ela oferece com naturalidade, ajudando-o a crescer profissional e pessoalmente.
O importante é que as escolhas sejam conscientes e que se saiba o que cada um tem a oferecer e a receber. Não venham tapar o sol com a peneira: muitos homens mais novos estão em relacionamentos “afetivos” com mulheres mais velhas pelas vantagens econômicas que elas proporcionam. Algo errado? Não. Desde que cada um entenda o modelo de troca proposto, que muitas vezes está no subtexto e não no texto. Afinal, nenhum homem vai dizer explicitamente a uma mulher: “estou com você pelas viagens que você me proporciona”. O homem envolvido num relacionamento, dirá apenas: “Eu te amo”. Cabe a cada uma traduzir do jeito que quiser.

Rosana Teixeira é jornalista e empresária no ramo da Moda.

Publicada em 14/07/15

Susana e Sandro no sofá do Encontro Foto TV Globo


Susan Sarandon 65 anos e seu namorado 30 anos mais jovem FOTO Josiah Kamau


Buzz Foto Brainpix
Solange Couto e Jamerson Andrade diferença de 30 anos FOTO AgNews


Marilia Pera e Bruno Faria 22 anos de diferença FOTO TV GLOBO Divulgação
CATEGORIAS: BANNER, COMPORTAMENTO, MULHER E MODA





Luiz Melodia e Elsa Soares


Fadas


Bom Dia!


terça-feira, 28 de julho de 2015

A quem procura um amor





A quem procura um amor

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Dedicado a quem procura um amor...‏ Procura-se... Gratifica-se bem, com felicidade estampada em brilho de olhares infinitos... Procura-se um amor, daqueles que se sonha ou se espera, em algum lugar do mundo imenso, ele deve estar a esperar por ser encontrado... muitas vezes ele pode até se encontrar mais perto do que se imagina, basta perceber os detalhes do que nos envolve, do que nos circunda, do que sobrevive ao nosso lado, em termos de pessoas presentes ou figuras misteriosas. Há que desvendar segredos dos seres passantes, é preciso descobrir seus desejos, atinar para seus sonhos, observar seus envolventes suspiros, quem sabe até, ouvir seus profundos silêncios? Amores estão por aí, nas vielas das cidadelas, nos corredores dos aeroportos, nos bancos das praças, nas areias das praias, no escurinho dos cinemas, nas almas contidas e nas risadas escancaradas. Deixemos de lado tantos preconceitos, nem sequer devemos considerar as diferenças de cores, de crenças, de torcidas, de religiões, de idades ou de mundos onde vivamos nossas mazelas humanas, pois o amor, para ser pinçado na sua plenitude, é bem mais complexo e interativo do que um simples prontuário de possibilidades. O amor, de verdade, se faz presente onde a lógica é ausente. Aí, nesse lugar excuso e inconsequente, é que ele sobrevive, emerge, se enraíza, surpreende e se engrandece. Amor se entope de paradoxos, se farta de senões, se move ao sabor dos pseudo desencontros, amor se enfraquece nas inseguranças e se fortalece nas esperas. Busquemos o amor, e pode ser até que ele já esteja em nós, há muito tempo, como diz a música "só sexo e amizade"... Para os que o procuram, saibam, todos, de per si, que o encontrarão, no momento certo, na curva perfeita do corpo a ser moldado ao espírito que precisa ser amante da eternidade, pactuando com deuses das esferas superiores ou com demônios travessos dos inferiores sentidos da existência. Sem rotular o amor, porque ele é assim mesmo, um lado avesso do melhor padrão de raciocínio, amor é para ser procurado, e muito. Boa sorte, aos que o buscam, parabéns aos que sabem que ele os preenche para sempre, com seu mágico e delicioso, melhor dizendo, inquietante modo de se esconder no fundo de emoções indecifráveis. Eis que numa hora qualquer ele apareça e nos atropele... Assim, o combinado é deixar que ele floresça, nos invada e nos enlouqueça, para sempre...

Cida Torneros
Postado por Cida Torneros

Caetano e Gil cantam em Israel



Depois de polêmica com pedidos para cancelar show, Gil e Caetano tocam em Israel
Apresentação de duas horas contou com público de 10 mil pessoas e nenhuma palavra sobre política
por O GLOBO

Dupla levou a turnê 'Dois amigos, um século de música' a Tel Aviv - JACK GUEZ / AFP
RIO - Caetano Veloso e Gilberto Gil subiram ao palco da Arena Menora Mivtachim, em Tel Aviv, para mais de duas horas de show, fazendo a alegria de 10 mil pagantes, muitos deles brasileiros, na noite desta terça-feira. Desde que a turnê "Dois amigos, um século de música" foi anunciada, os músicos vinham sendo abordados por artistas, como o ex-Pink Floyd Roger Waters, e ativistas, como o líder sul-africano antiaparthaid Desmond Tutu, para que cancelassem a passagem por Israel, como forma de pressão contra o "massacre" a que o povo palestino estaria sendo submetido.

Depois de visitarem ocupações na Cisjordânia e o ex-presidente Shimon Peres, momentos em que Caetano fez críticas à política de Israel e bradou um "Basta à opressão", a dupla optou pelo silêncio, durante a apresentação, para tudo que não fosse música. Gritaram em determinados momentos "Canta, Tel Aviv!", chamando a multidão para entoar sucessos como "Expresso 2222", de Gil, e "Coração vagabundo", de Caetano. A dupla cantou músicas em italiano e espanhol, além de inglês e português.

Da plateia também se ouviram poucas manifestações sobre as questões políticas entre os dois países - e mesmo sobre o Brasil. Mas eventualmente houve gritos de "Fora, Dilma" e até um "Chupa Roger Waters".

O repertório contou com hits como "Sampa" e "Tropicália", de Caetano, e "Toda menina baiana", "Drão" e "Andar com fé", de Gil. Para encerrar, os dois bis também foram divididos irmamente, com uma música de cada: "Domingo no parque" e "A luz de Tieta" - nesta última, Gil levantou para dançar, para delírio da plateia. Veja vídeo exclusivo no blog do Ancelmo Gois com show

Para Katia Cytryn, arqueóloga brasileira que vive em Israel desde 1987, o show ficará na memória. Ela conversou com O GLOBO pelo Facebook

— Foi muito bom. Eles não estiveram muito ativos, quase não se levantaram, mas a energia foi muito boa e musicalmente show foi de tirar o chapéu.

Após muita polêmica, Caetano Veloso e Gilberto Gil finalmente se apresentaram em Tel Aviv, nesta... JACK GUEZ / AFP

Depois de Israel, a turnê vai para Portugal, na sexta-feira, e em seguida para a França. No Brasil, a maratona começa em 21 de agosto, com quatro shows em São Paulo. Os ingressos para as apresentações cariocas, em 16 e 17 de outubro, ainda não começaram a ser vendidos.

Caetano e Gil visitam território palestino e se encontram com Shimon Peres em Israel
#CaetanoeGil: Cenas íntimas de uma turnê
Em meio a polêmica sobre show em Israel, Caetano e Gil iniciam turnê, nesta quinta, em Amsterdã
Turnê que celebra os 50 anos de carreira de Caetano e Gil estreia com repertório de hits em Amsterdã

O acordeonista, Piaf


Samba, o filme





Samba (Omar Sy) é um imigrante do Senegal que vive há 10 anos na França e, desde então, tem se mantido no novo país às custas de empregos pequenos. Alice (Charlotte Gainsbourg), por sua vez, é uma executiva experiente que tem sofrido com estafa devido ao seu trabalho estressante. Enquanto ele faz o possível para conseguir os documentos necessários para arrumar um emprego digno, ela tenta recolocar a saúde e a vida pessoal no trilho, cabendo ao destino determinar se eles estarão juntos nessa busca em comum.

A imigração vista de dentro
De Francisco Russo

A abertura de Samba empolga: um plano-sequência de alguns minutos que tem início em uma festa animada e, caminhando pelos corredores, chega até uma silenciosa cozinha, onde um homem solitário lava pratos. O contraste entre estes dois mundos deixa bem claro que Samba, na verdade, quer falar sobre este hiato que existe entre eles. O que tal cena não revela, ao menos não de imediato, é que o interesse maior não é abordar as diferenças entre classes sociais, mas sim como a sociedade francesa lida com a imigração. Afinal de contas, este homem que trabalha só na cozinha é Samba, um imigrante do Senegal que, apesar de morar na França há quase 10 anos, permanece ilegal no país. Mas não se engane: a ilegalidade é apenas em relação à ausência de documentos, já que os trabalhos por ele realizados poderiam ser feitos por qualquer pessoa.




Lá Boheme


Ouvi o texto muito ao longe


Andre Rieu


Oração pela família


segunda-feira, 27 de julho de 2015

Gigliola Cinqueti canta Chico Buarque


Anima e cuore ( alma e coração)


Maysa no me quite pas


Roberto Carlos em francês


DIS moi


Tornero


Frases de Simone de Beauvoir










Frases de Simone de Beauvoir
Conheça um pouco mais sobre a filósofa feminista Simone de Beauvoir!

Trabalho
Simone de Beauvoir

É pelo trabalho que a mulher vem diminuindo a distância que a separava do homem. Somente o trabalho poderá garantir-lhe uma independência concreta.

Agonia
Simone de Beauvoir

É horrível assistir à agonia de uma esperança.

Adulto
Simone de Beauvoir

O que é um adulto? Uma criança de idade.

Vitórias
Simone de Beauvoir

Todas as vitórias ocultam uma abdicação.

Envelhecer
Simone de Beauvoir

Viver é envelhecer, nada mais.

Tempo
Simone de Beauvoir

Se vivermos durante muito tempo, descobrimos que todas as vitórias, um dia, se transformam em derrotas.

Desejo
Simone de Beauvoir

É o desejo que cria o desejável e o projeto que lhe põe fim.

Escrever
Simone de Beauvoir

Não se pode escrever nada com indiferença.

Captar
Simone de Beauvoir

A minha liberdade não deve procurar captar o ser, mas desvendá-lo.

Palavra
Simone de Beauvoir

Por vezes a palavra representa um modo mais acertado de se calar do que o silêncio.

Terra
Simone de Beauvoir

Parecia-me que a Terra não seria habitável se não houvesse alguém que eu pudesse admirar.

Casamento
Simone de Beauvoir

Não são as pessoas que são responsáveis pelo falhanço do casamento, é a própria instituição que é pervertida desde a origem.

Meus olhos
Simone de Beauvoir

Eu passava muito bem sem Deus e, se utilizava o seu nome, era para designar um vazio que tinha, a meus olhos, o clarão da plenitude.

País
Simone de Beauvoir

Seja qual for o país, capitalista ou socialista, o homem foi em todo o lado arrasado pela tecnologia, alienado do seu próprio trabalho, feito prisioneiro, forçado a um estado de estupidez.

Paródia
A velhice é a paródia da vida.

A velhice é a paródia da vida.

Escritor
Simone de Beauvoir

O escritor original, enquanto não está morto, é sempre escandaloso.

Nenhuma ação
Simone de Beauvoir

Nenhuma ação se pode fazer para o homem que não seja contra outros homens.

Homem sério
Simone de Beauvoir

O homem sério é perigoso, pode transformar-se em tirano.

Tens tempo para ser
Simone de Beauvoir

Se não foste feliz quando jovem, certamente que tens agora tempo para o ser.

Compromisso
Simone de Beauvoir

O compromisso multiplica por dois as obrigações familiares e todos os compromissos sociais.

Liberdade
Simone de Beauvoir

O homem é livre; mas ele encontra a lei na sua própria liberdade.

Verdade
Simone de Beauvoir

Pontos de partida
Simone de Beauvoir

Nós, para os outros, apenas criamos pontos de partida.

Arte
Simone de Beauvoir

É na arte que o homem se ultrapassa definitivamente.

Beleza
Simone de Beauvoir

A beleza ainda é mais difícil de contar do que a felicidade.

Lágrimas
Simone de Beauvoir

Em todas as lágrimas há uma esperança.

Morte
Simone de Beauvoir

A morte parece menos terrível quando se está cansado.

Apaixonadamente
Simone de Beauvoir

Qualquer trabalho seria terrivelmente aborrecido se não jogássemos o jogo apaixonadamente.

Mundo sem criador
Simone de Beauvoir

Era-me mais fácil imaginar um mundo sem criador do que um criador carregado com todas as contradições do mundo.

Renúncia
Simone de Beauvoir

Renunciar ao amor parecia-me tão insensato como desinteressarmo-nos da saúde porque acreditamos na eternidade.

Recusa
Simone de Beauvoir

A recusa da existência é ainda uma maneira de existir. Ninguém conhece, enquanto vivo, a paz do túmulo.

Contradição
Simone de Beauvoir

Atroz contradição a da cólera; nasce do amor e mata o amor.

Oportunidades
Simone de Beauvoir

As oportunidades do indivíduo não as definiremos em termos de felicidade, mas em termos de liberdade.

Livre
Simone de Beauvoir

Querer-se livre é também querer livres os outros.

Mulher
Simone de Beauvoir

Não se nasce mulher: torna-se.

Situada à margem do mundo
Simone de Beauvoir

Achar-se situada à margem do mundo não é posição favorável para quem quer recriá-lo.

Mulheres de talento
Simone de Beauvoir

Há mulheres de talento: nenhuma tem aquela loucura no talento que se chama gênio.

Respeito
Simone de Beauvoir

Quando se respeita alguém não queremos forçar a sua alma sem o seu consentimento.

Dio como ti amo


Candelabro italiano


Al di la


Canzone per te


Zizi Possi canta em italiano


A Sereníssima Veneza, um sonho de cidade






Veneza


Que cest triste Venize



Aznavour e Júlio Iglesias


Veneza sem ti


Vou casar em Veneza (crônica publicada no site Marias e Champanhotas, 26 de junho de 2015)

http://mariasechampanhotas.com.br/blog/2015/06/26/ainda-nao-tenho-noivo-mas-resolvi-me-casar-em-veneza/






VOCÊ EM EVIDÊNCIA
Marias Champanhotas

Ainda não tenho noivo, mas resolvi me casar em Veneza

Resolvi me casar em Veneza em 2016. Ainda não  tenho noivo.  Sei que terei  67 anos em 2016, mas hoje tive a premonição. Casaremos em Veneza. Destino Escrito.
Há séculos, Veneza sobrevive com símbolos que remetem a amores eternos. Através das suas histórias de carnavais mascarados, de intenso mercantilismo e trocas de produtos medievais, deixando-se levar pelo vagaroso traçado de gôndolas por entre seus canais, Veneza ultrapassa festivais de cinema, reorganiza mentalidades, cristaliza sonhos de paixões avassaladoras, cenas de lua de mel, magias de casais que a ela recorrem com esperanças de momentos inesquecíveis.
Considerada a cidade mais romântica do mundo, é cenário de turismo afetivamente compartilhado por pessoas de todos os lugares do planeta, que sonham pelo menos ir a Veneza, um dia durante toda a vida.
Ela nos espera, pacientemente, afundada, dizem os experts, em problemas ambientais graves, mas com seus ares de soberba inconsequência para estudiosos do seu planejamento urbano, inconcebível para os séculos XX e XXI.
Mesmo assim, Veneza não perdeu o glamour. Com certeza, eu a incluirei numa próxima viagem a Europa, esperando encontrar alguém especial que a valorize como eu. Um mago da Idade Média estará por essas horas a movimentar seus pendores extra-sensoriais. De certo, premedita os instantes em que a Veneza lendária se livrará do estigma de ter sobrevivido sem nós por tantos séculos.
A cidade viverá então um renascer de possibilidades, já que abriga saudosas lembranças, e há no seu entorno a mescla possível quando se mistura realidade e fantasia. Nossa presença encherá de alegria a tal Veneza que parece triste.
Assim foi cantada tantas vezes por Charles Aznavour quando alguém volta a ela, solitário e nostálgico. “Venezia sin ti ” é o titulo da famosa canção em espanhol, apontando para o fato de que estar naquela cidade italiana recordando alguém, deve ser mesmo uma tortura emocional, uma prova de fogo ou a suprema sensação do abandono.
Chegar a Veneza como a personagem Rosalba, do filme Pão e Tulipas, fugindo da vida cansativa de dona de casa incompreendida pela família, e extasiar-se com a manhã na Praça de San Marco, traduz o encantamento que a cidade tão antiga e tão misteriosa nos oferce.
Entretanto, a Veneza inconfundível pela alegria do seu carnaval, que a nu é mesmo tão vestido quanto se oculta em castelos de velas mágicas, e age no amor sob o feitiço de máscaras de renda e plumas, com tantas inquietações, infestada de expectativas.
Suas construções nos indagam, posso ouvir : – Como Veneza sobrevive ainda sem nós?
Logo estaremos juntos ali para proclamarmos a emoção dos que transformam sonhos em realidade, assim como eu e como tu, cavaleiro solitário que me fará a corte, cópia fiel dos velhos tempos. Não  sei quem és,  mas pressinto que estaremos juntos,  eu e tu, em Veneza, finalmente.

Maria Aparecida Torneros é jornalista, poeta, escritora, mãe, filha, irmã, tia, prima, madrinha, cunhada, sogra, amiga, amada, tia avó e sonhadora por um mundo melhor e sustentável.



Publicada em 26/06/15
As gôndolas, os charmosos canais, suas pontes, seus labirintos, as construções, os monumentos, a arte, cultura, história, as cerimônias, o vai e vem de pessoas do mundo inteiro e o clima de romance no ar fazem de Veneza uma cidade única. Não há nada no mundo como a “Sereníssima”, considerada símbolo do romantismo desde o século X.
Gôndola em Veneza
Gondoleiro - Veneza
Praça de San Marco - Veneza

Fotos: Denise Teixeira e Claudio Guimarães
CATEGORIAS: DEMAIS!!!, MULHER E MODA
2 Comentários até agora.

Rosa Maria Santiago diz:
26 Junho, 2015 às 2:55 pm
Querida Aparecida,
Adorei a matéria! Sonhar é sempre bom e possível. Acho que vai realizar este sonho. Quero ser convidada.
Obrigada por colaborar com Marias e Champanhotas.
Responder
Cida Toneros diz:
27 Junho, 2015 às 1:29 am
Meninas, obrigada, ficou linda a matéria. Bjs mil.

Tema da novela Caminho das Índias


Brenda Lee


Jambalaya, Brenda Lee




BRENDA LEE, THE LITTLE MISS DYNAMITE
Categoria: A COLUNA DE RAIMUNDO FLORIANO



Brenda Mae Tarpley, a Brenda Lee, cantora estadunidense de rockabilly, pop e country, nasceu, com apenas 2 kg, na enfermaria de caridade do Grady Memorial Hospital, em Atlanta, Geórgia, a 11.12.1944.
Era filha de Ruben Tarpley, que fora, no passado, excelente arremessador canhoto de beisebol, e de Grayce Yarbrough Tarpley. A família, de origem humilde, era pobre e vivia precariamente numa casa de três cômodos, sem água corrente, onde Brenda dividia a mesma cama com duas irmãs. Ela frequentou colégios de ensino fundamental em cidades onde o pai trabalhava, principalmente nas rotas entre Atlanta e Augusta. Sua vida resumia-se em ver seus pais procurando emprego e, aos domingos, frequentar a Igreja Batista, onde ela cantava.
Brenda era um prodígio musical. Embora sua família vivesse em precárias condições, possuía um rádio a pilha, que fascinou Brenda, ainda bebê. Na época, embora tivesse apenas 2 anos, ela conseguia assobiar as melodias das canções que ouvia. Tanto a mãe, como uma das irmãs, levaram-na, muitas vezes, a uma loja de doces, onde ela, sentada sobre o balcão, ganhava doces e moedas para cantar.
Sua voz, seu rosto bonito e suas apresentações nos palcos começaram a despertar a atenção de todos a partir dos 5 anos de idade. Aos 6 anos, ela ganhou um concurso de canto patrocinado por um estabelecimento de ensino fundamental. A recompensa foi a aparição ao vivo em um programa de rádio de Atlanta, Starmakers Revue, no qual voltou a se apresentar no ano seguinte.
Seu pai morreu em 1953, e ela depois, já aos 10 anos, tornou-se a principal fonte de sustento de sua família, cantando em programas radiofônicos locais e apresentações na televisão. Em 1955, sua mãe casou-se com Jay Rainwater, que levou a família para Cincinnati, Ohio, onde ela trabalhou na Skinner Jimmy Music Center, loja de discos, e em programas de radiodifusão.
A família logo retornou à Geórgia, mas dessa vez para Augusta, e Brenda apareceu em um show especial, WJAT-AM, na cidade de Swainsboro. O produtor do show, Sammy Barton, nessa ocasião, rebatizou-a como Brenda Lee, pois acreditava que o nome Tarpley era muito difícil de ser lembrado.
Brenda, durante toda a carreira, embora tivesse um comportamento admirável, sentia repugnância por bananas. Quando saladas de frutas lhe eram oferecidas em seu camarim, não continham bananas, para evitar que ela sofresse um ataque de raiva.
Seu grande sucesso no show business veio em fevereiro de 1955, quando ela ganhou $30 para participar, em uma estação de rádio de Swainsboro, de um programa estrelado pelo cantor Red Foley, o maior divulgador da country music da época, numa unidade de turnê promocional de seu programa TV ABC Ozark Jubilee, em Augusta, que foi convencido a ouvi-la cantar antes do show.
Foley ficou tão surpreso, como todas as outras pessoas que ouviram a potente voz da pequena menina, que, imediatamente, concordou em deixá-la cantar Jambalaya no programa. A música foi ensaiada e, mais tarde, apresentada. Ao término, Foley declarou: “Ainda fico com arrepios de frio pensando naquele momento. Um dos meus pés começou a acompanhar febrilmente o ritmo da música, como se eu estivesse me afastando de um terreno em chamas. E quando ela fez aquele truque de quebrar a voz, interrompeu meu transe, o suficiente para que eu percebesse que tinha me esquecido de sair do palco. Ali estava eu, após 26 anos de suposto aprendizado sobre como conduzir-me diante de um auditório, com a boca aberta 2 milhas de largura e um olhar petrificado”.
A plateia irrompeu em aplausos e se recusou a deixá-la sair do palco até que ela tivesse cantado mais três músicas. Em 31 de março de 1955, aos 10 anos de idade, ocorreu a sua estreia na Rede Ozark Jubilee, em Springfield, Missouri. Apesar de o seu contrato com o show ser de 5 anos, foi interrompido por causa de uma ação judicial movida por sua mãe e por seu empresário, quando ela fazia aparições regulares no programa.
Em 30 de julho de 1956, menos de dois meses depois de tal ação judicial, a Decca Records ofereceu-lhe um contrato, e seu primeiro disco foi um vinil single, 45 RPM, com Jambayala no Lado A, e Bigelow 6-200 no lado B, músicas tipicamente country.
Aos 11 anos de idade, com Jambalaya, Brenda Lee estourou a boca do balão em todo o universo. No Brasil, o sucesso foi imediato e muito imitado pela maioria dos cantores e conjuntos emergentes daquele tempo. Duvidava-se que aquela voz fosse mesmo de uma criança e até se especulava sobre a hipótese de Louis Armstrong ter feito a gravação com a voz distorcida.
Seu segundo disco apresentou duas músicas de Natal: I’m Gonna Lasso Santa Claus e Christy Natal. Embora ela já tivesse completado 12 anos de idade, os créditos de seus 2 Singles distribuídos pela Decca Records falavam em Little Brenda Lee (9 anos).
Com 1,44m de altura, ela recebeu o apelido de The Little Miss Dynamite, em 1957, após gravar a canção Dynamite, e foi dos primeiros astros da música pop a ter uma importante carreira contemporânea internacional. Teve 37 hits fonográficos estadunidenses durante a Década de 1960, número superado apenas por Elvis Presley, The Beatles, Ray Charles e Connie Francis.
Em 1960, gravou sua canção-assinatura I’m Sorry, que foi Número Um no Quadro de Avisos de Paradas. Foi seu primeiro ouro individual, pelo qual recebeu indicação para o Grammy, e também um dos primeiros grandes hits a usar o que viria a ser o som de Nashville – orquestra de cordas e vocal de apoio harmonizado
Brenda foi popular no Reino Unido no início de sua carreira. Ela visitou o país em 1959, antes de conseguir o reconhecimento pop nos Estados Unidos. Sua gravação rockabilly de Let’s Jump the Broomstick, em 1961, não entrou nas paradas estadunidenses, mas foi a Nº 12 no Reino Unido, onde seu ato de abertura de uma tour, em 1960, ficou a cargo de um então pouco conhecido grupo de Liverpool: The Beatles.
Depois disso, Brenda passou a desfrutar ali de uma distinção única entre os cantores americanos. No ano de 1962, teve dois hits Top 10 no Reino Unido, que não foram lançadas como singles em seu país natal: Speak to Me Pretty e There Comes This Feeling.
A popularidade de Brenda diminuiu um pouco no final dos anos 1960, com o amadurecimento de sua voz, porém ela continuou fazendo uma carreira musical de sucesso, retornando às raízes como cantora de música country, com uma sequência de grandes hits nas décadas de 1970 e 1980.

Durante a Década de 1970, Lee restabeleceu-se como artista de música americana e ganhou uma série de top hits nas paradas de dez países. O primeiro foi em 1973, Nobody Wins. I Can See Clearly Now, do LP Brenda, de 1960, marcou intensamente minha vida no início dos Anos 1980, pois era a música romântica com a qual eu e minha mulher embalamos nosso namoro, culminando com o casamento em julho de 1982. Estes são os LPs de Brenda constantes de minha coleção, hoje transformados em CD:
  
Embora suas canções sejam algumas vezes centralizadas em amores perdidos, e ainda que tenha ficado sem pai na infância, Brenda foi feliz na vida e em seu casamento, em 1963, com Ronnie Shacklett, que sabia lidar com a indústria da música notoriamente voraz e lhe garantiu sucesso financeiro a longo prazo. Eles têm duas filhas, Jolie e Julie, e três netos, Taylor, Jordânia e Charley.
Na era do CD, adquiri este exemplar que, assim como a maioria dos de seus discos é facilmente encontrado à venda em sebos virtuais:

Em setembro de 2006, comemorando 50 anos como artista de gravação ela agraciada com o Meador-Walker Lifetime Achievement Award Jo, concedido pela Fonte da Fundação, em Nashville. Em 2007, foi introduzida no Country Music Hall of Fame. É membro da Rockabilly Hall of Fame e tem os passos gravados na Hit Parade of Fame.
A atriz Kelly Clarkson apareceu como Brenda Lee em dois episódios da NBC da serie American Dreams. Fly Me to the Moon, que Brenda gravou em 1963, é usada nos créditos finais do jogo de vídeo Bayonetta.
No Brasil, a música Weep No More My Baby ficou conhecida por ser usada pelo programa de Pânico na TV, onde era tocada no quadro Dança dos Políticos.
A discografia de Brenda Lee, acima dos 30 títulos, mostra a intensidade de sua vida artística. Escolhi duas faixas de seu repertório para mostrar um pouco desse trabalho. Em primeiro lugar, Jambalaya, a música mais representativa de sua carreira, que a lançou em todo o mundo; em segundo, outro grande sucesso country, Bill Bailey Won’t You Please Come Home?, canção popular americana, composta por Hughie Cannon, em 1902, mais conhecida apenas como Bill Bailey, não só por ser muito bonita, como também pela atuação do espetacular saxofonista, que arrebenta nos solos intermediários.

India, interpretada por Paula Fernandes e Michel Telo


domingo, 26 de julho de 2015

Salve o dia da vovó! Há vida depois da juventude!

Vó Norma (minha mãe, 88 anos) neste domingo, com os netos! Salve o dia da vovó!

Há vida depois da juventude,  meu terapeuta me lembra disso!

E eu respondo!


Bom dia,  querido.  Passei o domingo na casa da mamãe  e de noite ela recebeu a visita dos netos,  porque era o dia da avó. Meu filho e esposa,  Pedro,  meu sobrinho jornalista,  filho do meu irmão.  Minha sobrinha,  marido e filho estavam em Minas Gerais e não puderam vir.

Mamãe,  esquecida,  mas feliz,  porque se viu cercada,  e repetia como meu filho casou e não avisou. Claro que ela esquece até que acabou de comer.  Pergunta a todo instante qual é o dia da semana e se aquela casa é  mesmo a dela. Porque diz que não reconhece aquele lugar. Imagine como eu me sinto repetindo tudo para ela de dois em dois minutos.

Mas,  quando meu irmão pos um DVD e a cantora Paula Fernandes interpretou uma velha guarania Índia,  ela lembrou de toda a canção e disse que é linda.

Assim é  vida dos que passam a sofrer a demência senil,  caso dela.

Aos quase 89, ela se diz confusa,  porque já viveu demais,  ela define.

Leandro levou o tablet com as fotos do casamento e ela viu,  encantada. Por segundos. Minutos depois,  tornou a perguntar - Mas vc casou?

Arruda,  eu sei que,  apesar de tudo,  sou premiada. A vida,  pra mim,  depois da juventude,  tem certa qualidade e muita adaptação. Sei que a paixão me acompanha,  mas eu passo por um processo de acalmar sensações.  Lido com mudanças de comportamento e preciso de paz interior,  muita. Se o amor me pauta a existência,  ele me anima a seguir,  cada dia,  devagar,  ainda que sozinha,  ou cercada de família e amigos.

Cuidar do corpo,  saúde,  claro,  não por beleza. Acredito que está vem de dentro,  pelo menos em mim,  nunca fiz e nem faria cirurgia plástica. Gosto de cada pedacinho de mim mesma,  até das minhas costas tortinhas.

Eu me ajeito e vou.  Se não posso dançar,  aprecio e curto os dançarinos. Posso ver,  ouvir,  degustar,  e sobretudo,  amar.

O resto,  é o resto. Depois da juventude,  há vida,  sim,  vida para viver e amor para amar. Obrigada por me lembrar disso. Um beijo!
Aparecida

Viva Portugal!